<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056</id><updated>2012-02-06T16:38:03.905-08:00</updated><category term='IDP - Programa Diálogos Acadêmicos'/><category term='News STF'/><category term='TST - Professor - dispensa em público - dano moral'/><category term='Exame de Ordem - Dicas'/><category term='News STF - Repercussão Geral'/><category term='TST - jurisprudência - SDI-1 aprova cláusula de acordo que garante emprego por 5 anos'/><category term='APROVADOS - EXAME DE ORDEM 2010-1'/><category term='Simulado Exame de Ordem - proposta resolução - peça'/><category term='curso - prova prática - exame de ordem - Professor Lauro'/><category term='PRT10 - DANO MORAL COLETIVO - NÃO PAGAMENTO DE DÍVIDAS TRABALHISTAS'/><category term='TST - Jurisprudência - telecomunicações - terceirização'/><category term='TST - artigo 384 CLT - recepção - igualdade - homens - mulheres'/><category term='Justiça em números: veja algumas estatísticas do Judiciário e do TRT-2'/><category term='Exame de Ordem 2010-1 - Segunda Fase - Comentário Questão 1 - Prof. Lauro'/><category term='News CNJ'/><category term='News TRTs'/><category term='Planejamento de Estudos'/><category term='TST - NOVAS OJ&apos;S DA SBDI-1'/><category term='News TST'/><category term='TST: Recurso Extraordinário - matéria sem repercussão geral - agravo infundado contra despacho de admissibilidade - multa de 10%'/><category term='facebook - liberdade de expressão  direito de imagem'/><category term='CONJUR'/><category term='UDF - avisos'/><category term='Agravo de Instrumento - TST - processamento - autos principais'/><category term='TST - NOVAS OJ&apos;S DA SBDI-1 - PUBLICADAS EM 2010'/><category term='UDF- DCPCT - 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QUESTÕES SUBJETIVAS - TÉCNICAS DE REDAÇÃO: MÉTODO DEDUTIVO ENSINADO EM AULA'/><category term='TST - processo eletrônico'/><category term='Palestras e Seminários'/><category term='STF - Repercussão Geral - Processos Trabalhistas - Sobrestamento'/><category term='JUSTIÇA DO TRABALHO - COMPETÊNCIA - AÇÃO DE COBRANÇA DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS'/><category term='News TRT1 - ponto eletrônico - liminar'/><category term='Edital Exame de Ordem 2010-1'/><category term='ROTEIRO 3 – UDF - CURSO MULTIDISCIPLINAR (12 h/a)  - DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO NO EXAME DE ORDEM - Prof. Lauro'/><category term='MPU - PREPARATÓRIO - QUESTÕES CESPE COMENTADAS - PROFESSOR LAURO'/><category term='TST - Trabalho escravo - lista suja do MTe'/><category term='TST - CSJT - competência - processo disciplinar - servidor de TRT'/><category term='artigo - José Pastore - REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO'/><category term='News - TRT 2'/><category term='prescrição - trabalhador rural - EC 28/2000'/><category term='Prof. Lauro - 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O Pleno aprovou também alterações na redação de súmulas e&amp;nbsp;OJ's. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As novas súmulas são:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA Nº 430&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA. CONTRATAÇÃO. AUSÊNCIA DE CONCURSO PÚBLICO. NULIDADE. ULTERIOR PRIVATIZAÇÃO. CONVALIDAÇÃO. INSUBSISTÊNCIA DO VÍCIO.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Convalidam-se os efeitos do contrato de trabalho que, considerado nulo por ausência de concurso público, quando celebrado originalmente com ente da Administração Pública Indireta, continua a existir após a sua privatização.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA Nº 431&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SALÁRIO-HORA. 40 HORAS SEMANAIS. CÁLCULO. APLICAÇÃO DO DIVISOR 200.&lt;/div&gt;Aplica-se o divisor 200 (duzentos) para o cálculo do valor do salário-hora do empregado sujeito a 40 (quarenta) horas semanais de trabalho.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA Nº 432&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL. AÇÃO DE COBRANÇA. PENALIDADE POR ATRASO NO RECOLHIMENTO. INAPLICABILIDADE DO ART. 600 DA CLT. INCIDÊNCIA DO ART. 2º DA LEI Nº 8.022/1990.&lt;/div&gt;&amp;nbsp;O recolhimento a destempo da contribuição sindical rural não acarreta a aplicação da multa progressiva prevista no art. 600 da CLT, em decorrência da sua revogação tácita pela Lei nº 8.022, de 12 de abril de 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA Nº 433&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;EMBARGOS. ADMISSIBILIDADE. PROCESSO EM FASE DE EXECUÇÃO. ACÓRDÃO DE TURMA PUBLICADO NA VIGÊNCIA DA LEI Nº 11.496, DE 26.06.2007. DIVERGÊNCIA DE INTERPRETAÇÃO DE DISPOSITIVO CONSTITUCIONAL.&lt;/div&gt;&amp;nbsp;A admissibilidade do recurso de embargos contra acórdão de Turma em recurso de revista em fase de execução, publicado na vigência da Lei nº 11.496, de 26.06.2007, condiciona-se à demonstração de divergência jurisprudencial entre Turmas ou destas e a Seção Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho em relação à interpretação de dispositivo constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA Nº 434 (Ex-OJ 357)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;RECURSO. INTERPOSIÇÃO ANTES DA PUBLICAÇÃO DO ACÓRDÃO IMPUGNADO. EXTEMPORANEIDADE. (Conversão da Orientação Jurisprudencial nº 357 da SBDI-1 e inserção do item II à redação)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I) É extemporâneo recurso interposto antes de publicado o acórdão impugnado. (ex-OJ nº 357 da SBDI-1 – inserida em 14.03.2008)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II)  A interrupção do prazo recursal em razão da interposição de embargos de declaração pela parte adversa não acarreta qualquer prejuízo àquele que apresentou seu recurso tempestivamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Súmulas e OJs que tiveram sua redação alterada:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA nº 298&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;AÇÃO RESCISÓRIA. VIOLAÇÃO A DISPOSIÇÃO DE LEI. PRONUNCIAMENTO EXPLÍCITO. (Redação alterada pelo Tribunal Pleno na sessão realizada em 6.2.2012)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I - A conclusão acerca da ocorrência de violação literal a disposição de lei pressupõe pronunciamento explícito, na sentença rescindenda, sobre a matéria veiculada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II - O pronunciamento explícito exigido em ação rescisória diz respeito à matéria e ao enfoque específico da tese debatida na ação, e não, necessariamente, ao dispositivo legal tido por violado. Basta que o conteúdo da norma reputada violada haja sido abordado na decisão rescindenda para que se considere preenchido o pressuposto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;III - Para efeito de ação rescisória, considera-se pronunciada explicitamente a matéria tratada na sentença quando, examinando remessa de ofício, o Tribunal simplesmente a confirma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;IV - A sentença meramente homologatória, que silencia sobre os motivos de convencimento do juiz, não se mostra rescindível, por ausência de pronunciamento explícito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;V - Não é absoluta a exigência de pronunciamento explícito na ação rescisória, ainda que esta tenha por fundamento violação de dispositivo de lei. Assim, prescindível o pronunciamento explícito quando o vício nasce no próprio julgamento, como se dá com a sentença "extra, citra e ultra petita".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL Nº 142 DA SBDI-1&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. EFEITO MODIFICATIVO. VISTA À PARTE CONTRÁRIA. (Inserido o item II à redação)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I - É passível de nulidade decisão que acolhe embargos de declaração com efeito modificativo sem que seja concedida oportunidade de manifestação prévia à parte contrária.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II - Em decorrência do efeito devolutivo amplo conferido ao recurso ordinário, o item I não se aplica às hipóteses em que não se concede vista à parte contrária para se manifestar sobre os embargos de declaração opostos contra sentença.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL Nº 336 DA SBDI-1&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;EMBARGOS INTERPOSTOS ANTERIORMENTE À VIGÊNCIA DA LEI N.º 11.496/2007. RECURSO NÃO CONHECIDO COM BASE EM ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL. DESNECESSÁRIO O EXAME DAS VIOLAÇÕES DE LEI E DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL ALEGADAS NO RECURSO DE REVISTA. (Redação alterada pelo Tribunal Pleno na sessão realizada em 6.2.2012)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estando a decisão recorrida em conformidade com orientação jurisprudencial, desnecessário o exame das divergências e das violações de lei e da Constituição alegadas em embargos interpostos antes da vigência da Lei n.º 11.496/2007, salvo nas hipóteses em que a orientação jurisprudencial não fizer qualquer citação do dispositivo constitucional.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL Nº 352 DA SBDI-1&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PROCEDIMENTO SUMARÍSSIMO. RECURSO DE REVISTA FUNDAMENTADO EM CONTRARIEDADE A ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL. INADMISSIBILIDADE. ART. 896, § 6º, DA CLT, ACRESCENTADO PELA LEI Nº 9.957, DE 12.01.2000. (Redação alterada pelo Tribunal Pleno na sessão realizada em 6.2.2012)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas causas sujeitas ao procedimento sumaríssimo, a admissibilidade de recurso de revista está limitada à demonstração de violação direta a dispositivo da Constituição Federal ou contrariedade a Súmula do Tribunal Superior do Trabalho, não se admitindo o recurso por contrariedade a Orientação Jurisprudencial deste Tribunal (Livro II, Título II, Capítulo III, do RITST), ante a ausência de previsão no art. 896, § 6º, da CLT.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3744679460800899007?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3744679460800899007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2012/02/fonte-tst-news-622012-em-sessao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3744679460800899007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3744679460800899007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2012/02/fonte-tst-news-622012-em-sessao.html' title='Novas súmulas e OJ&apos;s do TST'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-4877515143342452834</id><published>2011-11-27T14:26:00.000-08:00</published><updated>2011-11-27T14:26:54.189-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Semana Nacional da Execução: TST vai examinar mais de 1.400 processos</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="color: black; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=13188"&gt;Notícias do TST - 27/11/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Semana Nacional da Execução: TST vai examinar mais de 1.400 processos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Durante a Semana Nacional da Execução Trabalhista, de amanhã (28) a sexta-feira (2), os órgãos julgadores do Tribunal Superior do Trabalho darão prioridade ao julgamento de processos nessa fase. As pautas das sessões de julgamento das oito Turmas, das duas Subseções Especializadas em Dissídios Individuais (SDI-1 e SDI-2) e do Órgão Especial para a próxima semana incluem 1.295 recursos relativos a penhoras, leilão de bens, bloqueio e liberação de contas bancárias e bens de família, liquidação de sentença (cálculo) e outros atos formais envolvidos no cumprimento das sentenças trabalhistas a fim de que o trabalhador de fato receba o que lhe é devido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos mais 133 processos (agravos de instrumento em recursos contra decisões em agravos de petição) serão examinados e decididos monocraticamente pela Presidência do TST, totalizando 1.428 processos. O número pode ser maior, porque as decisões monocráticas podem chegar a qualquer momento e ser decididas pelo presidente, ministro João Oreste Dalazen, à medida que forem chegando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A execução trabalhista é um desdobramento do processo principal – no qual o direito do trabalhador é reconhecido – que se desenrola, basicamente, nas Varas do Trabalho, órgãos de primeiro grau. Quando há condenação e o devedor não paga, inicia-se um novo processo com ritos próprios, sujeitos a recursos. São esses recursos que chegam até o TST, por meio de mandados de segurança e, principalmente, recursos de revista em agravos de petição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para contestar os atos relativos à execução (cálculos dos valores devidos, penhora de bens, bloqueio de contas bancárias etc.), o instrumento processual cabível é o agravo de petição – um tipo de recurso ao Tribunal Regional visando à reforma ou anulação de atos do juiz da Vara do Trabalho. Da decisão do TRT cabe ainda recurso ao TST: recurso de revista e, caso este tenha seguimento negado pelo Regional, agravo de instrumento visando ao seu destrancamento. Recursos para o TST ou outros tribunais superiores, na fase de execução, só são possíveis em casos de violação à Constituição Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-4877515143342452834?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/4877515143342452834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/11/semana-nacional-da-execucao-tst-vai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4877515143342452834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4877515143342452834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/11/semana-nacional-da-execucao-tst-vai.html' title='Semana Nacional da Execução: TST vai examinar mais de 1.400 processos'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3526268779217037956</id><published>2011-11-24T17:57:00.000-08:00</published><updated>2011-11-24T17:57:07.771-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Terceirização: presidente do TST manifesta preocupação com regulamentação</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="color: black; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=13177"&gt;Notícias do TST - 23/11/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Terceirização: presidente do TST manifesta preocupação com regulamentação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro João Oreste Dalazen, encaminhou hoje (23) ofício ao deputado Sandro Mabel, presidente da comissão especial da Câmara dos Deputados para promover estudos e proposições voltadas à regulamentação do trabalho terceirizado no Brasil. A comissão votaria, à tarde, o parecer do relator da matéria, deputado Roberto Santiago (PSD-SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ofício, o ministro manifesta sua preocupação com o desenvolvimento legislativo do tema. Para o presidente do TST, o conceito de terceirização lícita apresentado no projeto de lei adotado no substitutivo não sinaliza “o esperado avanço legislativo” sobre o tema. “As expressões ‘inerentes’, ‘acessórias’ ou ‘complementares’ revestem-se de caráter polissêmico que causará maiores incertezas do que se tem atualmente”, afirma o ministro. “A partir delas não se torna possível, com grau mínimo de certeza, estabelecer a licitude ou a ilicitude de determinadas espécies de contratos de terceirização”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros elementos destacados no ofício foram a fragmentação da categoria profissional decorrente da terceirização irrestrita, que retira dos trabalhadores terceirizados o poder de negociação por melhores condições de trabalho, e a distinção de limites e efeitos da terceirização a partir da qualidade jurídica do tomador de serviços. “Não diviso fundamento jurídico sustentável para que a responsabilidade da pessoa de direito público exiba-se mais severa ou diferente daquela que recai sobre a pessoa de direito privado que pratica o mesmo ato de contratação”, assinala o ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o presidente do TST, o substitutivo apresentado pelo deputado Vicentinho (PT-SP) em voto separado “contempla alguns significativos avanços”, como a manutenção do critério da atividade fim para aferição da legalidade da terceirização, a convocação de sindicatos para acompanhar as terceirizações e a inclusão objetiva de mecanismos de fiscalização do prestador pelo tomador de serviços, além da aferição da idoneidade dos prestadores por meio da Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas. A única ressalva feita pelo ministro Dalazen ao voto em separado do deputado Vicentinho diz respeito à adoção da responsabilidade objetiva do tomador dos serviços, “tema para o qual parece mais adequada a assunção do modelo de responsabilidade subjetiva, não objetiva”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a sessão da comissão, o deputado Vicentinho (PT-SP) defendeu a manifestação do presidente do TST “como uma contribuição para o debate”, e lembrou que o TST realizou, em outubro, audiência pública para debater o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Substitutivo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O parecer aprovado pela comissão especial foi o do relator, deputado Roberto Santiago, favorável ao Projeto de Lei nº 4.330/2004, de autoria do deputado Mabel. A comissão especial é formada 46 deputados, entre titulares e suplentes. O substitutivo do relator foi aprovado por 14 votos a 2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó, com informações da Assessoria Parlamentar do TST)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/ASCS/arquivos/1123Oficio.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Ofício do presidente do TST&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/ASCS/arquivos/1123Substitutivo.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Substitutivo aprovado pela comissão&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3526268779217037956?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3526268779217037956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/11/terceirizacao-presidente-do-tst.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3526268779217037956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3526268779217037956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/11/terceirizacao-presidente-do-tst.html' title='Terceirização: presidente do TST manifesta preocupação com regulamentação'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-410991271072095337</id><published>2011-10-24T16:59:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T16:59:35.255-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News - TST'/><title type='text'>TST - Motorista acidentado em contrato de experiência ganha estabilidade provisória</title><content type='html'>&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#e6e6e6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Notícias do TST - 24/10/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Motorista acidentado em contrato de experiência ganha estabilidade provisória&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Subeção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho manteve decisão que garantiu a estabilidade provisória a um motorista da empresa paulista Tomé Engenharia e Transportes Ltda. Ele foi dispensado indevidamente após ter sofrido acidente de trabalho no curso de um contrato de experiência que vigorou por dois períodos sucessivos entre fins  de 2003 e início de 2004. A decisão da SDI-1 foi no mesmo sentido do entendimento da Primeira Turma do TST, que julgou procedente o pedido do empregado de indenização correspondente ao período estabilitário. Em sentido contrário, o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) havia confirmado a sentença de primeiro grau que indeferiu a estabilidade ao trabalhador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na reclamação trabalhista, o empregado contou que exercia a função de motorista carreteiro e, em janeiro de 2004, quando estava realizando a movimentação e arrumação da carga em cima da carreta, caiu de uma altura de cerca de 2,5m e se machucou. Em consequência, teve de se afastar do trabalho, passando a receber auxílio-doença acidentário até 16/9/2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o relator que examinou o recurso da empresa na seção especializada, ministro Horácio de Senna Pires, o artigo 118 da &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8213cons.htm"&gt;&lt;span style="color: #0036d7;"&gt;Lei 8.213/1991&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, que dispõe sobre os planos de benefícios da Previdência Social, não faz distinção entre contrato por prazo determinado e indeterminado. Assim, é “inviável restringir o direito à estabilidade provisória decorrente do acidente de trabalho apenas aos trabalhadores contratados por tempo determinado”, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator informou ainda que seu voto seguia recente decisão do Supremo Tribunal Federal que, em sessão do dia 7 deste mês, considerou que os direitos sociais previstos no artigo 7º da &lt;a ccivil_03="" decreto-lei="" del5452compilado.htm?="" href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/%3Ca%20href=" www.planalto.gov.br=""&gt;&lt;span style="color: #0036d7;"&gt;Constituição da República&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; devem ser estendidos a todos os servidores contratados temporariamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão foi por maioria, ficando vencido o ministro Milton de Moura França.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=54978&amp;amp;ano_int=2010&amp;amp;qtd_acesso=1359341"&gt;&lt;span style="color: #0036d7;"&gt;E-RR-73740-05.2005.5.02.0464&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Mário Correia/CF) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-410991271072095337?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/410991271072095337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/10/tst-motorista-acidentado-em-contrato-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/410991271072095337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/410991271072095337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/10/tst-motorista-acidentado-em-contrato-de.html' title='TST - Motorista acidentado em contrato de experiência ganha estabilidade provisória'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-5146928099134379980</id><published>2011-10-14T06:36:00.000-07:00</published><updated>2011-10-14T06:36:01.660-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Reunião discute os preparativos para a Primeira Semana Nacional da Execução Trabalhista</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=13010"&gt;Notícias do TST - 13/10/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Reunião discute os preparativos para a Primeira Semana Nacional da Execução Trabalhista&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Durante toda esta quinta quinta-feira (dia 13), a presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Nacional da Justiça do Trabalho (CSJT) estará reunida com os seis juízes que integram a Comissão Nacional de Efetividade da Execução Trabalhista e os 24 gestores regionais da execução para discutir os preparativos para a Primeira Semana Nacional da Execução Trabalhista. A Semana será realizada anualmente nos órgãos da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus (Varas do Trabalho e Tribunais Regionais), e este ano será, excepcionalmente, de 28 de novembro a 2 de dezembro, simultaneamente à Semana Nacional de Conciliação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na reunião de quinta-feira, a Comissão e os gestores regionais vão apresentar sugestões para otimizar a efetividade da Semana Nacional, e será feita um coleta de boas práticas na área de execução já desenvolvidas pelos TRTs, que serão divulgadas e poderão ser adotadas pelos demais órgãos da Justiça do Trabalho. A Comissão, a quem compete, junto com a presidência do CSJT, coordenar as atividades da Semana, está incumbida, também, de propor, planejar e auxiliar a implementação de ações, projetos e medidas necessários para conferir maior efetividade à execução trabalhista, de acordo com o Ato GP nº 188-A/2011, que a criou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da Semana Nacional da Execução Trabalhista é fomentar medidas conjuntas e coordenadas destinadas a imprimir maior efetividade à execução trabalhista, sendo as principais delas as audiências conciliatórias de litígios na fase de execução; a apuração e controle do andamento das execuções; a divulgação das estatísticas da solução definitiva dos processos; as ações voltadas à implementação do Banco Nacional de Devedores Trabalhistas (BNDT), que visa à emissão da Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas (CNDT), e a realização do primeiro Leilão Nacional da Justiça do Trabalho, pelos Tribunais Regionais e Varas do Trabalho, dia 2 de dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gargalo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Consolidação Estatística da Justiça do Trabalho&amp;nbsp;&lt;http: ind2010.pdf="" indice2010="" rel2010="" rgjt="" sseest="" www.tst.jus.br=""&gt;, em 2010 havia 2,6 milhões de processos na fase de execução, sendo que 696 mil (26,8%) foram encerrados naquele ano. Uma taxa de congestionamento de 68,61%. Em função disso, desde seu discurso de posse, em março deste ano, o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, vem defendendo a necessidade de concentração de esforços de toda a Justiça do Trabalho para dar mais efetividade à execução. “Um processo que não proporcione ao credor a satisfação de seu direito leva à descrença na Justiça”, afirma Dalazen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Marta Crisóstomo)&lt;/http:&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-5146928099134379980?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/5146928099134379980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/10/tst-reuniao-discute-os-preparativos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/5146928099134379980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/5146928099134379980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/10/tst-reuniao-discute-os-preparativos.html' title='TST - Reunião discute os preparativos para a Primeira Semana Nacional da Execução Trabalhista'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-8679414035643531798</id><published>2011-10-06T19:31:00.000-07:00</published><updated>2011-10-06T19:31:27.790-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Presidente do TST defende responsabilização solidária do tomador de serviço</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12975"&gt;Notícias do TST - 05/10/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Presidente do TST defende responsabilização solidária do tomador de serviço&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em entrevista coletiva concedida ao final da Audiência Pública sobre Terceirização de Mão de Obra, o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, defendeu a adoção a responsabilidade solidária, por parte do tomador de serviço, pelo descumprimento de obrigações trabalhistas. “Seria um avanço social e induziria as empresas que contratam a prestação de serviços a participar mais do processo de fiscalização”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jurisprudência atual (Súmula 331) prevê apenas a responsabilidade subsidiária, ou seja, o tomador de serviço só responde pelas dívidas trabalhistas de maneira acessória, no caso de a empregadora não pagar as verbas reconhecidas judicialmente (como o fiador de um contrato de aluguel). Na responsabilidade solidária, a tomadora compartilha as obrigações com a prestadora de serviços num mesmo plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um dos pontos considerados essenciais por Dalazen para o aprimoramento da legislação sobre o tema. O segundo é a limitação dos casos em que a terceirização é admitida às atividades-meio e às atividades especializadas ligadas à área meio nos termos da Súmula 331 do TST. “A terceirização na atividade-fim é, na minha opinião, a negação do Direito do Trabalho”, sustentou. O ministro reconhece, porém, a dificuldade de definição entre áreas meio e fim. “Não há um rigor científico absoluto, mas o critério ainda é um mal menor diante da possibilidade de abertura plena e desenfreada da terceirização”. Alguns setores – especialmente o serviço público e a área de tecnologia da informação – exigem um exame mais aprofundado, devido a suas especificidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mosaico de opiniões&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a audiência pública, realizada pela primeira vez no TST, Dalazen faz uma avaliação positiva. “Ensejamos um debate democrático, pluralista e elevado, trazendo as mais diversas e contrastantes posições”, afirmou no encerramento da audiência.”O TST, agora, vai refletir e amadurecer suas posições sobre tema tão complexo. Foi o primeiro passo para a abertura do Tribunal ao diálogo com a sociedade, e outros certamente virão”, ressaltou. Os 50 expositores representaram, segundo o presidente do TST, “um mosaico de opiniões” de forma “cortês e respeitosa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta contribuição servirá para que o TST elucide muitas das questões de fato envolvidas nos cerca de cinco mil processos em tramitação na Corte que tratam da terceirização. Mais do que isso, o presidente do TST pretende encaminhar o material coletado ao Congresso Nacional, como subsídio para as discussões em torno do marco regulatório da terceirização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-8679414035643531798?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/8679414035643531798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/10/presidente-do-tst-defende.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/8679414035643531798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/8679414035643531798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/10/presidente-do-tst-defende.html' title='Presidente do TST defende responsabilização solidária do tomador de serviço'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-1809239248704921057</id><published>2011-10-03T18:40:00.000-07:00</published><updated>2011-10-03T18:40:30.935-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Terceirização, um complicado quebra-cabeças</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12945"&gt;Notícias do TST - 30/09/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Terceirização, um complicado quebra-cabeças&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nos próximos dias 4 e 5 (terça e quarta-feira), o Tribunal Superior do Trabalho realiza, pela primeira vez na sua história, uma audiência pública – evento no qual a instituição se abre para ouvir especialistas que trarão luzes novas, não jurídicas, a temas cuja complexidade não se esgota nas leis. A prática vem sendo adotada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2007, quando realizou sua primeira audiência pública, para discutir os dispositivos da Lei de Biossegurança (Lei nº 11.105/05) que tratavam do uso de células-tronco embrionárias em pesquisas e terapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema com o qual o TST promove a estreia da Justiça do Trabalho em audiências públicas – a terceirização de mão de obra – não foi escolhido por acaso. Fenômeno típico das relações de trabalho contemporâneas, a contratação de trabalhadores por empresa interposta tem uma série de implicações que ainda não estão devidamente regulamentadas e não são objeto de lei. O tratamento do tema pela Justiça do Trabalho, portanto, é uma grande construção jurisprudencial a partir de uma pequena base legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A definição de terceirização é aparentemente simples: em vez de contratar diretamente empregados para exercer determinadas funções e desempenhar determinadas tarefas, uma empresa contrata outra como fornecedora. O “produto”, no caso, são trabalhadores. Por trás dela, porém, há uma complexa rede que envolve desde a modernização da gestão empresarial até o enfraquecimento da representação sindical, argumentos apresentados pelos que defendem ou condenam a prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os motivos que levam a empresa a trocar de papel – de empregadora para tomadora de serviços – são vários. Os principais listados pelo setor empresarial são a redução de custos, a transformação de custos fixos em custos variáveis, a simplificação de processos produtivos e administrativos. Do lado oposto, os que contestam a prática afirmam que a terceirização precariza as condições de trabalho e fragiliza os trabalhadores enquanto categoria profissional, deixando-os desprotegidos e desmobilizados. Representantes dos dois lados, além de estudiosos do tema, terão a oportunidade de expor seus pontos de vista durante a audiência pública. O TST selecionou, entre 221 pedidos de inscrição, 49 expositores, que terão 15 minutos cada para tratar da matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Legislação escassa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros casos de terceirização surgiram na indústria bélica dos Estados Unidos na época da Segunda Guerra Mundial. Devido à necessidade de concentração em sua atividade-fim, as fábricas de armamentos delegaram as atividades de suporte a empresas prestadoras de serviço. No Brasil, esse tipo de procedimento começou pela indústria automobilística, nos anos 70, e ganhou força a partir das décadas de 80 e 90 do século XX, quando a globalização forçou a abertura da economia e acirrou a necessidade de aumentar a competitividade dos produtos nacionais nos mercados interno e externo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época da sistematização das leis trabalhistas no Brasil, na década de 40, portanto, a terceirização ainda não era um “fenômeno”, e, por isso, não mereceu destaque. A&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-lei/Del5452compilado.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Consolidação das Leis do Trabalho&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(CLT) faz menção apenas a duas formas de subcontratação de mão de obra na construção civil – a empreitada e a subempreitada (artigo 455) e a pequena empreitada (artigo 652, inciso III, alínea “a”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira regulamentação da matéria só ocorreria em 1974, com a edição da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6019.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Lei nº 6.019/1974&lt;/a&gt;, que dispõe sobre o trabalho temporário em empresas urbanas. Nove anos depois, a&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L7102.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Lei nº 7.102/1983&lt;/a&gt;, posteriormente alterada pela&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8863.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Lei nº 8.863/1994&lt;/a&gt;, regulamentaria a contratação de serviços de segurança bancária e vigilância .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras modalidades de contratação que podem ser enquadradas no conceito de terceirização são tratadas na&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11788.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Lei nº 11.788/2008&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(estagiários),&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8630.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Lei nº 8.630/1993&lt;/a&gt;, ou Lei dos Portos (portuários avulsos),&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5889.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Lei nº 5.889/1973&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(trabalhadores rurais) e&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8987cons.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Lei nº 8.897/1995&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(concessão de serviços públicos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, pelo menos três projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados se propõem a regulamentar as relações de trabalho no ramo de prestação de serviços a terceiros: o&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=20794" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;PL 4302/1998&lt;/a&gt;, de autoria do Poder Executivo; o&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/%E2%80%9Dhttp://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=267841%94" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;PL 43330/2004&lt;/a&gt;, do deputado Sandro Mabel (PL/GO); e o&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/%E2%80%9Dhttp://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=359983%94" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;PL 1621/2007&lt;/a&gt;, do deputado Vicentinho (PT/SP). Vicentinho e Mabel estarão na audiência pública, no tópico destinado à discussão sobre o marco regulatório na terceirização, previsto para a tarde de terça-feira (05).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Jurisprudência&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, os litígios decorrentes das situações de terceirização, bem como as definições sobre sua licitude ou ilicitude, estão normatizados na&amp;nbsp;&lt;a href="http://brs02.tst.jus.br/cgi-bin/nph-brs?d=BLNK&amp;amp;s1=331&amp;amp;s2=bden.base.&amp;amp;pg1=NUMS&amp;amp;u=http://www.tst.gov.br/jurisprudencia/brs/nspit/nspitgen_un_pix.html&amp;amp;p=1&amp;amp;r=1&amp;amp;f=G&amp;amp;l=0" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Súmula nº 331 do TST&lt;/a&gt;. Editada em 1993, a Súmula 331 já passou por duas revisões, em setembro de 2000 e em maio de 2011 – a última delas para adequá-la ao entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a responsabilidade da administração pública nos casos de inadimplemento das obrigações trabalhistas por parte do empregador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A súmula considera como lícita a subcontratação de serviços em quatro grandes grupos: o trabalho temporário, as atividades de vigilância e de conservação e limpeza e os “serviços especializados ligados à atividade meio do tomador”. Os três primeiros são regidos por legislação própria. O último, entretanto, é objeto de constantes controvérsias – e um dos objetivos da audiência pública é trazer subsídios que ajudem a superar a dificuldade de distinguir o que é atividade-meio e o que é atividade-fim, diante da complexidade e da multiplicidade de tarefas realizadas em determinados setores e da legislação que as rege. É o caso, principalmente, dos setores de telecomunicações e energia elétrica. Nos dois casos, o ponto nevrálgico se encontra na legislação específica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei Geral das Telecomunicações (&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9472.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Lei nº 9.472/1997&lt;/a&gt;) prevê, em seu artigo 94, inciso II, a possibilidade de “contratar com terceiros o desenvolvimento de atividades inerentes, acessórias ou complementares ao serviço”. As empresas fundamentam-se neste dispositivo para justificar a terceirização de serviços que, sob a ótica da jurisprudência predominante, poderiam ser enquadrados como atividade-fim. Também no caso das concessionárias de energia elétrica, a&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/%E2%80%9Dhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8987cons.htm%E2%80%9D" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Lei nº 8.897/1995&lt;/a&gt;&amp;nbsp;admite a contratação com terceiros nos mesmos termos. E, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), mais da metade da força de trabalho do setor elétrico (que emprega 227,8 mil trabalhadores) é terceirizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A audiência pública destinará dois blocos específicos a esses dois setores, com a participação de representantes das concessionárias, dos sindicatos patronais e das entidades representativas das categorias profissionais, além de especialistas em telecomunicações e distribuição de energia elétrica. O DIEESE também estará presente, na discussão sobre terceirização em geral. Outras áreas em que a terceirização mobiliza grande número de trabalhadores estão contempladas em blocos próprios da programação da audiência: setor bancário e financeiro, indústria e serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/ASCS/audiencia_publica/ordem_dos_trabalhos.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;a relação completa dos participantes por tema, com os horários das exposições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-1809239248704921057?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/1809239248704921057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/10/terceirizacao-um-complicado-quebra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1809239248704921057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1809239248704921057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/10/terceirizacao-um-complicado-quebra.html' title='Terceirização, um complicado quebra-cabeças'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-6809193779597307787</id><published>2011-10-03T18:37:00.000-07:00</published><updated>2011-10-03T18:37:14.757-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST realiza primeira audiência pública da história do Tribunal</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12946"&gt;Notícias do TST - 03/10/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;TST realiza primeira audiência pública da história do Tribunal&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Está tudo pronto para a realização da primeira audiência pública da história do Tribunal Superior do Trabalho, que começa amanhã (4), na sede do Tribunal, em Brasília. Serão dois dias de audiência sobre a terceirização de mão de obra - considerado atualmente o tema mais polêmico nas relações de trabalho no mundo moderno. Só no TST, existem cerca de cinco mil processos sobre esse assunto aguardando julgamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproximadamente 700 pessoas já fizeram inscrição para assistir à audiência, que é aberta ao público. Quem não fez o pré-credenciamento e quiser participar, basta comparecer ao local do evento. A partir das oito horas, os interessados devem dirigir-se à área externa, no andar térreo do bloco B do TST para a identificação antes da entrada na sala de Sessões do Tribunal Pleno, onde ocorrerá a audiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os profissionais da imprensa, haverá um guichê específico no mesmo local. Aqueles que não encontrarem lugar na sala de Sessões Plenárias poderão acompanhar os trabalhos por um telão instalado no auditório do 1º andar do bloco B ou ainda pela internet, uma vez que o evento será transmitido ao vivo pelo site www.tst.jus.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar que o TST possui normas de acesso às dependências do Tribunal, por isso não será permitida a entrada de pessoas com bermudas ou camisetas cavadas e chinelos, por exemplo. Os interessados devem estar vestidos de forma adequada para a ocasião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dois dias (4 e 5), a audiência pública será realizada das 9 às 12h. Após o intervalo para almoço, os trabalhos recomeçam às 14h e seguem até as 16 h, quando haverá novo intervalo de meia hora. O encerramento está previsto para as 18h30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta de realização da audiência pública sobre a terceirização partiu do presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, e foi preciso alterar o Regimento Interno da casa. Em maio deste ano, foram acrescentados dois incisos, para autorizar o presidente a convocar audiência pública e a deliberar sobre os participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da audiência é fornecer informações técnicas, econômicas e sociais relacionadas com o fenômeno da terceirização e que possam auxiliar os magistrados nos julgamentos dos processos com esse tema. Os ministros do Supremo Tribunal Federal já se utilizaram desse tipo de expediente para obter subsídios sobre aborto, células tronco e até importação de pneus usados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O TST recebeu mais de duzentos pedidos de inscrição de profissionais interessados em expor suas ideias sobre a terceirização na audiência. Ao final, foram selecionados 49 expositores, levando-se em conta a experiência e a reconhecida autoridade deles na matéria, além da representatividade. Entre os tópicos que serão abordados está a terceirização no setor bancário, de energia elétrica, de telecomunicações e de tecnologia da informação e o critério da atividade-fim do tomador dos serviços, adotado pelo TST, para declarar a licitude ou não da terceirização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/ASCS/audiencia_publica/ordem_dos_trabalhos.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para ver a programação completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lilian Fonseca)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-6809193779597307787?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/6809193779597307787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/10/tst-realiza-primeira-audiencia-publica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6809193779597307787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6809193779597307787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/10/tst-realiza-primeira-audiencia-publica.html' title='TST realiza primeira audiência pública da história do Tribunal'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-4844467565817245298</id><published>2011-10-03T18:34:00.000-07:00</published><updated>2011-10-03T18:34:51.115-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigo'/><title type='text'>A TERCEIRIZAÇÃO E OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Georgia, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 style="font-family: Arial, Helvetica, Georgia, sans-serif; font-size: 20px; line-height: 30px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 9px; text-align: right; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: maroon;"&gt;A TERCEIRIZAÇÃO E OS&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: Arial, Helvetica, Georgia, sans-serif; font-size: 20px; line-height: 30px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 9px; text-align: right; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="color: maroon;"&gt;PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lauro Guimarães Machado Júnior&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn1" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;[1]&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.files.wordpress.com/2010/10/lauro.jpg" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-full wp-image-4244" height="102" src="http://washingtonbarbosa.files.wordpress.com/2010/10/lauro.jpg?w=200&amp;amp;h=102" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-style: initial; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; float: right; margin-bottom: 0px; margin-left: 10px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 4px; padding-left: 4px; padding-right: 4px; padding-top: 4px;" title="LAURO" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;A terceirização nasceu da necessidade de aprimoramento das técnicas de administração de empresas. Aponta-se como seu marco inicial a Segunda Grande Guerra, quando a indústria bélica, necessitando suprir o aumento excessivo da demanda, transferiu para terceiros as atividades de suporte, concentrando-se apenas no aumento de produção.&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn2" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;A partir da década de 50, houve um grande crescimento no comércio internacional, já que os países, gradativamente, abriram seus mercados internos para a entrada de produtos importados. As empresas, devido ao aumento da concorrência, foram compelidas a aumentar a produtividade e reduzir custos. Por outro lado, o desenvolvimento acelerado da informática e das telecomunicações facilitou o fluxo de grandes somas de capital de um país para o outro&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn3" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[3]&lt;/a&gt;. Essas transformações globais, que repercutiram nas esferas econômica, jurídica, política, institucional, social, cultural, ambiental, passaram a ser descritas pela palavra&amp;nbsp;&lt;strong&gt;globalização&lt;/strong&gt;, que não encontra uma conceituação rigorosa, mesmo entre os autores mais conceituados.&amp;nbsp;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn4" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;A globalização econômica, para Reinaldo Gonçalves, pode ser entendida como a ocorrência simultânea de três processos. A intensificação dos fluxos internacionais de produtos e capitais; o acirramento da concorrência internacional, e, por último, a crescente interdependência entre os agentes econômicos e sistemas econômicos nacionais&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn5" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[5]&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;No que toca ao Direito Social e, mais especificamente, ao Direito do Trabalho, esse processo de mudanças tem produzido efeitos preocupantes, tais como a redução do nível de emprego&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn6" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[6]&lt;/a&gt;, a precarização das condições de trabalho, o enfraquecimento do poder de negociação dos sindicatos, a redução de salários e a perda de direitos históricos conquistados pelos trabalhadores na segunda metade do Século XX.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;Conforme pontua Paul Singer&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn7" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[7]&lt;/a&gt;, um dos grandes efeitos da globalização na organização empresarial foi a descentralização do capital, onde as empresas verticalmente integradas, sob pressão do mercado, separaram-se das atividades complementares que exerciam para comprá-las no mercado concorrencial a menor preço. A este fenômeno o referido autor denomina&amp;nbsp;&lt;strong&gt;terceirização&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;As empresas passaram a&amp;nbsp;&lt;em&gt;desverticalizar&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn8" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;[8]&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;sua estrutura, procurando com isso a economia de recursos, a simplificação administrativa, o acréscimo dos investimentos na atividade-fim e, ainda, o aumento da produtividade e da qualidade final do produto.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;Assim, a terceirização, como decorrência da globalização econômica, independentemente de eventuais restrições legais e jurisprudenciais, passou a ser amplamente utilizada pela maior parte dos países do mundo.&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn9" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[9]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;Existem várias formas de entregar a terceiros as atividades acessórias da produção, simplificando a estrutura da empresa, diminuindo custos e aumentando a produtividade, todavia, no sentido estrito da palavra, terceirização é entendida como a possibilidade de contratação de terceiro para realizar serviços que não constituem a atividade principal da empresa, tais como limpeza, vigilância, manutenção.&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn10" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[10]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Esta acepção já se encontra inclusive em alguns dicionários pátrios&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn11" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[11]&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;A palavra terceirização passou a ser utilizada para denominar os contratos de prestação de serviços entre empresas, podendo ser conceituada da seguinte forma:&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn12" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[12]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;Terceirização é uma técnica administrativa que possibilita o estabelecimento de um processo gerenciado de transferência, a terceiros, das atividades acessórias e de apoio ao escopo das empresas que é a sua atividade-fim, permitindo a estas concentrar-se no seu negócio, ou seja, no objetivo final.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;A terceirização de serviços, no Brasil, mesmo sem regulamentação normativa, passou a ser amplamente utilizada no meio empresarial, produzindo conflitos que chegaram à Justiça do Trabalho, causando acirrados debates e divergências entre os julgadores, o que culminou com a pacificação da jurisprudência, pela edição da Súmula nº 331 do Tribunal Superior do Trabalho. O precedente da mais alta corte trabalhista do país passou a disciplinar e admitir a chamada terceirização lícita, entendida como a prestação de serviços especializados ligados à atividade meio do tomador, desde que inexistentes a pessoalidade e a subordinação direta.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;Não obstante, a indiscriminada expansão da terceirização no Brasil – inclusive no setor público – aliada à falta de regulamentação normativa, tem apresentado grandes repercussões de ordem social, invariavelmente desvantajosas para os trabalhadores.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;Nesse contexto, como observa Mauro Menezes, recai sobre os ombros do magistrado trabalhista a tarefa de invocar os princípios constitucionais da valorização social do trabalho e da dignidade da pessoa humana – ao qual se encontra adstrito o princípio protetor -, bem como os dispositivos da legislação ordinária correlacionados, para prevenir e coibir os gravames sociais decorrentes do avanço indiscriminado da terceirização.&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn13" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[13]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;Daí a importância de um estudo que busque fundamentar a importância do princípio protetor como norma laboral e, mais ainda, como direito fundamental dos trabalhadores. Na lição de Ana Virgínia&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn14" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[14]&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;“Logrado o reconhecimento dos princípios como normas que expressam valores encontrados no próprio ordenamento positivo, pode-se vislumbrar sua essencialidade no trabalho do operador jurídico, especificamente em situações limite, quando a aplicação das regras não se mostra suficiente”.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;O estudo dos princípios possui grande relevância para a compreensão do fenômeno jurídico, e são vários os autores que contribuem para sua delineação a luz das doutrinas modernas.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;De acordo com a noção pós-positivista, que teve como precursor Alexy, a norma deve ser considerada como gênero, do qual princípios e regras seriam espécies&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn15" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[15]&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;É dentro dessa nova roupagem que o princípio protetor deve ser estudado, fazendo-se então o seu confronto com o fenômeno da terceirização, para que se busque uma harmonia entre a modernização das técnicas de gestão das empresas e os valores sociais cristalizados na Constituição.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;O estudo dos princípios constitucionais revela-se fundamental para o enfrentamento das novas questões econômicas e sociais decorrentes do contínuo desenvolvimento da sociedade, pois, como leciona Paulo Bonavides, os princípios alçados à esfera constitucional experimentam uma troca de posições diante da lei, pois passam a encabeçar o sistema constitucional, guiando e fundamentando todas as demais normas presentes na ordem jurídica, além de portar e conservar os preceitos de natureza axiológica, cuja dinâmica se irradia a partir do texto constitucional&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftn16" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[16]&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr size="1" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: url(http://s1.wp.com/wp-content/themes/pub/digg3/images/bg_comment_bottom.gif); background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: no-repeat no-repeat; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; clear: both; height: 1px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; width: 468px;" /&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref1" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[1]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Lauro Guimarães é especialista em Direito e Processo do Trabalho pela Universidade Mackenzie, Analista Judiciário, Assessor de Ministro do TST e Professor Universitário.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref2" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[2]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;CASTRO, Rubens Ferreira de,&amp;nbsp;&lt;em&gt;A terceirização no Direito do Trabalho.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;São Paulo: Malheiros Editores, 2000, p. 75.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref3" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[3]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;SINGER, Paul,&amp;nbsp;&lt;em&gt;Globalização e desemprego: diagnóstico e alternativas&lt;/em&gt;, 3ª ed. São Paulo: Contexto, 1999, p. 16-17.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref4" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[4]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;GONÇALVES, Reinaldo.&amp;nbsp;&lt;em&gt;O nó econômico&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro: Record, 2003, p. 19.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref5" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[5]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;GONÇALVES, Reinaldo.&amp;nbsp;&lt;em&gt;O nó econômico&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro: Record, 2003, p. 19.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref6" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[6]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Reinaldo Gonçalves aponta, como principais fatores do aumento do nível de desemprego, o acréscimo nas importações e o desenvolvimento tecnológico – impulsionado pelo aumento da concorrência. Op. cit., p. 32-33.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref7" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[7]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;SINGER, Paul,&amp;nbsp;&lt;em&gt;Globalização e desemprego: diagnóstico e alternativas&lt;/em&gt;, 3ª ed. São Paulo: Contexto, 1999, p. 19.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref8" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[8]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Sérgio P. Martins utiliza os neologismos&amp;nbsp;&lt;em&gt;desverticalização, horizontalização e&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;out sourcing&lt;/em&gt;, como sinônimos, ressalvando que são expressões atinentes à ciência de da Administração de Empresas.(A terceirização e o direito do trabalho. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2001, p. 20).&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref9" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[9]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;PAMPLONA FILHO, Rodolfo M. V.&amp;nbsp;&lt;em&gt;Terceirização e responsabilidade patrimonial da Administração Pública&lt;/em&gt;. In: http//www.jus.com.br/texto.asp?id=2036&amp;gt;. Acessado em 10/04/2003.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref10" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[10]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;MARTINS, Sérgio Pinto. A terceirização e o direito do trabalho, 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2001, p. 23.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref11" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[11]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;TERCEIRIZAR: (vtd)&amp;nbsp;&lt;em&gt;Delegar, a trabalhadores não pertencentes ao quadro de funcionários de uma empresa, funções exercidas anteriormente por empregados dessa mesma empresa. Muitas vezes, a pessoa terceirizada é um ex-funcionário, que se demite ou é demitido para exercer a mesma função quando estava empregado&lt;/em&gt;. In: MICHAELIS,&amp;nbsp;&lt;em&gt;Moderno dicionário de língua portuguesa&lt;/em&gt;. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1998, p. 2046.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref12" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[12]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;QUEIROZ, Carlos Alberto Ramos Soares de,&amp;nbsp;&lt;em&gt;Manual de Terceirização&lt;/em&gt;, In: CASTRO, Rubens Ferreira de,&amp;nbsp;&lt;em&gt;A terceirização no Direito do Trabalho&lt;/em&gt;, 1ª ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2000, p. 78.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref13" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[13]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;MENEZES, Mauro de Azevedo,&amp;nbsp;&lt;em&gt;Constituição e reforma trabalhista no Brasil: interpretação na perspectiva dos direitos fundamentais,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;1ª ed. São Paulo: LTr, 2003, p. 332.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref14" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[14]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;GOMES, Ana Virgínia Moreira, A aplicação do princípio protetor no direito do trabalho, SP: LTr, 2001, p. 14&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref15" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[15]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ALEXY, Robert.&amp;nbsp;&lt;em&gt;Teoria de los derechos fundamentales&lt;/em&gt;, p. 83, 1997.&amp;nbsp;&lt;em&gt;In&lt;/em&gt;: MENEZES, Mauro de Azevedo,&amp;nbsp;&lt;em&gt;Constituição e reforma trabalhista no Brasil: interpretação na perspectiva dos direitos fundamentais,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;1ª ed. São Paulo: LTr, 2003.&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://washingtonbarbosa.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3392a-syntaxhighlighter2.3.9#_ftnref16" style="color: #105cb6; text-decoration: underline;"&gt;[16]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;BONAVIDES, Paulo.&amp;nbsp;&lt;em&gt;Curso de Direito Constitucional&lt;/em&gt;, 13ª ed. São Paulo: Malheiros, 2003, p. 264&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado no &lt;a href="http://washingtonbarbosa.com/2010/10/25/terceirizacao-uma-abordagem-constitucional/"&gt;Blog do Prof. Washington Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-4844467565817245298?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/4844467565817245298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/10/terceirizacao-e-os-principios_03.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4844467565817245298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4844467565817245298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/10/terceirizacao-e-os-principios_03.html' title='A TERCEIRIZAÇÃO E OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-980027904565619105</id><published>2011-09-29T19:14:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T19:14:29.842-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - SDI-1 afasta prescrição total em diferenças na complementação de aposentadoria</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Notícias do TST - 29/09/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;SDI-1 afasta prescrição total em diferenças na complementação de aposentadoria&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho acolheu recurso de embargos de um empregado da Rio Grande Energia S/A, subsidiária da Cia. Estadual de Energia Elétrica – CEEE, que busca a integração, na complementação de aposentadoria que já vinha recebendo, de vantagens deferidas em outras ações trabalhistas. Ao afastar a prescrição total, a SDI-1 restabeleceu acórdão regional e determinou o retorno do processo à Quarta Turma para exame dos demais temas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1979, a CEEE, visando assegurar aos seus empregados e dependentes uma complementação dos benefícios do sistema oficial de Previdência Social e serviços de assistência social, instituiu a Fundação CEEE de Seguridade Social – Eletroceee. O empregado, que exerceu a função de eletricitário, desligou-se da Rio Grande em junho de 1997, diante da aposentadoria por tempo de serviço concedida pela Previdência Social. Devido à condição de aposentado e pela não implementação de todos os requisitos regulamentares exigidos pela Fundação CEEE, recebia, desde a data do desligamento, complementação temporária de proventos, assegurada por acordo coletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em julho de 2007, ele passou a receber diretamente da CEEE o pagamento da complementação de aposentadoria em caráter definitivo, mas em valores inferiores aos devidos, por erro no cálculo do valor inicial. Ou seja, como esses valores eram calculados com base na remuneração que recebia até a data do desligamento, e esta foi majorada em decorrência de decisões judiciais anteriores, o empregado deduziu que o valor da complementação definitiva também deveria ser majorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tanto, ingressou com ação postulando o pagamento das diferenças com a incorporação dos reajustes concedidos aos beneficiários da Fundação, considerando-se no cálculo as parcelas e diferenças reconhecidas nas outras duas ações (que trataram de desvio de função). A Rio Grande e a Eletroceee foram condenadas, de forma solidária, pela 29ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, a pagar as diferenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambas apelaram ao Tribunal Regional do Trabalho da Quarta Região (RS) alegando prescrição, uma vez que a rescisão ocorreu em junho de 1997, mas a ação foi ajuizada somente em setembro de 2007. Sustentaram ainda que o empregado, ao ingressar com as outras ações em 1999, quando já estava aposentado, poderia ter incluído nelas o pedido de integração das parcelas deferidas na complementação de aposentadoria que vinha recebendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão do Regional, que rejeitou os recursos das empresas, foi no sentido de que, quando se pretende a integração, na base de cálculo da complementação dos proventos de aposentadoria definitiva, de parcelas reconhecidamente devidas ao empregado durante o contrato de trabalho, a prescrição será sempre parcial. As empresas recorreram então ao TST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao julgar os recursos das empresas ao TST, a Quarta Turma entendeu que se a primeira ação trabalhista (na qual foram deferidas as verbas em razão das quais surge o direito às diferenças de complementação de aposentadoria) for ajuizada após a aposentadoria, a contagem do prazo prescricional se dá a partir da aposentadoria do empregado, concluindo pela prescrição e extinção do processo. Inconformado, o empregado opôs embargos à SDI-1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a relatora, ministra Rosa Maria Weber, não se pode cogitar de prescrição antes do surgimento da chamada&amp;nbsp;&lt;i&gt;actio nata&lt;/i&gt;(momento em que o titular do direito violado toma conhecimento do fato e da extensão de suas consequências). O trânsito em julgado das decisões que reconheceram os direitos e vantagens do empregado e seu cômputo na complementação temporária da aposentadoria acabaram por possibilitar a ação de diferenças de complementação de aposentadoria definitiva, decorrentes da repercussão daquelas vantagens, ressaltou a relatora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ministra concluiu que, tendo o empregado ajuizado a presente ação dentro do biênio subsequente ao trânsito em julgado das decisões proferidas nas ações anteriores, não se pode aplicar a prescrição nuclear, mas, ao contrário, a parcial, nos moldes da primeira parte da&amp;nbsp;&lt;a href="http://brs02.tst.jus.br/cgi-bin/nph-brs?d=BLNK&amp;amp;s1=327&amp;amp;s2=bden.base.&amp;amp;pg1=NUMS&amp;amp;u=http://www.tst.gov.br/jurisprudencia/brs/nspit/nspitgen_un_pix.html&amp;amp;p=1&amp;amp;r=1&amp;amp;f=G&amp;amp;l=0" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Súmula nº 327&lt;/a&gt;&amp;nbsp;do TST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ressalvaram seu entendimento os ministros Lelio Bentes e Barros Levenhagen e ficou vencido o ministro Milton de Moura França quanto ao recolhimento de contribuições. Os demais integrantes acompanharam a ministra Rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=612846&amp;amp;ano_int=2009&amp;amp;qtd_acesso=8293349" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR-101541-12.2007.5.04.0029&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lourdes Côrtes/CF)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;small&gt;&lt;i&gt;A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais, composta por quatorze ministros, é o órgão revisor das decisões das Turmas e unificador da jurisprudência do TST. O quorum mínimo é de oito ministros para o julgamento de agravos, agravos regimentais e recursos de embargos contra decisões divergentes das Turmas ou destas que divirjam de entendimento da Seção de Dissídios Individuais, de Orientação Jurisprudencial ou de Súmula.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/small&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-980027904565619105?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/980027904565619105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-sdi-1-afasta-prescricao-total-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/980027904565619105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/980027904565619105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-sdi-1-afasta-prescricao-total-em.html' title='TST - SDI-1 afasta prescrição total em diferenças na complementação de aposentadoria'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-515656521686459023</id><published>2011-09-29T19:04:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T19:04:35.219-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Reforma da execução trabalhista é protocolada no Senado</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12940"&gt;Notícias do TST - 29/09/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Reforma da execução trabalhista é protocolada no Senado&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Foi protocolado ontem (28) no Senado Federal o Projeto de Lei do Senado nº 606/2011, que dispõe sobre a reforma do processo de execução na Justiça do Trabalho. Dentre outros aspectos, a proposta moderniza a sistemática atual ao ampliar o rol dos títulos executivos extrajudiciais, regular a execução de sentenças coletivas e modernizar as formas de expropriação. Também são incorporados à Consolidação das Leis do Trabalho alguns aprimoramentos do sistema processual comum, como a multa de 5% a 20% do valor da execução pelo não pagamento dentro do prazo legal e da possibilidade de pagamento de 30% do débito com o parcelamento do restante em até seis parcelas, além de outros dispositivos que contribuem para a efetividade e a celeridade no cumprimento das decisões da Justiça do Trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposição, protocolada após audiências e tratativas entre o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, e o líder do Governo no Senado, senador Romero Jucá, aguarda despacho do presidente do Senado para o devido encaminhamento às comissões permanentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getTexto.asp?t=97145&amp;amp;c=RTF&amp;amp;tp=1" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&amp;nbsp;a íntegra do Projeto de Lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: Assessoria Parlamentar do TST)&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-515656521686459023?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/515656521686459023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-reforma-da-execucao-trabalhista-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/515656521686459023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/515656521686459023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-reforma-da-execucao-trabalhista-e.html' title='TST - Reforma da execução trabalhista é protocolada no Senado'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-6933203525097154125</id><published>2011-09-28T19:13:00.000-07:00</published><updated>2011-09-28T19:13:18.496-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Precedente importante'/><title type='text'>Precedente importante citado pelo Professor Juliano (UnB) - Habermas - contraponto: Validade x Faticidade</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Notícias do TST - 21/11/2005&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;TST reconhece validade de PDV do Banco de Santa Catarina (Besc)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Seção de Dissídios Coletivos do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu como válido o plano de incentivo à demissão voluntária instituído pelo Banco do Estado de Santa Catarina (Besc). Por maioria de votos, a SDC rejeitou a preliminar levantada pelo Ministério Público do Trabalho de que a falta de participação do sindicato na negociação do plano comprometeria sua validade. A SDC também apontou como válida cláusula, que dispõe que segundo a qual, a adesão ao PDV implica em quitação plena de eventuais direitos e parcelas do contrato de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O TST considerou relevante o fato de que a maioria dos trabalhadores queria o PDV, tanto que instituiu uma comissão de empregados para negociá-lo, em face da recusa do sindicato. O ministro Gelson de Azevedo lembrou que jornais noticiaram que os empregados chegaram a “bater panelas à frente do TRT” em favor da instituição do plano. Além disso, em momento posterior, o próprio sindicato ratificou os termos do PDV em várias cidades catarinenses. Para o presidente do TST, ministro Vantuil Abdala, quando o sindicato se recusa a negociar e os trabalhadores querem a negociação, comete abuso de direito. O relator, ministro Luciano de Castilho Pereira, foi o único a acolher a preliminar do MPT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Superada a questão preliminar, a SDC analisou a validade da cláusula segundo a qual a adesão ao PDV implicaria em quitação total de eventuais parcelas decorrentes da relação de trabalho. Por maioria de votos, os ministros julgaram que a quitação plena do contrato de trabalho nesse caso deve ser considerada válida e não afronta a Orientação Jurisprudencial (OJ) 270, que limita a quitação às parcelas e valores expressamente declarados no recibo de adesão ao PDV. O entendimento predominante foi o de que a OJ 270 não se aplica à hipótese em que o PDV seja fruto de negociação coletiva. Os ministros Luciano de Castilho Pereira (relator), João Oreste Dalazen e Rider de Brito foram vencidos neste tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não me parece concebível uma quitação em bloco, genérica, de todos os eventuais direitos. O PDV é uma indenização decorrente da perda do emprego e não serve para quitar um direito controvertido. Tratava-se, à época, de um banco federalizado, prestes a ser privatizado, que procurava viabilizar a privatização por meio de uma negociação coletiva que oculta evidente afronta à ordem jurídica trabalhista, valendo-se do natural estado de apreensão e ansiedade de seus empregados”, afirmou o ministro João Oreste Dalazen, ao acompanhar o relator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao votar pela validade da cláusula de quitação plena, o presidente do TST, ministro Vantuil Abdala, afirmou que as indenizações pagas pelo Besc tiveram valores consideráveis e, em momento algum, foi alegado que os trabalhadores foram coagidos a aderir ao PDV, o que implicaria em vício de vontade. Vantuil ressaltou que a decisão da SDC não forma jurisprudência a respeito de PDVs. “O equívoco histórico do TST foi fixar jurisprudência rígida em direito coletivo. Ora, se o poder normativo serve exatamente para estabelecer regras para determinadas situações, não haveria razão para fixarmos regras gerais. Digo isso porque considero que esta decisão serve para esse caso, não significa que em outros planos de demissão decidiremos da mesma forma”. Após a decisão, a SDC julgou em bloco outros nove recursos envolvendo a mesma questão. (ROAA 693/02)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-6933203525097154125?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/6933203525097154125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/precedente-importante-citado-pelo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6933203525097154125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6933203525097154125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/precedente-importante-citado-pelo.html' title='Precedente importante citado pelo Professor Juliano (UnB) - Habermas - contraponto: Validade x Faticidade'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-2030072168110418646</id><published>2011-09-28T18:46:00.000-07:00</published><updated>2011-09-28T18:46:56.724-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Agravo de instrumento via fax deve indicar peças que serão apresentadas em juízo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12920"&gt;Notícias do TST - 28/09/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Agravo de instrumento via fax deve indicar peças que serão apresentadas em juízo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A parte que interpõe agravo de instrumento ao Tribunal Superior do Trabalho por meio de fac-símile pode juntar as peças obrigatórias à formação do recurso quando for apresentar os originais, desde que tenha relacionado as peças na transmissão via fax. Como a Transporte e Turismo Santo Antônio não cumpriu essa exigência, a Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do TST rejeitou os embargos da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Sétima Turma do Tribunal, os ministros negaram provimento ao agravo da empresa porque a minuta do recurso fora transmitida por fax sem os documentos indispensáveis à sua constituição, como determina a legislação (artigos 897, parágrafo 5º, da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-lei/Del5452compilado.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;CLT&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e 4º da&amp;nbsp;&lt;a href="http://%20http//www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9800.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Lei nº 9.800/99&lt;/a&gt;). Na interpretação do colegiado, a lei não autoriza a formação posterior do agravo; ao contrário, exige que isso seja feito no ato da interposição do recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na SDI-1, a empresa defendeu a possibilidade de transmissão por fac-símile apenas da petição do agravo. Já a apresentação das peças obrigatórias à formação do recurso somente ocorreria no momento do protocolo da via original do recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema verificado pelo relator, ministro João Batista Brito Pereira, é que a empresa não indicou, no agravo de instrumento enviado por fax, os documentos que seriam apresentados em juízo posteriormente. O relator esclareceu que a Lei nº 9.800/99 permite a utilização do fac-símile como sistema de transmissão de dados para a prática de atos processuais (artigo 1º), a exemplo das petições de recurso, e fixa a responsabilidade da parte pela qualidade e fidelidade do material transmitido por fac-símile (artigo 4º).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo decisão anterior da SDI-1, o ministro Brito confirmou que a transmissão apenas da petição do agravo de instrumento merece respaldo do Poder Judiciário, sob pena de inviabilizar o uso do fax com essa finalidade. O relator ponderou que existem dificuldades técnicas de transmissão por fax de muitos documentos que formam o traslado dos agravos de instrumento tanto para quem transmite quanto para quem recebe o material, portanto o Poder Judiciário não deve impor dificuldades à parte para utilização do fax, que tem justamente o objetivo de facilitar o acesso à Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse modo, o ministro concluiu que a apresentação das peças essenciais ao exame do agravo de instrumento junto com os originais do recurso transmitido por fax atende plenamente ao comando do artigo 2º da Lei nº 9.800/99, desde que a parte indique (relacione), na petição de agravo via fax, todas as peças que pretende juntar. Além do mais, destacou o relator, nos termos da Instrução Normativa nº 19/99, item X, do TST, cumpre às partes providenciar a correta formação do instrumento, inexistindo possibilidade de converter a omissão em diligência para suprir a ausência de peças, ainda que essenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, na medida em que a empresa não tomou a providência de indicar as peças que juntaria aos originais do recurso na petição do agravo por fax, em decisão unânime, os ministros da SDI-1 negaram provimento aos embargos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lilian Fonseca/CF)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=239754&amp;amp;ano_int=2006&amp;amp;qtd_acesso=3816221" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;E-AG-AI-RR- 53540-78.2001.5.12.0030&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-2030072168110418646?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/2030072168110418646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-agravo-de-instrumento-via-fax-deve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/2030072168110418646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/2030072168110418646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-agravo-de-instrumento-via-fax-deve.html' title='TST - Agravo de instrumento via fax deve indicar peças que serão apresentadas em juízo'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-9021384475901761156</id><published>2011-09-22T19:06:00.001-07:00</published><updated>2011-09-22T19:06:37.398-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - PL sobre processamento de recursos entra na fase de emendas na CTASP</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12896"&gt;Notícias do TST - 21/09/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;PL sobre processamento de recursos entra na fase de emendas na CTASP&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A tramitação do Projeto de Lei nº 2214/2011, que altera a CLT para modificar o processamento de recursos na Justiça do Trabalho, chegou à Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados. O presidente da CTASP, deputado Sílvio Costa, designou hoje (21) o deputado Roberto Santiago (PV/SP) para relatar a matéria, e, a partir de amanhã (22), estará aberto prazo de cinco sessões ordinárias para a apresentação de emendas ao projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto do PL 2214, apresentado pelo deputado Valternir Pereira, é fruto dos trabalhos da “Semana do TST”, na qual a comissão de normatização, composta por dez ministros, analisou e elaborou propostas de revisão das normas e anteprojetos de lei voltados para o aperfeiçoamento das regras processuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, o ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, do TST, que integrou o grupo de normatização da Semana do TST e participou da elaboração das propostas contidas no PL 2214, esteve ontem (20) em audiência com o Deputado Roberto Santiago (PV/SP), explicando detalhes das propostas para aperfeiçoar a sistemática atual dos recursos examinados pelo TST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=6B95CA8D2E3404A69146E827F98EFED8.node2?codteor=916446&amp;amp;filename=PL+2214/2011" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;o Projeto de Lei na íntegra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Com informações da Assessoria Parlamentar do TST)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-9021384475901761156?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/9021384475901761156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-pl-sobre-processamento-de-recursos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/9021384475901761156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/9021384475901761156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-pl-sobre-processamento-de-recursos.html' title='TST - PL sobre processamento de recursos entra na fase de emendas na CTASP'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-4064932507341356647</id><published>2011-09-22T19:04:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T19:04:30.858-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Justiça do Trabalho inova com 1ª Semana Nacional da Execução</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12899"&gt;Notícias do TST - 22/09/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Justiça do Trabalho inova com 1ª Semana Nacional da Execução&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O presidente do Tribunal Superior do Trabalho e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministro João Oreste Dalazen, assinou esta semana ato que institui a Semana Nacional da Execução Trabalhista no âmbito da Justiça do Trabalho. A exemplo da Semana Nacional da Conciliação, que ocorre anualmente, a proposta é fomentar medidas conjuntas e coordenadas destinadas a imprimir maior efetividade à execução trabalhista – momento do processo em que o devedor é cobrado a quitar os débitos reconhecidos judicialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Semana Nacional da Execução Trabalhista será realizada anualmente nos órgãos da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus (Varas e Tribunais Regionais do Trabalho) na primeira semana completa do mês de junho. Em 2011, excepcionalmente, ela ocorrerá no período de 28 de novembro a 2 de dezembro, simultaneamente à Semana Nacional de Conciliação. No último dia da semana destinada à execução, o ato prevê também a realização do Leilão Nacional da Justiça do Trabalho, em que todos os Tribunais e Varas do Trabalho realizarão alienações judiciais (leilões) de bens penhorados, utilizando-se, prioritariamente, de meio eletrônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as medidas a serem adotadas pelos órgãos judicantes durante a Semana Nacional estão a realização de pesquisas destinadas à identificação de devedores e seus bens, por meio, sobretudo, das ferramentas eletrônicas disponíveis (BACENJUD, RENAJUD, INFOJUD, etc.), a contagem física dos processos de execução, a convocação de audiências de conciliação, a expedição de certidões de crédito, a alimentação e o tratamento dos dados do Banco Nacional de Devedores Trabalhistas, para fins da emissão da Certidão Nacional de Débitos Trabalhistas, e a divulgação da lista dos maiores devedores da Justiça do Trabalho. O trabalho, nesse período, será realizado em forma de mutirão, com a participação de magistrados e servidores ativos e inativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra providência importante prevista pelo Ato é que as medidas também deverão ser aplicadas aos processos de execução em arquivo provisório – atualmente, cerca de 800 mil. Pretende-se, com isso, revolver esses casos arquivados, trazendo-os à tona e possibilitando a execução, que não se deu à época porque os devedores não tinham bens a serem penhorados. De acordo com dados de alguns Regionais, há arquivos provisórios de até 20 anos. A abertura dos arquivos e o avanço tecnológico vão permitir que se verifique a nova situação de cada processo, localizando-se o devedor e buscando-se encontrar bens para execução. Além disso, a medida também possibilitará verificar possíveis inconsistências nos dados estatísticos sobre os arquivos provisórios, já que alguns Regionais têm dados confiáveis, e outros não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leilão Nacional utilizará preferencialmente meio eletrônico&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Primeiro Leilão Nacional da Justiça do Trabalho, que ocorrerá no dia 2 de dezembro, a Justiça do Trabalho fará, pela primeira vez em sua história, um pregão nacional, em que todos os Tribunais e Varas do Trabalho realizarão alienações judiciais de bens penhorados para pagamento de dívidas trabalhistas. Os procedimentos serão feitos, prioritariamente, por meio eletrônico, a partir dos sites dos órgãos judicantes. O leilão eletrônico trará, de acordo com a Presidência do CSJT, mais transparência ao processo, além de universalizar a possibilidade de acesso dos interessados, já que pessoas em qualquer lugar do mundo poderão participar, bastando para isso um computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mobilização nacional está sendo preparada para efetivar o leilão, e as Varas e Tribunais Regionais deverão divulgar amplamente nos meios de comunicação, inclusive em redes sociais como Twitter e Facebook, os bens a serem leiloados e os respectivos processos, assim como os locais em que serão realizados os leilões e a forma de participação dos interessados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Defasagem&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde seu discurso de posse, em março deste ano, o presidente do TST vem defendendo a necessidade de concentração de esforços, por parte de toda a Justiça do Trabalho, para dar mais efetividade à execução. “Um processo que não proporcione ao credor a satisfação de seu direito leva à descrença na Justiça”, afirma Dalazen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/Sseest/RGJT/Rel2010/indice2010/Ind2010.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Consolidação Estatística da Justiça do Trabalho&lt;/a&gt;, em 2010 havia 2,6 milhões de processos na fase de execução, e 696 mil (26,8%) foram encerrados naquele ano. A taxa de congestionamento foi de 68,61%. Esses dados, para o presidente do TST, são preocupantes, e várias medidas têm sido adotadas pelo TST e pelo CSJT para melhorá-los, como o aperfeiçoamento das ferramentas online como o BACEN-Jud e o Renajud, que permitem localizar e bloquear bens dos devedores, a assinatura de convênio com a Secretaria da Receita Federal e a criação recente da Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó e Marta Crisóstomo)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-4064932507341356647?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/4064932507341356647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-justica-do-trabalho-inova-com-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4064932507341356647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4064932507341356647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-justica-do-trabalho-inova-com-1.html' title='TST - Justiça do Trabalho inova com 1ª Semana Nacional da Execução'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-6185778574818808662</id><published>2011-09-22T19:01:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T19:01:24.104-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Serpro e sindicatos não chegam a acordo em audiência de conciliação em ação cautelar</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12906"&gt;Notícias do TST - 22/09/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Serpro e sindicatos não chegam a acordo em audiência de conciliação em ação cautelar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não houve acordo na audiência de conciliação entre o Serviço Federal de Processamento de Dados – Serpro e quatro sindicatos que ajuizaram ação cautelar no Tribunal Superior do Trabalho com o objetivo de participarem das negociações coletivas da categoria funcional, restrita atualmente à estatal e à Federação Nacional dos Trabalhadores e Empresas de Processamentos de Dados, Serviços de Informática e Similares - Fenadados. Na audiência, realizada hoje (22) na sede do TST, o Serpro afirmou que só aceitaria acordo para a participação dos sindicatos, que não mais integram a Federação, se fosse apresentada uma pauta única de reivindicação da categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frustrado o acordo, a decisão caberá à ministra Kátia Magalhães Arruda, relatora do processo, que presidiu a audiência de conciliação. A ação cautelar foi ajuizada pelos sindicatos dos estados de Santa Catarina, Sergipe, Bahia e Rio Grande do Sul, que alegam ter o direito constitucional de participar das negociações, pois a Fenadados não representa toda a categoria, mas somente os sindicatos que lhe outorgaram poderes para tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Serpro reafirmou diversas vezes que não teria empecilho em incluir nas negociações os quatro sindicatos, desde que conseguissem negociar uma pauta única de reivindicações com a Fenadados. A estatal chegou a convidá-los anteriormente para a negociação, mas desistiu do encontro com os representantes dessas entidades após receber notificação da Federação questionando se haveria rompimento da negociação com ela. Como a Fenadados representaria hoje a maioria dos sindicatos da categoria (22), a estatal resolveu continuar a negociação com a entidade, como acontece há 20 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os representantes das duas partes no processo, está é a primeira vez que a negociação direta da Serpro com Fenadados é questionada por sindicatos da categoria. Com base nesse histórico, o Serpro alega que não teria condições de fazer uma negociação nacional sem uma proposta unificada, pois não teria como negociar com cada sindicato. No entanto, os representantes dos sindicatos alegaram que, ao escolher negociar somente com a Federação, a Serpro estaria agindo de forma “antissindical, tratando-se de uma empresa que integra a administração indireta da União”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Augusto Fontenele/CF)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=76666&amp;amp;ano_int=2011" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;(CauInom - 3355-13.2011.5.00.0000)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-6185778574818808662?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/6185778574818808662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-serpro-e-sindicatos-nao-chegam.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6185778574818808662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6185778574818808662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-serpro-e-sindicatos-nao-chegam.html' title='TST - Serpro e sindicatos não chegam a acordo em audiência de conciliação em ação cautelar'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-6062699402493811259</id><published>2011-09-22T18:53:00.001-07:00</published><updated>2011-09-22T18:53:51.707-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Processo eletrônico muda paradigmas na relação do Judiciário com a sociedade</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Notícias do TST - 21/09/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Processo eletrônico muda paradigmas na relação do Judiciário com a sociedade&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O primeiro curso sobre Teoria Geral do Processo Eletrônico, realizado pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat) nos dias 19 e 20, aprofundou a reflexão sobre o impacto do processo eletrônico no campo do Direito e nas relações entre Justiça e Sociedade. O curso durou dois dias e teve o objetivo de discutir os principais aspectos teóricos da mudança do processo físico para o processo eletrônico. Para tanto, a Escola recebeu professores, juízes e desembargadores que apresentaram propostas, críticas e reflexões sobre essa mudança que, para muitos, representa uma nova cultura jurídica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nova dinâmica&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na era informacional, a compreensão do meio digital e de suas ferramentas tornou-se imperativa para o desenvolvimento de várias áreas de trabalho, causando mudanças profundas nas relações sociais. Com o Judiciário brasileiro não foi diferente. Diante disso, espera-se que, com a implantação do processo eletrônico único e nacional na Justiça do Trabalho, o chamado PJe, benefícios como maior celeridade processual, melhores condições de trabalho para os operadores do Direito, acessibilidade, sustentabilidade ambiental façam parte de uma nova realidade do Judiciário brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em última análise, isso representaria absolver a Justiça de sua maior acusação – a lentidão. Mas, para especialistas de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), a mudança poderá ser mais profunda, ou seja, não se deve pensar apenas que pilhas de processos serão simplesmente trocadas por arquivos em um computador, com maior celeridade e eficiência. Na verdade, dizem, essa mudança de paradigma pode significar uma nova dinâmica entre Justiça e jurisdicionado, e entre este e advogados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Celeridade com qualidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Luiz Fernando Martins Castro, advogado e professor da Faculdade de Direito da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), um dos debatedores do curso promovido pela Enamat, esses são os novos desafios para o Direito diante da sociedade de informação. Ele ressaltou que tão importante quanto a celeridade do processo é a qualidade do julgamento. Para ele, não se pode pensar no PJe como solução mágica. “Não há dúvida de que o processo de papel não pode prosperar para sempre, mas a mera digitalização do papel não é a solução”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor faz também uma autocrítica, que serve de sugestão. “Os advogados devem entender que o meio informático é diferente do papel. Então não há como fazer uma petição virtual com 30 ou 40 páginas: muda-se o tamanho porque mudou a forma de advogar”. A qualidade passa ainda, segundo Castro, pela adaptação da linguagem jurídica para o meio virtual, pois atualmente a maior fonte que a sociedade tem para buscar informações sobre o Judiciário são os sites dos Tribunais. “Não há mais espaço para a linguagem inacessível como há 50 anos atrás”, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Transparência, informação e interação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra característica se refere a uma dinâmica bem conhecida dos advogados e das partes que pode, em breve, virar coisa do passado. Até bem pouco tempo, o advogado ia ao tribunal, solicitava o processo, tirava cópias, peticionava, voltava para o escritório e informava o cliente o andamento do processo. Hoje já é possível realizar tudo isso pelo computador. Para o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro João Oreste Dalazen, esta mudança poderá contribuir para a preservação da saúde dos operadores do Direito e de servidores, e é uma das vantagens da implantação do PJe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor e pesquisador da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Airton Ruschel concorda que o Judiciário brasileiro está em transformação. Segundo ele, o Brasil vem adotando diversas ações de governo eletrônico, e o Poder Judiciário tem investido muito em tecnologia, mas ainda são necessárias algumas melhorias nos sites dos órgãos. “A maioria dos sites está aberto somente para consultas”, avalia. “Diante das novas tecnologias - com a sociedade brasileira querendo mais informação, transparência e interação -, deve-se abrir o Judiciário para as pessoas opinarem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ruschel lembrou que o processo eletrônico pode gerar também mais compromisso com o demandante, porque o advogado deixa de ser a única fonte de informação. “Com o PJe, o cliente poderá ver o que está sendo feito, fiscalizar melhor o advogado. Quando o demandante vê que o processo se movimentou, passou de um setor para outro, houve a integração de um documento, enfim, ele consegue se localizar dentro do processo, e passa a confiar mais na Justiça.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ricardo Reis/CF)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-6062699402493811259?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/6062699402493811259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-processo-eletronico-muda-paradigmas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6062699402493811259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6062699402493811259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/tst-processo-eletronico-muda-paradigmas.html' title='TST - Processo eletrônico muda paradigmas na relação do Judiciário com a sociedade'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-629934992765008977</id><published>2011-09-15T18:30:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T18:30:14.338-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Projeto de lei com atualização de redação da CLT é protocolado na Câmara</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12863"&gt;Notícias do TST - 15/09/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Projeto de lei com atualização de redação da CLT é protocolado na Câmara&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O deputado João Dado (PDT/SP) deu entrada hoje (15), na Câmara dos Deputados, ao Projeto de Lei nº 2322/2011, que atualiza a redação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) na parte que dispõe sobre os órgãos da Justiça do Trabalho. O texto apresentado é basicamente resultado do trabalho da comissão temporária que se reuniu em maio deste ano, durante a chamada Semana do TST, para apresentar propostas de atualização da CLT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As alterações contemplam principalmente a terminologia ainda existente na CLT para designar os órgãos da Justiça do trabalho. Na exposição de motivos apresentada pela comissão ao ministro João Oreste Dalazen, presidente do TST, em julho deste ano, os ministros Carlos Alberto Reis de Paula, que a presidiu, Ives Gandra Martins Filho e José Roberto Freire Pimenta observaram que várias alterações na estrutura da Justiça do Trabalho foram introduzidas por emendas constitucionais e leis posteriores a 1943, quando foi criada a CLT. Entre elas, destacaram a extinção da representação classista pela Emenda Constitucional nº 24/1999 e a ampliação da competência da Justiça do Trabalho pela Emenda Constitucional nº 45/2004. Além disso, as modificações trazidas pela informatização dos procedimentos judiciais tornaram obsoletas várias das atribuições previstas na CLT para as secretarias de órgãos judicantes de todos os graus de jurisdição. Tais argumentos foram adotados pelo deputado João Dado na justificativa apresentada à Câmara juntamente com o texto do projeto de lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/ASCS/arquivos/0915PL2322-2011.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para ler a íntegra do PL 2322/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó, com informações da Assessoria Parlamentar do TST)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12572&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;Atualização da redação da CLT: comissão entrega proposta à Presidência do TST&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-629934992765008977?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/629934992765008977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/projeto-de-lei-com-atualizacao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/629934992765008977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/629934992765008977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/projeto-de-lei-com-atualizacao-de.html' title='Projeto de lei com atualização de redação da CLT é protocolado na Câmara'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-6871398684614682371</id><published>2011-09-02T18:59:00.000-07:00</published><updated>2011-09-02T18:59:37.644-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Protocolado projeto de lei sobre mudanças no processamento de recursos ao TST</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12804"&gt;Notícias do TST - 02/09/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Protocolado projeto de lei sobre mudanças no processamento de recursos ao TST&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A introdução de alterações em diversos dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho relativos ao processamento de recursos para o Tribunal Superior do Trabalho é o ponto principal do Projeto de Lei nº 2214/2011, de autoria do deputado Valtenir Pereira, protocolado ontem (1) na Câmara dos Deputados. O PL 2214 reúne as sugestões apresentadas pelo Tribunal Superior do Trabalho com vistas ao aperfeiçoamento da legislação processual trabalhista, reunidas na Semana do TST, realizada em maio, e formalizadas na&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/DGCJ/IndiceResolucoes/ResAdm/2011_ra1451.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Resolução Administrativa nº 1451&lt;/a&gt;&amp;nbsp;do Órgão Especial do TST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto busca promover atualizações e aperfeiçoamentos na sistemática atual dos recursos examinados pelo TST (embargos, recursos de revista e embargos declaratórios) e instituir medidas de celeridade para decisões em recursos cujos temas estejam superados pela jurisprudência pacífica dos Tribunais Superiores competentes. Cria, ainda, dispositivos normativos para impor sanções e coibir a interposição de recursos manifestamente protelatórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto proposto atualiza o artigo 894 da CLT, que trata das hipóteses de cabimento de embargos, para incluir, entre elas, as decisões das Turmas do TST contrárias a súmulas vinculantes do STF. Acrescenta ainda a possibilidade de o relator denegar seguimento aos embargos nos casos de inadequação e de impor sanções nos casos em que há intuito protelatório, e prevê a possibilidade de recurso interno no TST para impugnação dessa decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tocante ao artigo 896, que trata dos recursos de revista, a redação proposta acrescenta também a hipótese de contrariedade às sumulas vinculantes do STF e institui disposições normativas de pressupostos recursais consagrados pela jurisprudência do TST, como a obrigatoriedade de a parte indicar o trecho da decisão recorrida que contém o prequestionamento da matéria do recurso e a indicação explícita e fundamentada da lei ou jurisprudência alegadamente contrariada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/ASCS/arquivos/PL_2214_2011-1.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para ler a íntegra do PL 2214/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-6871398684614682371?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/6871398684614682371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/protocolado-projeto-de-lei-sobre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6871398684614682371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6871398684614682371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/09/protocolado-projeto-de-lei-sobre.html' title='Protocolado projeto de lei sobre mudanças no processamento de recursos ao TST'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-8973989951434168383</id><published>2011-08-20T11:29:00.000-07:00</published><updated>2011-08-20T11:29:47.316-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Vara do Trabalho de Navegantes (SC) será a primeira a instalar processo eletrônico</title><content type='html'>&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#e6e6e6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12734"&gt;Notícias do TST - 19/08/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Vara do Trabalho de Navegantes (SC) será a primeira a instalar processo eletrônico&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Vara do Trabalho de Navegantes, em Santa Catarina, será a primeira a instalar, em caráter experimental, o Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT). O anúncio das quatro varas selecionadas para a experiência piloto foi feito pelo presidente do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministro João Oreste Dalazen, durante a sexta sessão ordinária, realizada nesta sexta-feira (19.08).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o ministro, a implantação do sistema na Vara do Trabalho de Navegantes está prevista para dezembro de 2011. Em janeiro de 2012, será a vez da Vara do Trabalho de Caucaia (CE). Já a Vara do Trabalho de Várzea Grande (MT) testará o sistema em fevereiro de 2012 e a de Arujá (SP), em março de 2012. “Essa definição obedeceu a critérios técnicos e levou em conta, sobretudo, a circunstância de cuidar-se de Vara do Trabalho nova, em unidade que não se exigirá a distribuição”, afirmou o presidente do CSJT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro também destacou o engajamento dos Tribunais Regionais do Trabalho que darão suporte às Varas. “Eu enunciaria também a circunstância de o Tribunal Regional estar estruturado e motivado para muito brevemente receber recursos referentes ao novo Processo Eletrônico. Essas regiões a que fiz referência, além de serem candidatas a tal primazia, se firmaram como parceiras mais imediatas na construção do PJe-JT e dispõem de estrutura mais adequada para que o Processo Judicial Eletrônico seja implantado nas respectivas Varas do Trabalho”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do CSJT reforçou que o desenvolvimento do PJe-JT está de acordo com o cronograma estabelecido. “Tudo isso significa a auspiciosa comunicação de que o Processo Judicial Eletrônico ora em desenvolvimento pela Justiça do Trabalho brasileira com a cooperação de todos os tribunais regionais segue a passos firmes e resolutos, cumprindo todas as etapas do cronograma destinadas à efetiva conclusão da fase inicial de desenvolvimento desse sistema, no sentido de adaptar o processo eletrônico que vem do TRF da 5ª Região”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CSJT já prepara uma normatização destinada a disciplinar os impactos na gestão administrativa e de pessoas em toda a Justiça do Trabalho decorrentes da implantação do PJe-JT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Patrícia Resende/CSJT)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-8973989951434168383?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/8973989951434168383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/tst-vara-do-trabalho-de-navegantes-sc.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/8973989951434168383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/8973989951434168383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/tst-vara-do-trabalho-de-navegantes-sc.html' title='TST: Vara do Trabalho de Navegantes (SC) será a primeira a instalar processo eletrônico'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-1690402595825695731</id><published>2011-08-20T11:26:00.000-07:00</published><updated>2011-08-20T11:26:06.877-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Ao executar contribuições sociais, JT ajudou a diminuir sonegação, aponta relatório</title><content type='html'>&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#e6e6e6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12737"&gt;Notícias do TST - 20/08/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Ao executar contribuições sociais, JT ajudou a diminuir sonegação, aponta relatório&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Neste ano, somente de custas e emolumentos, a Justiça do Trabalho arrecadou mais de R$524 milhões. Um recorde em comparação com anos anteriores. A execução dos valores resultantes das execuções de créditos judiciais (condenações trabalhistas) e de acordos celebrados em juízo passou a ser atribuição da Justiça do Trabalho desde a edição da Ementa Constitucional n.º 20/98. Segundo a emenda, a Justiça do Trabalho é competente para executar, de ofício, as contribuições sociais previstas no artigo 195, I, "a", e II, e seus acréscimos legais, decorrentes das sentenças que proferir. Antes, a Justiça apenas cientificava o INSS sobre a existência do débito previdenciário para que a autarquia previdenciária ajuizasse execução na Vara Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época em que a emenda foi promulgada, diversos doutrinadores criticaram a inovação legal, dizendo que, além de inconstitucional, tal medida representaria mais uma carga para a Justiça do Trabalho já tão assoberbada e não havia estrutura no Judiciário Trabalhista para receber esta nova incumbência. Todavia, como demonstra o Relatório Geral da Justiça do Trabalho de 2010, essa prática vem contribuindo para o melhor aparelhamento da Justiça do Trabalho, a diminuição da sonegação e o aumento da arrecadação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório mostra que a arrecadação da Justiça do Trabalho decorrente de suas decisões cresceu, em relação a 2009, 0,65%, totalizando R$ 3.137.246.558,49. Esse valor correspondeu a 27,58% de toda a despesa orçamentária executada, enquanto na Justiça Estadual esse percentual foi de 17,0% e na Justiça Federal apenas 0,5% (conforme o relatório Justiça em Números, do Conselho Nacional de Justiça - CNJ). Só a arrecadação de INSS pela Justiça do Trabalho de 2005 a 2010 subiu de R$ 990.635.687 para R$ 1.850.101.801, ou seja, quase o dobro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo desse aumento seriam as medidas adotadas para agilizar a execução, como o BacenJud, um convênio da Justiça do Trabalho com o Banco Central para fazer bloqueios online de contas bancárias para pagamento de dívidas trabalhistas e também os mutirões nacionais e regionais de conciliação, a criação de Juizados Especiais de conciliação de precatórios, acordos com governos e prefeituras para o pagamento de precatórios e a centralização de execuções de diversas ações contra a mesma empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Relatório mostra ainda o desempenho de arrecadação de todas as regiões judiciárias do país. A 2ª Região, em São Paulo, foi a que mais arrecadou: R$421 milhões. Em segundo lugar aparece a 9ª Região, Paraná, com mais de R$ 415 milhões arrecadados entre custas, emolumentos, previdência social, imposto de renda e multas, deixando para trás tribunais de Estados como Rio de Janeiro e Minas Gerais. Só para se ter uma ideia, a arrecadação da 9ª Região correspondeu a 64% do orçamento destinado pelo Governo Federal à Justiça do Trabalho do Paraná para o exercício de 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arnor Lima Neto, desembargador Federal do Trabalho e Corregedor Regional do TRT9, explica que o bom desempenho é reflexo de uma antiga preocupação na 9ª Região em relação à conclusão das execuções de créditos judiciais.  Informa que foi criado, por exemplo, o Grupo de Apoio à Execução (GAX) por iniciativa da Corregedoria Regional e com o apoio da Presidência, antes mesmo da estipulação da Meta 05/2011 do CNJ, específica para a Justiça do Trabalho. O grupo é formado por um Juiz do Trabalho Substituto coordenador, servidores e estagiários, com o objetivo de aprender e replicar boas práticas entre as unidades. Para Neto, deve-se pensar não só na prolação das sentenças mas também na efetiva cobrança do litígio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ricardo Reis) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-1690402595825695731?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/1690402595825695731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/tst-ao-executar-contribuicoes-sociais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1690402595825695731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1690402595825695731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/tst-ao-executar-contribuicoes-sociais.html' title='TST: Ao executar contribuições sociais, JT ajudou a diminuir sonegação, aponta relatório'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-699291402460354066</id><published>2011-08-18T19:42:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T19:42:45.713-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Justiça trabalhista não concede licença-prêmio a celetistas</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12722"&gt;Notícias do TST - 18/08/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Justiça trabalhista não concede licença-prêmio a celetistas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Servidoras públicas celetistas do estado de São Paulo, em contestação à sentença que julgou improcedente seu pedido, recorreram à instância superior para garantir o recebimento de licença-prêmio a que entendiam fazer jus. Mas a Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ao analisar o recurso das servidoras, manteve a decisão regional e não lhes concedeu a licença-prêmio pretendida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu recurso, as reclamantes argumentaram que os empregados públicos regidos pela CLT são considerados pela legislação estadual como servidores públicos estaduais para todos os efeitos legais. Desse modo, afirmaram fazer jus ao recebimento da licença-prêmio prevista no art. 209 da Lei Estadual n.º 10.261/68.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), porém, negou provimento ao recurso e manteve a sentença inicial de improcedência do pedido. Considerou o Regional em sua análise que os servidores estatutários e celetistas não possuem os mesmos direitos, pois pertencem a regimes jurídicos distintos e, no caso específico dos autos, não há norma legal a contemplar as recorrentes com igual direito. E ainda: à época da admissão das servidoras, 15/6/1989 e 26/10/1988, respectivamente, o direito ora pretendido já havia sido suprimido nos termos do artigo 1.º da Lei Estadual n.º 200, de 13/5/1974.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro José Roberto Freire Pimenta, relator do acórdão na Segunda Turma do TST, ressaltou que a matéria em discussão já foi objeto de apreciação nesta Corte, cujo entendimento tem sido o de que a licença-prêmio prevista no artigo 209 da Lei Estadual 10.261/68 tem incidência restrita aos servidores públicos estatutários, não contemplando os servidores públicos celetistas. Assim, entendeu superados os arestos passíveis de confronto, nos termos do artigo 896, parágrafo 4.º, da CLT e da Súmula 333 do TST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em consonância com o entendimento da relatoria, a Segunda Turma, unanimemente, não acolheu o pedido das recorrentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=214890&amp;amp;ano_int=2010&amp;amp;qtd_acesso=2637485" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR-134600-67.2007.5.02.0054&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Raimunda Mendes)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-699291402460354066?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/699291402460354066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/tst-justica-trabalhista-nao-concede.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/699291402460354066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/699291402460354066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/tst-justica-trabalhista-nao-concede.html' title='TST - Justiça trabalhista não concede licença-prêmio a celetistas'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-201679305146790333</id><published>2011-08-18T19:31:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T19:31:17.268-07:00</updated><title type='text'>Programa TV TST discute o sucesso da conciliação na Justiça do Trabalho</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/7uz7Aq1dtdI?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-201679305146790333?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/201679305146790333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/programa-tv-tst-discute-o-sucesso-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/201679305146790333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/201679305146790333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/programa-tv-tst-discute-o-sucesso-da.html' title='Programa TV TST discute o sucesso da conciliação na Justiça do Trabalho'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/7uz7Aq1dtdI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-5019394197724563004</id><published>2011-08-12T15:07:00.001-07:00</published><updated>2011-08-12T15:07:57.641-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Repercussão geral: processos sobrestados aguardam no TST decisão do STF</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12680"&gt;Notícias do TST - 12/08/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Repercussão geral: processos sobrestados aguardam no TST decisão do STF&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No Tribunal Superior do Trabalho, até o final de julho deste ano, 24.655 processos encontravam-se suspensos, aguardando análise de temas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). São os processos denominados&amp;nbsp;&lt;b&gt;sobrestados&lt;/b&gt;, cujos recursos comportam temas reconhecidos pelo STF como de repercussão geral, ou seja, considerados relevantes do ponto de vista econômico, político, social ou jurídico, e que ultrapassem os interesses subjetivos da causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2007, quando o instituto da repercussão geral foi definitivamente adotado pelo TST, o número de sobrestamentos tem crescido: foram 2.674 em 2008; 5.969 em 2009; e 8.725 em 2010. Os temas são diversos: competência da Justiça do Trabalho, dispensa de empregados de empresa pública, equiparação salarial e diversas questões processuais, dentre outros. A medida se aplica aos recursos extraordinários, instrumento por meio do qual as partes pretendem que seu caso seja examinado pelo STF. Como o STF reconheceu que o tema tem repercussão geral mas ainda não se posicionou quanto ao mérito, o TST deixou de encaminhá-los, aguardando primeiro a decisão de mérito para depois dar ou negar seguimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema com maior número de processos sobrestados é o que diz respeito à responsabilidade subsidiária do ente público nos contratos de terceirização, em caso de inadimplemento das obrigações trabalhistas por parte da empresa prestadora de serviços (8.316 processos). Em segundo lugar, os processos que aguardam decisão quanto à exigibilidade de depósitos do FGTS em caso de contrato nulo por ausência de concurso público (6.474) e, em terceiro, os que tratam da competência da Justiça do Trabalho em questões referentes à complementação de aposentadoria e pensão por entidades de previdência privada, vinculadas ao contrato de trabalho (3.978 processos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto essas questões não forem decididas pelo Supremo, os processos permanecem parados no TST, causando, por vezes, dúvidas nos jurisdicionados quanto à celeridade da Justiça do Trabalho. Os canais de acesso ao TST à disposição do cidadão, como a Ouvidoria, muitas vezes têm que explicar à parte interessada o motivo pelo qual um processo fica parado às vezes durante anos no TST, sem qualquer andamento, aguardando uma decisão que não depende do próprio TST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Repercussão geral&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recurso extraordinário (RE) é um instrumento processual de caráter excepcional, dirigido ao Supremo Tribunal Federal, contra decisões de outros tribunais, em única ou última instância, quando houver ofensa a norma da Constituição Federal. Com a grande quantidade de recursos extraordinários que desaguavam no STF diariamente, a Corte Superior sentiu a necessidade de racionalizar a atividade jurisdicional e de criar um filtro para a “subida” desse tipo de impugnação para apreciação dos ministros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução veio com a&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc45.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;Emenda Constitucional nº 45&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, rotulada como “Reforma do Judiciário”, que acrescentou o parágrafo 3º ao artigo 102 da Constituição da República - que trata do recurso extraordinário ao Supremo Tribunal Federal -, elegendo como requisito específico de admissibilidade do RE a “repercussão geral”. O novo texto constitucional, entretanto, dependia de regulamentação, o que foi feito a partir da edição da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11418.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;Lei 11.418/06&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão “repercussão geral”, por traduzir interpretação ampla, terminou por gerar dúvidas quanto à sua correta aplicação. Afinal, que tema deve ser considerado como tendo repercussão geral? Para responder a essa pergunta, a&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11418.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;Lei 11.418/06&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;acrescentou ao&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5869compilada.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;Código de Processo Civil&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;o artigo 543-A, que explica, no parágrafo primeiro: “Para efeito da repercussão geral, será considerada a existência, ou não, de questões relevantes do ponto de vista econômico, político, social ou jurídico, que ultrapassem os interesses subjetivos da causa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de dedicar um parágrafo inteiro a decifrar o significado da expressão “repercussão geral”, o conceito, amplo, ainda comporta dúvidas. Afinal, relevância econômica, política, social ou jurídica ainda são conceitos muito subjetivos. O crivo, é claro, é dos ministros do STF. Eles é que, em última análise, decidem o que é relevante ou não. Mas uma coisa é certa: questões pessoais, que só importam às partes, não serão aceitas pelo Supremo. A finalidade do instituto, portanto, é de “uniformizar a interpretação constitucional, sem exigir que o STF decida múltiplos casos idênticos sobre a mesma questão constitucional”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Procedimento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recurso extraordinário precisa obedecer a certos critérios para ser recebido. São os pressupostos de admissibilidade. Quanto ao tema, as novas regras para esse tipo de impugnação impuseram um novo requisito para admissibilidade do recurso: "o recorrente deverá demonstrar, em preliminar de recurso, para apreciação exclusiva do Supremo Tribunal Federal, a existência de repercussão geral” (parágrafo 2º do artigo 543-A do CPC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois pontos devem ser destacados desse parágrafo: ao contrário do que ocorre com todos os demais requisitos de admissibilidade do recurso extraordinário, a repercussão geral é matéria a ser analisada exclusivamente pelo STF, e o requisito da repercussão geral é antecedente e prejudicial a qualquer outro, de modo que incumbe ao recorrente, antes de discutir qualquer matéria, demonstrar a existência dessa transcendência da causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As decisões que negarem repercussão geral a determinados temas têm eficácia vinculante, ou seja, valem para todos os recursos sobre matéria idêntica, que serão indeferidos liminarmente. Tal decisão é irrecorrível. Se reconhecida a repercussão geral, os demais recursos extraordinários sobre o mesmo tema deverão ser sobrestados até a decisão de mérito do STF, que servirá de paradigma para os outros casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Processamento (*)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Recurso Extraordinário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Verifica-se se o RE trata de matéria isolada ou de matéria repetitiva (processos múltiplos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a.1) Quanto às matérias isoladas, realiza-se diretamente o juízo de admissibilidade, exigindo-se, além dos demais requisitos, a presença de preliminar de repercussão geral, sob pena de inadmissibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a.2) Quanto aos recursos extraordinários múltiplos (que discutem vários temas):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a.2.1) Selecionam-se cerca de três recursos extraordinários representativos da controvérsia, com preliminar de repercussão geral e que preencham os demais requisitos para sua admissibilidade, que deverão ser remetidos ao STF. Os demais processos sobre o tema devem ser mantidos sobrestados, inclusive os que forem interpostos a partir de então (parágrafo 1º do art. 543-B do CPC). Não há necessidade de prévio juízo de admissibilidade dos recursos que permanecerão sobrestados (artigo 328-A, parágrafo 1º, do Regimento Interno do STF, inserido pela Emenda Regimental 23/2008).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a.2.2) Os recursos extraordinários múltiplos que forem remetidos ao STF em desacordo com o parágrafo 1º do artigo 543-B do CPC, ou seja, em número além do necessário para que o Tribunal tenha conhecimento da controvérsia, serão devolvidos aos órgãos julgadores de origem, nos termos da Portaria 138/2009 da Presidência do STF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a.2.3) Se a seleção ainda não foi feita para um assunto específico, mas já houve pronunciamento do STF quanto à repercussão geral do assunto em outro recurso, é desnecessária a remessa de recursos representativos da mesma controvérsia, e todos os recursos extraordinários e agravos de instrumento sobre o tema podem ser imediatamente sobrestados. A identificação dessa hipótese se dá pela consulta às matérias com repercussão geral reconhecida, no portal do Supremo Tribunal Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Proferida a decisão sobre repercussão geral no STF, surgem duas possibilidades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b.1) se o STF decidir pela inexistência de repercussão geral, consideram-se não admitidos os recursos extraordinários e eventuais agravos de instrumento interpostos de acórdãos publicados após 3 de maio de 2007 (parágrafo 2º do art. 543-B do CPC). Os recursos extraordinários e eventuais agravos de instrumento interpostos de acórdãos publicados anteriormente a essa data devem ser remetidos ao STF para distribuição e julgamento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b.2) se o STF decidir pela existência de repercussão geral, aguarda-se a decisão do Plenário sobre o mérito do assunto, sobrestando-se os recursos extraordinários anteriores ou posteriores àquela data;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b.2.1) se o acórdão de origem estiver em conformidade com a decisão que vier a ser proferida, consideram-se prejudicados os recursos extraordinários, anteriores e posteriores (parágrafo 3º do art. 543-B do CPC);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b.2.2) se o acórdão de origem contrariar a decisão do STF, encaminha-se o recurso extraordinário, anterior ou posterior, para retratação (parágrafo 3º do art. 543-B do CPC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Agravos de instrumento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1) Os agravos de instrumento interpostos das decisões que não admitiram recursos extraordinários, já sujeitos ao requisito legal da repercussão geral, podem ser sobrestados quando tratarem de assuntos assuntos já encaminhados à decisão sobre repercussão geral (Artigo 328-A, parágrafo 1º, do Regimento Interno do STF).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2) Os agravos de instrumento múltiplos que forem remetidos ao STF em desacordo com o parágrafo 1º do art. 543-B do CPC, ou seja, em número além do necessário para representar a controvérsia, serão devolvidos aos órgãos de origem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3) Decidida a questão da repercussão geral no Plenário Virtual, surgem as seguintes possibilidades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) negada a repercussão geral, os agravos ficam prejudicados, assim como os REs;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) admitida a repercussão geral, os agravos ficam sobrestados, assim como os REs, até o julgamento do mérito do&amp;nbsp;&lt;i&gt;leading case&lt;/i&gt;(caso paradigma), surgindo, então as seguintes hipóteses:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b.1) se a decisão no&amp;nbsp;&lt;i&gt;leading case&lt;/i&gt;&amp;nbsp;seguir a mesma orientação dos acórdãos recorridos, ficam prejudicados os agravos e os REs;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b.2) se a decisão seguir em sentido diverso dos acórdãos recorridos, abrem-se duas possibilidades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b.2.1) se não se verificar hipótese de retratação da própria decisão de inadmissibilidade do RE, o agravo deve ser remetido ao STF;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b.2.2) se for exercido o juízo de retratação nos agravos (admitindo-se o RE), abre-se a possibilidade da retratação do próprio acórdão recorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) os agravos de instrumento pendentes no STF em 13/03/2008 serão por estes julgados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Vigência&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A preliminar formal de repercussão geral é exigida nos recursos extraordinários interpostos de acórdãos publicados a partir de 3/5/2007, data da entrada em vigor da Emenda Regimental nº 21/2007 ao Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, que estabeleceu as normas necessárias à execução das disposições legais e constitucionais sobre o novo instituto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os recursos extraordinários anteriores não devem ter seu seguimento denegado por ausência da preliminar formal de repercussão geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os recursos extraordinários e respectivos agravos de instrumento anteriores e posteriores a 3/5/2007, quando múltiplos, sujeitam-se a sobrestamento, retratação e reconhecimento de prejuízo sempre que versarem sobre temas com repercussão geral reconhecida pelo STF. Os que estiverem pendentes no STF poderão também ser devolvidos à origem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Agravo de Instrumento (**)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repercussão geral trouxe consigo uma profunda alteração no sistema processual vigente. Trata-se da impossibilidade de interposição de agravo de instrumento contra decisão que aplica precedente de repercussão geral do STF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No julgamento da Questão de Ordem no Agravo de Instrumento nº 760358/SE, de relatoria do ministro Gilmar Mendes (publicada no Diário da Justiça eletrônico de 19/2/2010), o Plenário do STF firmou o entendimento de que a utilização do agravo de instrumento não seria adequada para corrigir eventuais equívocos na aplicação da sistemática de repercussão geral. O único instrumento processual disponível para essa finalidade é o agravo interno, a ser interposto no Tribunal de origem, pois esse instrumento recursal possibilitará tal correção na via do juízo de retratação ou por decisão colegiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Supremo assentou, ainda, que o instituto da reclamação também não é adequado para impugnar despacho de admissibilidade que aplica decisão do STF em repercussão geral. Segundo a jurisprudência do STF, portanto, só é cabível o agravo interno no Tribunal de origem para dirimir suposto erro na aplicação do precedente de repercussão geral ao caso concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No âmbito do Tribunal Superior do Trabalho, à falta de previsão no Regimento Interno de cabimento de agravo regimental para essa finalidade, o Órgão Especial entendeu por bem admitir o recurso interposto pela parte como o agravo previsto no artigo 557, parágrafo 1º, do CPC. Nesse tipo de recurso, a parte deve demonstrar de forma clara que houve má aplicação do sistema de repercussão geral, ou, ainda, fazer a distinção entre o caso concreto e o precedente judicial, a fim de demonstrar que não é o caso de aplicação de determinado precedente na hipótese em julgamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hipótese de recurso manifestamente infundado, o Órgão Especial do TST vem aplicando à parte agravante, com base no artigo 557, parágrafo 2º, do CPC, multa de 10% sobre o valor corrigido da causa, em proveito da parte contrária, condicionando a interposição de qualquer outro recurso ao depósito do respectivo valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Temas correlatos à Justiça do Trabalho no STF&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversos temas relacionados ao Direito do Trabalho já possuem decisão quanto ao reconhecimento ou não de repercussão geral pelo STF. Eis alguns deles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Com repercussão reconhecida pelo STF&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (018) Fracionamento de execução contra a Fazenda Pública para pagamento de honorários advocatícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (019) Indenização pelo não encaminhamento de projeto de lei de reajuste anual dos vencimentos de servidores públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (024) Base de cálculo do adicional por tempo de serviço de servidor público admitido antes da Emenda Constitucional nº 19/98.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (028) Fracionamento da execução com expedição de precatório para pagamento de parte incontroversa da condenação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (032) Reserva de lei complementar para instituir requisitos à concessão de imunidade tributária às entidades beneficentes de assistência social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (036) Alcance da competência da Justiça do Trabalho para execução de contribuições previdenciárias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (043) Competência para julgar reclamações de empregados temporários submetidos a regime especial disciplinado em lei local editada antes da Constituição de 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (045) Expedição de precatório antes do trânsito em julgado do título judicial exequendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (067) Extensão aos inativos da GDASST (Gratificação de Desempenho de Atividade da Seguridade Social e do Trabalho) em 60 pontos a partir da Medida Provisória nº 198/94, convertida na Lei nº 10.971/2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (082) Legitimidade de entidade associativa para promover execuções, na qualidade de substituta processual, independentemente da autorização de cada um de seus filiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (096) Incidência de juros de mora no período compreendido entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (100) a) Aplicação do art. 741, parágrafo único, do Código de Processo Civil, no âmbito dos Juizados Especiais Federais. b) Possibilidade de desconstituição de decisão judicial, de processo com trânsito em julgado, fundada em norma posteriormente declarada inconstitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (106) a) Competência para, após o advento da Lei nº 8.112/90, julgar os efeitos de decisão anteriormente proferida pela Justiça do Trabalho. b) Extensão do reajuste de 84,32%, relativo ao IPC do mês de março de 1990 (Plano Collor), concedido pela Justiça Federal em decisão transitada em julgado, a outros servidores;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (116) Direito a honorários advocatícios nas ações que visam obter expurgos inflacionários de FGTS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (131) Despedida imotivada de empregados de empresa pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (137) Prazo para oposição de embargos à execução contra a Fazenda Pública e daqueles opostos em execuções trabalhistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (148) Individualização de créditos de litisconsortes para efeito de fracionamento do valor principal da execução contra a Fazenda Pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (149) Competência para processar e julgar causa que envolve contribuição previdenciária instituída pelo Estado membro incidente sobre complementação de proventos e de pensões por ele paga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (152) Renúncia genérica a direitos mediante adesão a plano de demissão voluntária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (153) Extensão, em relação aos servidores inativos, dos critérios de cálculo da GDATA e da GDASST estabelecidos para os servidores em atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (166) Contribuição, a cargo da empresa, incidente sobre 15% do valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços desenvolvidos por cooperativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (190) Competência para processar e julgar causas que envolvam complementação de aposentadoria por entidades de previdência privada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (191) Recolhimento de FGTS na contratação de servidor público sem a prévia aprovação em concurso público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (222) Extensão do adicional de risco portuário ao trabalhador portuário avulso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (242) Competência para processar e julgar ações indenizatórias decorrentes de acidente do trabalho propostas por sucessores do trabalhador falecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (246) Responsabilidade subsidiária da Administração Pública por encargos trabalhistas gerados pelo inadimplemento de empresa prestadora de serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (253) Aplicabilidade do regime de precatórios às entidades da Administração Indireta prestadoras de serviços públicos essenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (256) Complementação de aposentadoria de ex-empregado da FEPASA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (282) Subsistência, após a Emenda Constitucional nº 19/98, dos subtetos salariais criados com amparo na redação original do art. 37, XI, da Constituição Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (293) Contagem especial de tempo de serviço, prestado sob condições insalubres, em período anterior à instituição do Regime Jurídico Único.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (305) Competência para processar e julgar ações de cobrança de honorários advocatícios arbitrados em favor de advogado dativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (308) Efeitos trabalhistas decorrentes de contratação pela Administração Pública de empregado não submetido à prévia aprovação em concurso público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (315) Aumento de vencimentos e extensão de vantagens e gratificações pelo Poder Judiciário e pela Administração Pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (383) Equiparação de direitos trabalhistas entre terceirizados e empregados de empresa pública tomadora de serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (409) Extensão, em relação aos servidores inativos, dos critérios de cálculo da GDPST estabelecidos para os servidores em atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (414) Competência para processar e julgar ação em que se discute a prestação de benefícios previdenciários decorrentes de acidentes de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sem repercussão reconhecida pelo STF&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (062) Aplicabilidade do prazo prescricional do art. 7º, XXIX, da Constituição Federal (na redação dada pela Emenda Constitucional nº 28/2000) às ações trabalhistas ajuizadas por trabalhadores rurais cujos contratos de trabalho estavam vigentes à época da publicação da referida Emenda (não).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (164) Contribuição social, a cargo das cooperativas de trabalho, sobre as importâncias pagas, distribuídas ou creditadas aos seus cooperados, a título de remuneração por serviços prestados a pessoas jurídicas por intermédio delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (189) Pensão decorrente de morte de servidor que, apesar de contratado pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho, faleceu após o advento da Lei nº 8.112/90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (193) Incorporação a contrato individual de trabalho de cláusulas normativas pactuadas em acordos coletivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (197)Cobrança de contribuição assistencial, instituída por assembleia, de trabalhadores não-filiados a sindicato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (219) Extensão a beneficiários de plano de previdência privada complementar de vantagem outorgada a empregados ativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (245) Base de cálculo do adicional de periculosidade dos empregados do setor de energia elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (248) Pressupostos de admissibilidade de ação rescisória no âmbito da Justiça do Trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (306) Natureza jurídica dos juros, em reclamatória trabalhista, para fins de incidência de Imposto de Renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (356) Adicional de periculosidade em decorrência de armazenamento de agentes inflamáveis em prédio vertical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (357) Redução do intervalo intrajornada e majoração da jornada de trabalho, no regime de turnos ininterruptos de revezamento, por negociação coletiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- (459) Requisitos legais para enquadramento de pessoa jurídica como entidade beneficente de assistência social para fins de imunidade tributária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Processos sobrestados na Coordenadoria de Recursos do TST até julho/ 2011 (***)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/ASCS/arquivos/sobrestados.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para ver a tabela com os temas e o número de processos sobrestados no TST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Legislação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- CF/88, artigo 102, § 3º, acrescido pela Emenda Constitucional nº 45/04.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- CPC, artigos 543-A e 543-B, acrescidos pela Lei nº 11.418/06.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Regimento Interno do STF,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Artigos nºs 322-A e 328, com a redação da Emenda Regimental nº 21/2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Artigo nº 328-A, com a redação da Emenda Regimental nº 23/08 e da Emenda Regimental nº 27/2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Artigo nº 13, com a redação da Emenda Regimental nº 24/2008 e da Emenda Regimental nº 29/2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Artigo nº 324, com a redação da Emenda Regimental nº 31/2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Portaria 138/2009 da Presidência do STF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Glossário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sobrestamento – Suspensão temporária do processo ou de ato jurídico. É a paralisação do curso do processo, que deixa de ter andamento em virtude da existência de alguma questão prejudicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Repercussão Geral – Relevância do ponto de vista econômico, político, social ou jurídico. Segundo o ministro do STF, Gilmar Mendes, a repercussão geral é “uma forma de selecionar os temas que são apreciados pelo STF devido a sua relevância”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Efeito vinculante – Obrigatoriedade de aplicação do entendimento firmado na decisão a todos os outros processos que versem sobre o mesmo tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Transcendência Jurídica - “desrespeito patente aos direitos humanos fundamentais ou aos interesses coletivos indisponíveis, com comprometimento da segurança e estabilidade das relações jurídicas”. (Definição proposta pelo Projeto de Lei nº 3.267, de 2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Paradigma - exemplo, modelo, referência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Leading case - decisão que cria o precedente, com força obrigatória para casos idênticos futuros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Referências&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- MARINONI, Luiz Guilherme; Mitidiero, Daniel. "Repercussão Geral no Recurso Extraordinário", 2. ed. rev. e amp., São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- DANTAS, Bruno. "Repercussão geral: perspectivas histórica, dogmática e de direito comparado: questões processuais", 2. ed. rev. e amp. Sao Paulo: Editora Revista dos Tribunais. 2009.Dantas, Bruno; Repercussão Geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- MANCUSO, Rodolfo de Camargo. "Recurso extraordinário e recurso especial", 10. ed. – São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- CÔRTES, Osmar Mendes Paixão. "Recurso extraordinário – origem e desenvolvimento no direito brasileiro". 2. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Cláudia Valente/CF)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Informações constantes no site do Supremo Tribunal Federal – Relatório sobre Repercussão Geral elaborado pelo Gabinete da Presidência. (http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/jurisprudenciaRepercussaoGeralRelatorio/anexo/RelatorioRG_Mar2010.pdf).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(**) Colaboração de Lauro Guimarães Machado Júnior – assessor da Presidência do TST&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(***) Colaboração da Coordenadoria de Recursos do TST (CREC)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-5019394197724563004?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/5019394197724563004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/repercussao-geral-processos-sobrestados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/5019394197724563004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/5019394197724563004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/repercussao-geral-processos-sobrestados.html' title='Repercussão geral: processos sobrestados aguardam no TST decisão do STF'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-6786300305467584068</id><published>2011-08-11T18:17:00.000-07:00</published><updated>2011-08-11T18:17:38.352-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TRT 10'/><title type='text'>TRT 10 - Homenagem aos magistrados: A lida de um juiz</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;&lt;div&gt;Fonte: Notícias do TRT da 10ª Região&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;TRT 10 - &lt;a href="http://www.trt10.jus.br/?mod=ponte.php&amp;amp;ori=ini&amp;amp;pag=noticia&amp;amp;path=ascom/index.php&amp;amp;ponteiro=39803"&gt;Homenagem aos magistrados:  A lida de um juiz&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="imagefloat" src="http://www.trt10.jus.br/img_noticias/imagem20110809113539_thumb.jpg" style="border: 1px solid gray; margin-left: 10px; padding: 5px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;fontxyz face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"&gt;O ambiente formal, a pressão das pautas, as pilhas de processos para despachar na secretaria e outros tantos, esperando para serem julgados, as partes aguardando na sala de audiências. Isso sem falar na grande responsabilidade que carregam na hora de atribuírem o direito ao seu destinatário no caso concreto. &lt;/fontxyz&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;fontxyz face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"&gt;Não se pode esquecer ainda dos compromissos que têm como pessoa comum, como homem, mulher, pai e mãe de família. Esse é o dia a dia dos magistrados que atuam na Justiça do Trabalho. Ressalte-se que essa rotina está longe de ser monótona!  &lt;/fontxyz&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;fontxyz face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"&gt;A Juíza do Trabalho, titular da Vara do Trabalho do Gurupi-TO,  Noemia Aparecida Garcia Porto, que o diga! Ela é magistrada, professora universitária e doutoranda pela Universidade de Brasília (UNB) e atualmente é, ainda, presidente da Amatra 10. &lt;/fontxyz&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;fontxyz face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"&gt;A respeito do ofício que exerce a juíza depõe que: “A magistratura deve ser um exercício de compromisso; compromisso com a Constituição e com os direitos fundamentais. Numa democracia, a legitimidade da magistratura é construída, e não algo que já existe pelo só-fato da investidura no cargo”.  Além disso, Noemia acrescenta que “ser juiz permite cotidianamente participar do direito vivo, da dinâmica da vida de outras pessoas e, por isso mesmo, exige coragem para o enfrentamento do cotidiano e ao mesmo tempo humildade para reconhecer que é necessário permanecer um eterno estudante”.&lt;/fontxyz&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;fontxyz face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"&gt;No 2º grau a rotina é um pouco diferente, mas não tão menos dinâmica. Também para os desembargadores do trabalho, que atuam na 2ª instância, a vida não é moleza! Nos gabinetes de magistrados de 2º grau chegam todos os processos que vêm do 1º grau. A diferença é que agora o juiz, que será o relator, vai analisar um recurso de uma ou até mesmo de ambas as partes, que não se conformaram com a decisão originária, depois o processo segue para ser submetido à apreciação da Turma, no Tribunal. &lt;/fontxyz&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;fontxyz face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"&gt;Por outro lado, traçando um perfil da trajetória de cada um dos nossos magistrados percebe-se algo em comum: o espírito de luta, a garra, a determinação, a coragem – afinal, são anos de estudo para conquistar a profissão tão sonhada. É preciso frequentar por 5 anos a graduação e, atualmente, adquirir mais 3 anos  de “práticas forenses”. No entanto, o ingresso na carreira só se faz após aprovação no concurso público de provas e títulos. Haja determinação!&lt;/fontxyz&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;fontxyz face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"&gt;O Desembargador Federal do Trabalho José Ribamar Lima Júnior é um dos que podem falar o quanto  batalhou para chegar onde está. Com quase 20 anos de magistratura ele, que já foi advogado, concursando, servidor público, entrou na magistratura  em 1992. Apesar de muito novo,  logo percebeu que era essa a sua vocação, pois advogar, definitivamente, não era  o seu desejo. &lt;/fontxyz&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;fontxyz face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"&gt;Sobre a carreira de magistrado ele diz: “A magistratura impõe determinadas limitações de ordem pessoal. Isto se deve em razão da necessidade que tem o juiz de atuar com isenção e independência. Ser magistrado é estar capacitado para, imune a pressões e obediente às suas convicções, solucionar conflitos de interesses, sem neles se envolver”.  Segundo o magistrado, o processo de redemocratização do País - e a consequente evolução pela qual passou o Brasil e a própria magistratura – propiciou maior aproximação do juiz com a sociedade e vice-versa. &lt;/fontxyz&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;fontxyz face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"&gt;Por fim, para aqueles que querem seguir a carreira, ele recomenda: “A magistratura é um sacerdócio, exige muita dedicação e compromisso”, Então, “se este é o seu ideal, lute por ele. Não desista!”  &lt;/fontxyz&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;fontxyz face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"&gt;A todos os nossos queridos magistrados da 10ª Região, bem como de todas as Regiões, Foros e Tribunais do Brasil, nossas homenagens pelo dia de hoje, aliás, por todos os dias, vocês merecem! &lt;/fontxyz&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;fontxyz face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"&gt;Silvia Regina Barros Pereira – Coordenadoria de Comunicação Social e Cerimonial&lt;/fontxyz&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-6786300305467584068?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/6786300305467584068/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/trt-10-homenagem-aos-magistrados-lida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6786300305467584068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6786300305467584068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/trt-10-homenagem-aos-magistrados-lida.html' title='TRT 10 - Homenagem aos magistrados: A lida de um juiz'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-7911245194247718400</id><published>2011-08-09T19:41:00.000-07:00</published><updated>2011-08-09T19:41:27.781-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News STJ'/><title type='text'>Aprovados pelo Senado, indicados para ministro do STJ defendem racionalização de processos</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="padding-bottom: 10px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #9d362e; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=102798"&gt; Notícias do STJ&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="conteudo_texto" style="color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; text-decoration: none;"&gt;O plenário do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (9) os dois nomes indicados para vagas de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Durante a sabatina promovida pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), os desembargadores Marco Aurélio Bellizze Oliveira e Marco Aurélio Gastaldi Buzzi defenderam a racionalização do processo judicial e a busca de medidas alternativas à judicialização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bellizze Oliveira afirmou que todos os tribunais superiores deveriam possuir instrumentos para conter o ingresso de recursos. Desde a reforma do Judiciário, os recursos extraordinários devem ter repercussão geral para serem admitidos no Supremo Tribunal Federal (STF). O tribunal também pode definir súmulas de caráter vinculante para os demais tribunais e para a administração pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em matérias de direitos disponíveis, o desembargador defendeu a busca da conciliação. Indicado à vaga aberta pela saída do ministro Luiz Fux (que foi para o STF), ele disse que outras medidas de racionalização do processo e da administração judiciária deveriam ser buscadas antes da reestruturação do quadro de ministros, que é uma solução mais cara e definitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) desde 2004 e magistrado desde 1990, Oliveira afirmou ainda que o excesso de rotatividade de servidores afeta os trabalhos das instituições de todos os Poderes da República, que não se justifica a necessidade de licença das assembleias estaduais para processamento de governadores perante o STJ e que a atuação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é fundamental. Quanto ao órgão, ele ponderou que eventuais excessos devem ser controlados por meio do sistema de contrapesos disponível, como ocorre com todas as instituições brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oliveira defendeu ainda a ampliação dos legitimados para pedir a federalização de processos, o chamado incidente de deslocamento de competência (IDC). Ele concordou com a possibilidade de estender a apresentação de IDC ao STJ a todos os legitimados para propor ação direta de inconstitucionalidade ao Supremo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma preocupação comum dos parlamentares foi a morosidade do Judiciário e as novas leis penais. Pretendo trazer minha experiência de policial, de advogado público e privado e de juiz de execução penal para esse celeiro de boas decisões que é o STJ”, afirmou em entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gastaldi Buzzi também defendeu a adoção de meios alternativos e consensuais de resolução de conflitos, como as atividades parajudiciais usadas em outros países. O desembargador catarinense mostrou-se favorável à chamada “PEC dos recursos”, proposta de emenda constitucional que visa impedir o efeito suspensivo nos recursos extraordinário e especial. Segundo Buzzi, o sistema era adotado no Brasil até recentemente, e foi progressivamente afastado pela legislação ordinária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, as férias dos magistrados e o recesso dos parlamentares devem ser reduzidos. “Nós temos desafios que são comuns a todas as áreas de jurisdição, como o volume de processos e o modo como distribuímos a justiça. Há muito que aperfeiçoar e estudar, para não se adotar algo que logo tenha que ser alterado”, avaliou Buzzi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Temos excelentes propostas de reformas das leis instrumentais – porque são elas, sim, que dão celeridade ao andamento do processo. Creio que há boas coisas para serem feitas, e algumas delas são fáceis. Ao menos essas, elementares, nós temos o dever de estudá-las”, completou o desembargador indicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele destacou também sua atuação em meios alternativos de resolução de conflitos, há 16 anos. “Acredito que a sentença e o processo sejam uma das maiores conquistas da sociedade moderna. Mas também creio que conflitos mais singelos devam ser resolvidos de modo muitíssimo mais singelo do que esses que temos no Brasil, com muito menos recursos”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Questão material singela não deve receber um aparato instrumental complexo, isso é uma lógica simples e que existe em todo o mundo há mais de século. Nós já a tivemos no Brasil, na Constituição do Império, e perdemos essa noção histórica”, lembrou Buzzi. “Existem muitas alternativas que são amplamente positivas, já foram testadas em outros países e trazem resultados concretos, não só teóricos”, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="ftp://ftp.stj.gov.br/fotos/Fotos%20do%20dia/Agosto%202011/09-08-11%20Sabatina%20dos%20desembargadores%20Marco%20Aurelio%20Bellizze%20e%20Marco%20Aurelio%20Buzzi%20na%20CCJ%20do%20Senado%20-LA/LAR_1675.JPG" style="color: #2465a4; font-family: 'trebuchet ms', arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-decoration: underline;"&gt;Foto&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- Os desembargadores Marco Aurélio Gastaldi Buzzi (E) e Marco Aurélio Bellizze Oliveira (D) durante a sabatina; ao centro, o presidente da CCJ, senador Eunício Oliveira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="obj_texto_autor" style="color: #494949; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-weight: bold; text-decoration: none;"&gt;STJ: Coordenadoria de Editoria e Imprensa&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-7911245194247718400?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/7911245194247718400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/aprovados-pelo-senado-indicados-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/7911245194247718400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/7911245194247718400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/aprovados-pelo-senado-indicados-para.html' title='Aprovados pelo Senado, indicados para ministro do STJ defendem racionalização de processos'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-4925500591420089170</id><published>2011-08-05T20:14:00.000-07:00</published><updated>2011-08-05T20:14:37.948-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Indústria é setor econômico com maior número de processos na JT em 2010</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12661"&gt;Notícias do TST - 05/08/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Indústria é setor econômico com maior número de processos na JT em 2010&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entre as atividades econômicas, a indústria foi a que teve a maior quantidade de processos em tramitação na Justiça do Trabalho no ano passado. Nas Varas do Trabalho, 25% das ações julgadas tiveram alguma empresa industrial como parte e, até a última instância, no Tribunal Superior do Trabalho, o número de processos julgados manteve-se em alta - equivalente a 20% do total. As informações estão no&amp;nbsp;&lt;a arquivos="" ascs="" href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/%E2%80%9D" http:="" relatoriogeral2010.pdf”="" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;" www.tst.jus.br=""&gt;&lt;b&gt;Relatório Geral da Justiça do Trabalho 2010&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, divulgado recentemente pelo TST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria (CNTI), José Calixto Ramos, um número significativo dessas ações trabalhistas têm como objeto pedidos envolvendo acidentes de trabalho. Para ele, portanto, os dados refletem, sobretudo, “a falta de cumprimento pelos empresários das obrigações em relação à política de prevenção de acidentes de trabalho.” De acordo com o dirigente, o fornecimento dos equipamentos de segurança aos empregados deve ser encarado como investimento para as empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo considerando que nem todos os processos que possuam empresas industriais como partes tratem de acidente de trabalho, na avaliação da coordenadora do setor de estatística do TST, Maria Cristina da Costa e Silva, os indicadores demonstram que, de fato, a indústria é atualmente “a atividade econômica com maior número de conflitos a serem resolvidos pela Justiça trabalhista”. Para a coordenadora, o quadro requer atenção dos governos, que podem propor políticas públicas com a finalidade de reduzir os litígios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Distribuição de empregos por setor da economia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo ano, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o Brasil tinha mais de 44 milhões de trabalhadores com carteira assinada (44.068.355). Desse total, 14.345.015 estavam empregados no setor de serviços, 11.008.124 na indústria, 8.923.380 na Administração Pública, 8.382.239 no comércio e 1.409.597 no setor de agropecuária, extração vegetal, caça e pesca. Em termos percentuais, 33% dos empregados estavam no setor de serviços, 25% na indústria, 20% na Administração Pública, 19% no comércio e 3% no setor agropecuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao traçar o perfil das demandas por atividade econômica e autor, o relatório refere-se aos setores que geram riqueza mediante a produção de bens e serviços, com a utilização de trabalho, capital e insumos (matérias-primas). No caso da indústria, a produção de mercadorias é feita especialmente de forma mecanizada e em grande escala, abrangendo tanto a extração de produtos naturais (indústria extrativa) quanto a sua transformação (indústria de transformação). São empresas de metalurgia, minério, alimentação, bebidas, roupas, química e farmacêutica, para citar alguns exemplos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Examinando a lista das partes com mais de mil processos em andamento no TST em 2010, no setor industrial, destaca-se a Petrobras – Petróleo Brasileiro com 8.591 ações (terceiro lugar na classificação geral, atrás da União e da Caixa Econômica Federal). Em décimo lugar no&amp;nbsp;&lt;i&gt;ranking&lt;/i&gt;, aparece a Volkswagen do Brasil Indústria de Veículos Automotores, com 2.644 processos, e a Companhia Vale do Rio Doce surge na 19ª posição, com 1.556 ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Relatório destaca situação de outros setores da economia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do setor industrial, os serviços diversos (que incluem empresas de limpeza, segurança e vigilância, por exemplo) respondem por 17% dos processos nas Varas do Trabalho, e o comércio (empresas varejistas, atacadistas e de armazenagem), por 12% das ações. Já no TST, após o predomínio da indústria com maior quantidade de processos, muda o perfil da atividade econômica: o segundo lugar passa a ser ocupado pelo sistema financeiro (bancos, seguradoras, cooperativas de crédito e financeiras, entre outros), que responde por 15% das ações, e o segundo lugar pela Administração Pública (municípios, estados e União), com 12% dos processos julgados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Empregadores recorrem mais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No âmbito do TST, o relatório apontou ainda o empregador como autor majoritário em 63% dos processos julgados nas sessões. Dependendo do tipo de ação/recurso, o índice chegou a 100%, no caso dos dissídios coletivos, 75% nas ações cautelares inominadas e 62% nos recursos de revista. Em relação aos recursos de revista, independentemente da autoria do apelo (empregador ou trabalhador), a decisão do Tribunal foi favorável à parte autora do recurso em 44% das vezes – o que evidencia a importância do resultado no TST para as partes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/ASCS/arquivos/graficos_20110805.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;" target="blank"&gt;&lt;img src="http://www.tst.jus.br/ASCS/arquivos/graficos_20110805.jpg" style="border-bottom-width: 0em; border-color: initial; border-left-width: 0em; border-right-width: 0em; border-style: initial; border-top-width: 0em;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lilian Fonseca)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-4925500591420089170?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/4925500591420089170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/tst-industria-e-setor-economico-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4925500591420089170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4925500591420089170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/tst-industria-e-setor-economico-com.html' title='TST - Indústria é setor econômico com maior número de processos na JT em 2010'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3119779199241920291</id><published>2011-08-04T19:28:00.000-07:00</published><updated>2011-08-04T19:28:11.732-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST realiza em outubro audiência pública sobre terceirização</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12655"&gt;Notícias do TST - 04/08/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;TST realiza em outubro audiência pública sobre terceirização&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Tribunal Superior do Trabalho definiu hoje (04) as regras de convocação da primeira audiência pública de sua história, que será realizada nos dias 4 e 5 de outubro. O tema escolhido é a terceirização de mão de obra, objeto de cerca de 5 mil processos em tramitação no TST e milhares de outros em toda a Justiça do Trabalho. “Tais processos suscitam múltiplas, tormentosas e atormentadoras questões sobre a terceirização nas relações individuais e coletivas de trabalho”, afirma o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, ressaltando os notórios impactos econômicos e sociais, para o País, das decisões judiciais sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na audiência pública, o Tribunal ouvirá o pronunciamento de pessoas com experiência e reconhecida autoridade na matéria. O objetivo é esclarecer questões fáticas, técnicas (não jurídicas), científicas, econômicas e sociais relativas ao fenômeno da subcontratação de mão de obra por meio de empresa interposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os aspectos que se objetiva esclarecer estão a manutenção do critério de atividade fim do tomador de serviços, atualmente adotado pelo TST para declarar a licitude ou ilicitude da terceirização; a terceirização em empresas de telecomunicações ou concessionárias de energia elétrica (principalmente nas áreas de telemarketing ou&amp;nbsp;&lt;i&gt;call center&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e na instalação, manutenção e reparo de redes e linhas telefônicas); a terceirização em instituições financeiras e atividades bancárias, como nas áreas de promoção de vendas, correspondência postal, recursos humanos, caixa rápido e cobrança, entre outros; e a terceirização em empresas de tecnologia da informação e comunicação e em empresas de alimentos e bebidas (promotores de vendas em supermercados, por exemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A audiência, que ocorrerá das 9h às 12h e das 14h às 18h dos dias marcados, será gravada, e os interessados em obter cópia da gravação poderão obtê-la por meio de requerimento à Secretaria de Comunicação Social (&lt;a href="mailto:secom@tst.jus.br" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;secom@tst.jus.br&lt;/a&gt;). Os interessados também podem requerer sua participação pelo endereço eletrônico&lt;a href="mailto:audienciapublica@tst.jus.br" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;audienciapublica@tst.jus.br&lt;/a&gt;&amp;nbsp;até o dia 26 de agosto. A mensagem enviada deve conter os pontos que o interessado pretende defender e, se for o caso, indicar o nome de seu representante. O mesmo endereço eletrônico deve ser usado para o envio de documentos referentes à audiência pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Regimento Interno, cabe ao presidente do Tribunal “decidir, de forma irrecorrível, sobre a manifestação de terceiros, subscrita por procurador habilitado”. A relação dos inscritos habilitados estará disponível no portal do TST a partir de 5 de setembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Inovação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A possibilidade de realização de audiências públicas no âmbito do TST foi aprovada em maio deste ano, quando o Pleno do Tribunal decidiu acrescentar dois incisos ao artigo 35 de seu Regimento Interno. A proposta, que partiu do ministro Dalazen, foi a de abrir o TST para a manifestação de pessoas qualificadas, credenciadas e com a necessária independência para ajudar no esclarecimento de fatos subjacentes às questões jurídico-trabalhistas. “Há fenômenos modernos que exigem um exame em profundidade, e os processos nem sempre são instruídos ou possuem a clareza adequada”, acredita o presidente do TST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/ASCS/arquivos/audiencia_publica.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;a íntegra do despacho de convocação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3119779199241920291?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3119779199241920291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/tst-realiza-em-outubro-audiencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3119779199241920291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3119779199241920291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/tst-realiza-em-outubro-audiencia.html' title='TST realiza em outubro audiência pública sobre terceirização'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-6332686691498609721</id><published>2011-08-02T18:25:00.000-07:00</published><updated>2011-08-02T18:25:03.894-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Turma nega a trabalhador homem intervalo de 15 minutos destinado à mulher</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Notícias do TST - 02/08/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Turma nega a trabalhador homem intervalo de 15 minutos destinado à mulher&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O princípio da isonomia não pode ser alegado por um homem para pleitear o descanso de 15 minutos antes do início da prestação de horas extras pela trabalhadora mulher - norma estabelecida pelo artigo 384 da CLT. Por essa razão, a Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho julgou improcedente o pedido de um eletricista de reconhecimento do direito ao intervalo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) havia estendido o benefício ao trabalhador, entendendo ser discriminatória a concessão do descanso apenas para as mulheres. A Quarta Turma do TST, porém, julgou que o Regional violou o artigo 5º, inciso I, da Constituição Federal ao proferir decisão concedendo o intervalo a pessoa do gênero masculino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tratar desigualmente os desiguais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao estabelecer que “homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição”, o inciso I do artigo 5º constitucional já indica o caminho para a interpretação adotada pelo ministro Fernando Eizo Ono, relator do recurso de revista quanto à questão da isonomia em relação ao artigo da CLT que fixa o descanso para a mulher. Segundo o relator, “não se pode invocar o princípio da isonomia para igualar homens e mulheres indiscriminadamente, uma vez que esse postulado admite exceções previstas, inclusive, na própria Constituição Federal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, o ministro ressaltou que se deve considerar a diferenciação da constituição física entre pessoas do gênero feminino e masculino, “motivo pelo qual é impossível estender tal direito na forma pretendida pelo trabalhador”. O relator destacou, inclusive, precedente em que, em sessão do Tribunal Pleno, o TST rejeitou a pretensa inconstitucionalidade do artigo 384 da CLT levantada em razão do artigo 5º, inciso I, da Constituição, em incidente de inconstitucionalidade em recurso de revista julgado em 17/11/08 (&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=133296&amp;amp;ano_int=2007&amp;amp;qtd_acesso=2219521" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;IIN-RR-1540/2005-046-12-002.5&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao expor seu entendimento naquela ocasião, o relator do incidente de inconstitucionalidade, ministro Ives Gandra Martins Filho, lembrou que o constituinte de 1988 considerou haver maior desgaste natural da mulher trabalhadora, pois garantiu diferentes condições para obtenção da aposentadoria, com menos idade e tempo de contribuição previdenciária para as mulheres, e a diferenciação temporal da licença-maternidade e paternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro Ives frisou ainda que “as mulheres que trabalham fora do lar estão sujeitas a dupla jornada de trabalho, pois ainda realizam as atividades domésticas quando retornam à casa”. Concluiu, então, que seria o caso de se tratar desigualmente os desiguais na medida das suas desigualdades, pois, devido “ao ônus da dupla missão, familiar e profissional, que desempenha a mulher trabalhadora, corresponde o bônus da jubilação antecipada e da concessão de vantagens específicas, em função de suas circunstâncias próprias, como é o caso do intervalo de 15 minutos antes de iniciar uma jornada extraordinária”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Horas extras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contratado em abril de 2005 pela Selt Engenharia Ltda. para atuar na manutenção e conservação da rede de energia elétrica pública na área de concessão da Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S.A., o eletricista foi dispensado em dezembro de 2006. Com a reclamação trabalhista, ele queria receber da Selt o pagamento de horas extras habituais e de gratificação por dirigir veículo, concedida a outros eletricistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A concessão dos 15 minutos do descanso para a mulher só foram deferidos pelo TRT/SP após o recurso ordinário do trabalhador contra a sentença que lhe negara o pedido. Por fim, no TST, a Quarta Turma, em decisão unânime, deu provimento ao recurso da Selt e afastou a condenação ao pagamento das horas extras relativas ao intervalo do artigo 384 da CLT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lourdes Tavares/CF)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=605645&amp;amp;ano_int=2009&amp;amp;qtd_acesso=7621865" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR - 1300-14.2008.5.02.0332&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIAS.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=8788&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Pleno do TST confirma norma da CLT que garante intervalo para mulher&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-6332686691498609721?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/6332686691498609721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/tst-turma-nega-trabalhador-homem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6332686691498609721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6332686691498609721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/08/tst-turma-nega-trabalhador-homem.html' title='TST - Turma nega a trabalhador homem intervalo de 15 minutos destinado à mulher'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-8232681808478504726</id><published>2011-07-27T19:24:00.000-07:00</published><updated>2011-07-27T19:24:13.979-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST nega justiça gratuita a sindicato que não comprovou necessidade</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12616&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 25/07/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;TST nega justiça gratuita a sindicato que não comprovou necessidade&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A assistência judiciária gratuita é dirigida às pessoas físicas cuja situação econômica não lhes permita custear as despesas do processo sem prejuízo do próprio sustento ou da família. Em se tratando de pessoas jurídicas, embora se admita a concessão do benefício, exige-se, para tanto, a demonstração cabal da impossibilidade de arcar com as despesas do processo. Decisão nesse sentido prevaleceu na Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, ao negar o pedido formulado pelo Sindicato dos Empregados no Comércio de Campinas, Paulínia e Valinhos (SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sindicato ajuizou ação civil pública requerendo a concessão de medida liminar para impedir que a empresa HSJ Comercial S.A. exigisse trabalho de seus empregados no feriado do dia 12 de outubro de 2008, com fixação de multa cominatória e outras incidências. O juiz concedeu a liminar e fixou multa em caso de descumprimento no valor de R$ 1 mil por empregado que viesse a trabalhar ou que sofresse qualquer constrangimento nesse sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano seguinte, antes da análise de mérito, o sindicato juntou aos autos pedido de desistência do feito. Homologada a desistência, o juiz condenou a entidade de classe no recolhimento das custas processuais. Não satisfeito, o Sindicato recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP) pleiteando os benefícios da justiça gratuita e a consequente isenção do pagamento das custas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Regional negou o pedido de isenção. Segundo o TRT, aos sindicatos de classe não se estendem os benefícios da justiça gratuita, com isenção de custas. “A definição legal de pobreza corresponde à situação em que a pessoa não está em condições de pagar as custas do processo sem prejuízo do sustento próprio, consoante parágrafo 3º do artigo 790 da CLT, previsão que não se compatibiliza com a situação do autor”, registrou o acórdão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sindicato recorreu, sem sucesso, ao TST. Alegou ser desnecessária a apresentação de declaração de pobreza para ter acesso ao benefício da justiça gratuita, de acordo com o previsto no artigo 18 da Lei nº 7.347/85. O ministro Vieira de Mello Filho, relator do recurso de revista na Primeira Turma, considerou descabido o pedido fundado apenas na declaração de fragilidade econômica, sem a devida comprovação. Segundo ele, a dispensa de comprovação de pobreza somente é cabível para pessoas físicas. A decisão do ministro se deu em conformidade com diversos precedentes da Corte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Cláudia Valente/CF)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-8232681808478504726?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/8232681808478504726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/tst-nega-justica-gratuita-sindicato-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/8232681808478504726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/8232681808478504726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/tst-nega-justica-gratuita-sindicato-que.html' title='TST nega justiça gratuita a sindicato que não comprovou necessidade'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3591946198967959095</id><published>2011-07-27T18:56:00.000-07:00</published><updated>2011-07-27T18:56:30.857-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST rejeita litispendência entre ações coletiva e individual sobre mesmo tema</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12611&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 21/07/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;TST rejeita litispendência entre ações coletiva e individual sobre mesmo tema&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Matéria publicada às 08h05 com o título "Ação coletiva não impediu radialista de propor ação individual". Republicada com correções.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou a alegação de que a existência de ação coletiva com mesmo objeto de ação individual caracterize litispendência, o que inviabilizaria a ação individual, ajuizada posteriormente. O entendimento foi adotado em recurso interposto pela Fundação Padre Anchieta – Centro Paulista de Rádio e TV Educativas, em processo no qual foi condenada pela Justiça do Trabalho da 2ª Região (SP) a pagar reajustes salariais e multa de 40% sobre os depósitos do FGTS a um radialista. Embora tenha negado provimento à alegação de litispendência, a Turma, ao analisar a segunda parte do recurso, absolveu a Fundação do pagamento de diferenças salariais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condenada no primeiro grau a pagar as verbas ao empregado, a fundação recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), sustentando que o processo deveria ser extinto sem resolução do mérito porque o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão no Estado de São Paulo já havia ajuizado ação coletiva em nome de toda a categoria. Isso, alegou, configuraria a litispendência preconizada nos dispositivos legais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Regional, mesmo existindo ação coletiva ajuizada anteriormente pelo sindicato, na qualidade de substituto processual, as ações coletivas previstas no Código de Defesa do Consumidor (artigo 81, parágrafo único e incisos I e II) não configuram litispendência para as ações individuais. A fundação, porém, recorreu ao TST, insistindo na caracterização da litispendência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o ministro Aloysio Corrêa da Veiga, relator que examinou o recurso na Sexta Turma do Tribunal, a litispendência não se configura apenas por haver em curso ação coletiva versando sobre a mesma matéria objeto da ação individual. Seu entendimento está fundamentado no que estabelecem os artigos 104 e 81 do CDC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o empregado se beneficie da decisão da ação coletiva, porém, ele deve requerer a suspensão do feito individual em 30 dias contados da ciência da demanda coletiva e aguardar o seu desfecho. “Se for favorável, dela se beneficiará, e se desfavorável, prosseguirá com sua ação individual”, informou o relator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Reajustes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda parte do recurso, a Fudação alegou que a condenação ao pagamento de reajustes salariais previstos em acordos coletivos de trabalho da categoria dos radialistas violaria a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000) e o artigo 169 da Constituição Federal, segundo o qual a concessão de aumento de remuneração em entes públicos - inclusive fundações - depende de dotação orçamentária prévia ou autorização específica em lei. Neste ponto, a Sexta Turma deu provimento ao recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o relator, "as fundações públicas são pessoas jurídicas de direito privado, criadas por ato do Poder Público, com recursos híbridos provenientes tanto do Estado como oriundos de outras fontes da iniciativa privada". No caso da Fundação Padre Anchieta - embora tenha personalidade jurídica de direito privado, com pessoal regido pela CLT -, o relator ressaltou que "a norma positivada brasileira não permite a aplicação e o alcance das regras próprias de empresas privadas". A instituição deve se ater "aos limites de tutela administrativa contidos na Constituição da República", concluiu, excluindo da condenação o pagamento de reajustes não cobertos por prévia dotação orçamentária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó e Mário Correia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=11638&amp;amp;ano_int=2011&amp;amp;qtd_acesso=238069" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR-216700-91.2006.5.02.0029&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3591946198967959095?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3591946198967959095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/tst-rejeita-litispendencia-entre-acoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3591946198967959095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3591946198967959095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/tst-rejeita-litispendencia-entre-acoes.html' title='TST rejeita litispendência entre ações coletiva e individual sobre mesmo tema'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3641330467966601957</id><published>2011-07-27T18:22:00.000-07:00</published><updated>2011-07-27T18:22:32.171-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho: TST defende política permanente</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12629"&gt;Notícias do TST - 27/07/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho: TST defende política permanente&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje, 27 de julho, é o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho. A data ganha importância atualmente devido aos altos e crescentes índices desse tipo de acidente registrados no país. O tema desperta grande preocupação no Tribunal Superior do Trabalho. Em 3 de maio deste ano, por iniciativa do presidente do TST e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministro João Oreste Dalazen, foi lançado o Programa Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho. “A hora clama por um conjunto de esforços entre os poderes Executivo e Judiciário, com vista a uma política nacional permanente, voltadas à prevenção de acidentes”, alertou o ministro Dalazen na ocasião do lançamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa se desenvolve em várias frentes. As redes públicas e comerciais de televisão do país estão veiculando, gratuitamente, uma série de anúncios alertando para os riscos de acidente nos locais de trabalho e sobre a importância das medidas de prevenção, como o uso de equipamentos individuais. Em 31 de maio foi realizada a primeira reunião do Comitê Interinstitucional para Prevenção de Acidentes de Trabalho e Doença Ocupacional, com o início do mapeamento das diversas ações a serem implementadas na área. O comitê é composto pelo TST, pelos Ministérios do Trabalho e Emprego, da Previdência Social e da Saúde e pela Advocacia-Geral da União e tem como objetivo propor, planejar e acompanhar os programas e ações voltadas para área prevenção de acidentes no ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados do Anuário Estatístico da Previdência Social, em 2001 ocorreram no país cerca de 340 mil acidentes de trabalho. Em 2007, o número subiu para 653 mil e, em 2009, chegou a preocupantes 723 mil ocorrências, dentre as quais foram registrados 2.496 óbitos. Ou seja, são quase sete mortes por dia em virtude de acidente de trabalho. Além da perda de vidas humanas e dos efeitos decorrentes, os acidentes e doenças do trabalho causam relevante impacto orçamentário: a Previdência Social despende por ano aproximadamente R$ 10,7 bilhões com o pagamento de auxílio-doença, auxílio-acidente e aposentadorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho também é uma iniciativa do TST e do CSJT em parceria com todos os órgãos que compõem o Comitê e visa à formulação e execução de programas e ações nacionais voltadas à prevenção de acidentes de trabalho e ao fortalecimento da Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No site do TST você pode conhecer o&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/%E2%80%9Dhttp://www.tst.jus.br/prevencao/%E2%80%9D" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;hot site&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;do Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, que contém todas as informações, dados e notícias sobre a iniciativa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3641330467966601957?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3641330467966601957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/dia-nacional-de-prevencao-de-acidentes_27.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3641330467966601957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3641330467966601957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/dia-nacional-de-prevencao-de-acidentes_27.html' title='Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho: TST defende política permanente'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3172238842968865462</id><published>2011-07-27T18:17:00.000-07:00</published><updated>2011-07-27T18:17:41.358-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Walmart é condenado a reintegrar empregado com esquizofrenia</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Notícias do TST - 12/07/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Walmart é condenado a reintegrar empregado com esquizofrenia&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A empresa WMS Supermercados do Brasil Ltda, dona do Walmart, terá de reintegrar ao emprego um ex-funcionário, portador de esquizofrenia, demitido sem justa causa logo após ter ficado afastado do trabalho, pelo INSS, para tratamento médico. A decisão, que considerou a dispensa arbitrária e discriminatória, prevaleceu em todas as instâncias judiciais trabalhistas. Na Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho vigorou, dentre outros fundamentos, o entendimento de que o exercício de uma atividade laboral é aspecto relevante no tratamento do paciente portador de doença grave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalhador foi admitido em outubro de 2006 e demitido em julho do ano seguinte, sem justa causa. Ele trabalhava na padaria e ficou afastado do trabalho por um mês, por conta de um surto psicótico, que o manteve internado em instituição psiquiátrica para tratamento de desintoxicação. Após retornar ao trabalho, foi demitido. Os laudos médicos juntados aos autos apontam que ele sofria de esquizofrenia, com histórico de transtorno bipolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ação judicial, ele pediu reintegração ao emprego e pagamento de salários referentes ao tempo de afastamento. A empresa, em contestação, alegou que o empregado foi considerado apto no exame demissional e que não apresentava sintomas de enfermidade. Negou que a dispensa foi motivada pela doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Vara do Trabalho de Pelotas (RS) julgou favoravelmente ao empregado. “Considero ilegal o ato da empresa de despedir o trabalhador simplesmente após ter ciência de que esse possui enfermidade ligada ao uso de drogas”, registrou a sentença. O juiz, ao determinar a reintegração do empregado, destacou que “o Walmart, uma das maiores redes de supermercados do Brasil, tem responsabilidade social a cumprir e deve observar a função social dos contratos de trabalho que firma, não devendo se despojar daqueles trabalhadores/colaboradores que apresentem algum problema de saúde no curso do contrato de trabalho, ainda que dele não decorrente. Ou seja, a colaboração, como modernamente denominado pelas empresas, deve ser uma via de mão dupla”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Insatisfeita com a decisão, a empresa recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), mas não obteve sucesso. “Ainda que o Direito do Trabalho autorize a denúncia vazia do contrato de trabalho, ao exclusivo arbítrio do empregador (com algumas exceções), o Poder Judiciário não pode ficar inerte diante da situação do empregado. Não se pode negar a condição especial em que o autor se encontra em razão de seu estado de saúde. A condição de portador de esquizofrenia conduz a uma limitação ao direito potestativo do empregador de rescindir o contrato de trabalho sem justa causa”, destacou o colegiado regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recurso de revista junto ao TST também não logrou êxito. A relatora do acórdão na Terceira Turma, ministra Rosa Maria Weber Candiota da Rosa, ao manter a condenação, registrou em seu voto que a dispensa do empregado, efetuada pouco tempo depois de um período de licença médica para tratamento de desintoxicação de substâncias psicoativas, é presumidamente discriminatória, embora, no momento da dispensa, não fossem evidentes os sintomas da enfermidade. Para a ministra, a empresa não demonstrou os motivos da despedida, a fim de desconstituir tal presunção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Legislação contra discriminação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ministra Rosa salientou que o exercício do direito do empregador de demitir sem motivo o empregado é limitado pelo princípio da proteção da relação de emprego contra despedida arbitrária. Esse princípio, segundo ela, está expresso no artigo 7º, inciso I, da Constituição Federal, que, embora ainda não regulamentado, é dotado de eficácia normativa pelo princípio da função social da propriedade, conforme o artigo 170, inciso III. Da mesma forma, o artigo 196 consagra a saúde como “direito de todos e dever do Estado”, impondo a adoção de políticas sociais que visem à redução de agravos ao doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao fundamentar seu voto, a ministra destacou, ainda, que, aos padrões tradicionais de discriminação, como os baseados no sexo, na raça ou na religião - práticas ainda disseminadas apesar de há muito conhecidas e combatidas -, vieram a se somar novas formas de discriminação, fruto das profundas transformações das relações sociais ocorridas nos últimos anos. Nesse contexto, sofrem discriminação, também, os portadores de determinadas moléstias, dependentes químicos, homossexuais e, até mesmo, indivíduos que adotam estilos de vida considerados pouco saudáveis. “Essas formas de tratamento diferenciado começam a ser identificadas à medida que se alastram, e representam desafios emergentes a demandar esforços com vistas à sua contenção”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Rosa Maria Weber, ao adotar a Convenção 111 da OIT, que trata da discriminação em matéria de emprego e ocupação (aprovada em 24/11/1964 pelo Decreto Legislativo 104/64, ratificada em 1695 e promulgada pelo Decreto 62.150/1968), o Estado Brasileiro se comprometeu perante a comunidade internacional a “formular e aplicar uma política nacional que tenha por fim promover, por métodos adequados às circunstâncias e aos usos nacionais, a igualdade de oportunidades e de tratamento em matéria de emprego e profissão, com o objetivo de eliminar toda discriminação nessa matéria” (artigo 2º).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também a Convenção 117 da OIT, sobre os objetivos e normas básicas da política social, ratificada pelo Brasil em 1969 e promulgada pelo Decreto 66.496/70, estabelece, no artigo 14, que os Estados Membros devem construir uma política social que tenha por finalidade a supressão de todas as formas de discriminação, especialmente em matéria de legislação e contratos de trabalho e admissão a empregos públicos ou privados e condições de contratação e de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais recentemente, a Declaração da OIT sobre os Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, de 1998, ao reconhecer a necessidade de se respeitar, promover e aplicar um patamar mínimo de princípios e direitos nas relações de trabalho, que são fundamentais para os trabalhadores, novamente entroniza o princípio da não-discriminação em matéria de emprego ou ocupação, reafirmando, assim, o compromisso e a disposição das nações participantes dessa organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao manter a reintegração, a ministra destacou, ainda, que “a dispensa discriminatória, na linha da decisão regional, caracteriza abuso de direito, à luz do artigo 187 do Código Civil, a teor do qual o exercício do direito potestativo à denúncia vazia do contrato de trabalho, como o de qualquer outro direito, não pode exceder os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes”. A decisão foi unânime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=80773&amp;amp;ano_int=2010" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR - 105500-32.2008.5.04.0101&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Cláudia Valente/CF)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3172238842968865462?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3172238842968865462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/tst-walmart-e-condenado-reintegrar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3172238842968865462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3172238842968865462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/tst-walmart-e-condenado-reintegrar.html' title='TST - Walmart é condenado a reintegrar empregado com esquizofrenia'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-1016653890027524988</id><published>2011-07-08T20:59:00.000-07:00</published><updated>2011-07-08T20:59:46.437-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Terceira Turma retira Imposto de Renda sobre indenização por danos morais</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12583"&gt;Notícias do TST - 08/07/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Terceira Turma retira Imposto de Renda sobre indenização por danos morais&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contadora não descontará imposto de renda sobre a indenização por danos morais de R$ 15 mil que tem a receber da Companhia Brasileira de Bebidas (Ambev). A decisão é da Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que, ao julgar recurso de revista da União Federal (representada pela Procuradoria-Geral Federal), entendeu que esse tipo de indenização não constitui acréscimo patrimonial e sobre ela não deve incidir imposto de renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Turma negou provimento ao apelo da União com o fundamento de que a indenização por danos morais não equivale a rendimento. O ministro Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira, relator do recurso, esclareceu que “a indenização consiste em prestação diretamente relacionada à recomposição ou reparação do patrimônio - material ou imaterial - anterior à lesão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu recurso de revista, a União alegou que a indenização a que fez jus a trabalhadora é causa de acréscimo patrimonial, cabendo, portanto, a cobrança do imposto de renda. No entanto, para o ministro Bresciani, a parcela é de natureza indenizatória, pois tem como objetivo reconstituir uma perda e, assim, não constitui nenhum aumento patrimonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação para indenização por danos morais teve origem também em problemas referentes a imposto de renda. A Ambev, ao fazer a declaração de 2006, referente ao ano calendário de 2005, declarou à Receita Federal ter pago à autora o valor de R$ 52.403,81, sem que tal pagamento tivesse sido efetuado. A contadora, por sua vez, não informou à Receita o recebimento desse valor, porque realmente não lhe fora pago, e, conforme a sua declaração, esperava ter uma restituição de R$ 3.245,61. No entanto, não recebeu a restituição de IR e entrou na malha fina devido à declaração errada da Ambev.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Segunda ação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trabalhadora foi analista comercial da Ambev de março de 1998 a dezembro de 2002. Após a dispensa sem justa causa, ajuizou reclamação para receber horas extras, e a Ambev foi condenada, em 2004, a pagar R$ 72.673,37. No entanto, a ação somente teve fim em dezembro de 2006, quando as partes celebraram acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ver seu nome cair na malha fina, a contadora foi à Receita Federal e, após várias idas e vindas, soube que a solução do problema só aconteceria com uma declaração retificadora da Ambev, que nada fez. A trabalhadora acionou então, de novo, a Justiça do Trabalho, desta vez para receber indenização por danos morais, já que seu nome continuava como devedora do imposto de renda, o que lhe causava muitos aborrecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na audiência, a empresa prometeu fazer a retificadora, mas até ser proferida a sentença ela não tinha resolvido a questão. A 10ª Vara do Trabalho de Brasília, então, condenou a Ambev a pagar à ex-empregada R$ 10 mil de indenização por danos morais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lourdes Tavares/cf)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=194159&amp;amp;ano_int=2010&amp;amp;qtd_acesso=3523641" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR - 119685-26.2007.5.10.0010&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-1016653890027524988?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/1016653890027524988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/tst-terceira-turma-retira-imposto-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1016653890027524988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1016653890027524988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/tst-terceira-turma-retira-imposto-de.html' title='TST - Terceira Turma retira Imposto de Renda sobre indenização por danos morais'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3044631795762184686</id><published>2011-07-06T17:04:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T17:04:51.171-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News - TRT 2'/><title type='text'>TRT 2 - 14ª Turma: Judiciário não pode se mostrar inerte diante de lacuna legal em relação aos trabalhadores domésticos</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.trt2.jus.br/"&gt; Notícias do TRT da 2ª Região&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;14ª Turma: Judiciário não pode se mostrar inerte diante de lacuna legal em relação aos trabalhadores domésticos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;div class="Preformatted" style="font-family: Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Contra sentença de primeira instância que havia deferido a uma trabalhadora doméstica (reclamante) pagamento de décimo terceiro salário e horas extraordinárias, a empregadora (reclamada) recorreu ao TRT da 2ª Região, alegando falta de pedido (quanto ao décimo terceiro) e de amparo legal (quanto às horas extras).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="Preformatted" style="font-family: Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quanto ao primeiro pedido, o relator Marcos Neves Fava, juiz convocado da 14ª Turma, confirmando não haver nos autos requerimento de pagamento do décimo terceiro referente ao ano mencionado, reformou a decisão de origem, para excluir da condenação a verba referida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span&gt;Já em relação ao pedido de horas extraordinárias (bem como à fixação da jornada da reclamante), o magistrado ressaltou a decisão de origem: “&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Agindo com sensibilidade e razoabilidade, o Juízo&amp;nbsp;&lt;em&gt;a quo&amp;nbsp;&lt;/em&gt;fixou como jornada da reclamante o trabalhado em regime 12X36, das 19h às 7h (&lt;em&gt;cuidando de pessoa idosa&lt;/em&gt;)... Quanto às horas extraordinárias, esposo da mesma conclusão da julgadora da origem (&lt;em&gt;da 58ª VT/SP&lt;/em&gt;) .”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span&gt;De acordo com o juiz Marcos Fava, a Constituição de 1988 não assegura ao trabalhador doméstico a limitação de jornada do inciso XIII, nem a remuneração adicional em caso de labor extraordinário do inciso XVI do mesmo artigo constitucional, porém não faz expressa referência à ausência de limitação de jornada de tal classe de trabalhadores ou de proibição de recebimento de adicional de hora extra.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Ainda segundo ele, “&lt;span&gt;A dignidade da pessoa humana é fundamento de nossa Constituição (...) Ocorre que, até o momento, nenhuma lei especial cuidou de regulamentar a jornada do empregado doméstico, o que não pode deixá-lo à margem da lei, da proteção constitucional à dignidade humana.”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;No entendimento do relator, “o Judiciário – instrumento de distribuição de justiça – não pode se mostrar inerte e decidir pela marginalização de toda uma classe de trabalhadores em face de lacuna legal. Não. Deve cumprir sua função, suprindo a inércia legislativa a fim de preservar os princípios nos quais se fundamenta a Carta Maior.”&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="Preformatted" style="font-family: Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Dessa maneira, os magistrados da 14ª Turma concluíram: “Agiu em exemplar cumprimento de seu dever legal o Juízo de primeira instância, em não se calar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;diante da injustiça da omissão legal que se demonstra, em combate ao retrocesso social, aplicando, por analogia, conforme artigo oitavo da norma consolidada, os limites constitucionais de jornada e aplicar o adicional mínimo sobre as horas que a excedem.”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span&gt;(Proc. 01403200905802009 - RO)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3044631795762184686?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3044631795762184686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/trt-2-14-turma-judiciario-nao-pode-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3044631795762184686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3044631795762184686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/trt-2-14-turma-judiciario-nao-pode-se.html' title='TRT 2 - 14ª Turma: Judiciário não pode se mostrar inerte diante de lacuna legal em relação aos trabalhadores domésticos'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-1899834527221955496</id><published>2011-07-04T19:18:00.000-07:00</published><updated>2011-07-04T19:18:38.144-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Férias: direito ao descanso reúne costume, lei e jurisprudência</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12560"&gt;Notícias do TST - 04/07/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Férias: direito ao descanso reúne costume, lei e jurisprudência&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Diz o Gênesis que Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo. Ou seja, a mais antiga escritura que se tem notícia admite a necessidade de se descansar após certo período de trabalho. Essa é, na realidade, a verdadeira finalidade das férias: a reposição de energias. No Brasil, é um direito do trabalhador, constitucionalmente protegido (artigo 7º, inciso XVII), e um dever do empregador de conceder ao empregado, após cada período de 12 meses de vigência do contrato de trabalho, 30 dias de descanso sem prejuízo da remuneração (artigos 129 e 130 da CLT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há dúvidas sobre a origem da palavra “férias”. Para alguns autores, remete ao latim “feria” que significava, entre os romanos, repouso em honra dos deuses. Para outros, decorre de&amp;nbsp;&lt;i&gt;ferendis epulis&lt;/i&gt;, expressão que, na Roma antiga, significava o período em que se comemorava, com jogos, sacrifícios e banquetes, o princípio e o fim das colheitas. Há quem diga, ainda, que provém do verbo “ferire”, que significa ferir, imolar. Controvérsias à parte, o certo é que as férias surgiram dos usos e costumes e tinham, em geral, caráter religioso, concepção completamente diferente da que vigora nos dias atuais, em que se prestigia o instituto como parte integrante da saúde física e mental do trabalhador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o final do século XIX, não havia legislação que garantisse a concessão de férias. A exceção era a Dinamarca, que já possuía, desde 1821, lei nesse sentido, mas que garantia o direito apenas aos domésticos, e pelo período de uma semana. As férias, quando concedidas, o eram por liberalidade do empregador. O direito a elas passou a ser regulamentado, inicialmente, por convenções coletivas, e só mais tarde foi objeto de leis. Em 1872, a Inglaterra, em plena era industrial, promulgou sua lei de férias garantindo o direito para operários de algumas indústrias. O exemplo foi seguido pela Áustria, em 1919, que também editou lei sobre o assunto. As férias tiveram repercussão em todo o mundo após o Tratado de Versalhes e com a criação da OIT – Organização Internacional do Trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o direito foi conquistado, junto com outros direitos dos trabalhadores, após as greves operárias do início do século XX na luta por melhores condições de trabalho, melhores salários e garantias trabalhistas. O Brasil foi o segundo país a conceder férias anuais remuneradas de 15 dias consecutivos a empregados. Em 1889, o direito foi concedido a todos os trabalhadores do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, e se estendeu aos operários diaristas e aos ferroviários da Estrada de Ferro Central do Brasil em 1890. Fomos, ainda, o sexto país a ampliar, em 1925, esse direito para todos os empregados e operários de empresas privadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Finalidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser um direito diretamente ligado à saúde, cujo objetivo é proporcionar descanso ao trabalhador após um período determinado de atividade, as férias não podem ser suprimidas nem mesmo por vontade própria, devendo ser usufruído no mínimo 1/3 do período a cada ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudiosos do Direito, como Arnaldo Sussekind e Mozart Victor Russomano, descrevem os fundamentos que norteiam o instituto de férias: o fisiológico, relacionado ao cansaço do corpo e da mente; o econômico, no sentido de que o empregado descansado produz mais; o psicológico, que relaciona momentos de relaxamento com o equilíbrio mental; o cultural, segundo o qual o espírito do trabalhador, em momentos de descontração, está aberto a outras culturas; o político, como mecanismo de equilíbrio da relação entre empregador e trabalhador; e o social, que enfatiza o estreitamento do convívio familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Legislação brasileira&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O direito a férias é assegurado, na Constituição Federal, pelo artigo 7º, inciso XVII. A lei ordinária (CLT) regula a matéria nos artigos 129 a 153. O direito é aplicado a todos os empregados (rurais e urbanos), servidores públicos (artigo 39, parágrafo 3º, da CF), membros das Forças Armadas (artigo 142, parágrafo 3º, inciso VIII, da CF) e empregados domésticos (artigo 7, parágrafo único da CF). Neste último caso, há lei específica (Lei nº 5859/72).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a CLT, todo empregado tem direito anualmente ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da remuneração (art. 129). A CF/88 estipula em seu art.7º, XVII, remuneração de férias em valor superior, em pelo menos um terço, ao valor do salário normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A legislação trabalhista brasileira estabelece um mínimo de 20 ou 30 dias consecutivos de férias por ano, se o trabalhador não tiver faltado injustificadamente mais de cinco vezes ao serviço. Se faltar de seis a 14 vezes, serão 24 dias corridos; se faltar de 15 a 23 dias, 18 dias corridos; se faltar de 24 a 32 dias, 12 dias corridos. Se as faltas forem acima de 32 dias, ele não terá direito a férias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ausências permitidas pela legislação que não são computadas como faltas são: até dois dias consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge, ascendentes, descendentes, irmão ou dependente econômico; até três dias consecutivos, em virtude de casamento; cinco dias, em caso de nascimento de filho, no decorrer da primeira semana (para homens); um dia a cada doze meses de trabalho, em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada; até dois dias, consecutivos ou não, para alistamento eleitoral; no período de tempo em que tiver de cumprir o Serviço Militar; nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior; e pelo tempo que se fizer necessário, quando tiver que comparecer a juízo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As férias são concedidas pelo empregador, e por ele fixadas durante o período subsequente de 12 meses após a aquisição do direito pelo empregado. A concessão independe de pedido ou consentimento do trabalhador, pois é ato exclusivo do empregador. Ele pagará em dobro a respectiva remuneração, caso não conceda férias ao empregado no período devido. O pagamento da remuneração deverá ser efetuado até dois dias antes do início do período fixado para o gozo das férias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os menores de 18 anos e maiores de 50 anos, é obrigatório o gozo de férias em um só período. Para os demais trabalhadores, a regra geral também é a concessão em período único, mas o empregador pode fracioná-lo em dois períodos, um deles nunca inferior a dez dias corridos. A CLT determina ainda que o empregado não poderá entrar em gozo de férias se não apresentar ao empregador a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) para a devida anotação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não terá direito às férias anuais o empregado que: demitido durante o período aquisitivo, não for readmitido nos 60 dias subsequentes à sua saída do estabelecimento; permanecer em gozo de licença e sem receber salário por mais de 30 dias, em virtude de paralisação total ou parcial dos serviços da empresa; ou tiver recebido auxílio-doença da Previdência Social por mais de seis meses, mesmo que de forma descontínua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Férias vencidas e férias proporcionais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As férias vencidas ou integrais são sempre devidas e pagas, pois é um direito adquirido do empregado, independentemente da causa da rescisão contratual (dispensa com ou sem justa causa do empregado ou do empregador; aposentadoria; falecimento do empregado; pedido de demissão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As férias proporcionais referem-se ao pagamento em dinheiro pelo período aquisitivo não completado em decorrência da rescisão do contrato de trabalho. Para pagamento com empregado com mais de um ano de casa, aplica-se a regra do artigo 146, parágrafo único, da CLT, e para aqueles com menos de um ano, aplica-se o disposto no artigo 147 da CLT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empregado que dá causa à demissão, tendo mais ou menos de um ano no emprego, perde o direito às férias proporcionais. Quando o empregado se demite ou é despedido sem justa causa, qualquer que seja o seu tempo de serviço, como também no término do contrato a prazo, tem direito às férias proporcionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Jurisprudência do TST&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da extensa legislação a respeito das férias, vários pontos relativos ao direito são construções jurisprudenciais, consolidadas através de diversas decisões da Justiça do Trabalho, e do TST especificamente, a respeito do tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Súmula 14&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- Reconhecida a culpa recíproca na rescisão do contrato de trabalho (art. 484 da CLT), o empregado tem direito a 50% (cinquenta por cento) do valor do aviso prévio, do décimo terceiro salário e das férias proporcionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Súmula 171&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- Salvo na hipótese de dispensa do empregado por justa causa, a extinção do contrato de trabalho sujeita o empregador ao pagamento da remuneração das férias proporcionais, ainda que incompleto o período aquisitivo de 12 (doze) meses (art. 147 da CLT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Súmula 261&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- O empregado que se demite antes de completar 12 (doze) meses de serviço tem direito a férias proporcionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Súmula 328&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- O pagamento das férias, integrais ou proporcionais, gozadas ou não, na vigência da CF/1988, sujeita-se ao acréscimo do terço previsto no respectivo art. 7º, inciso XVII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Abono pecuniário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a conversão parcial em dinheiro, correspondente a, no máximo, 1/3 da remuneração que seria devida ao empregado, dos dias correspondentes às férias (ou seja, na prática, o trabalhador pode “vender” até um terço de suas férias). O valor pode ser requerido, facultativamente, ao empregador, até 15 dias antes do término do período aquisitivo. A conversão da remuneração de férias em dinheiro não depende da concordância do empregador: é um direito do empregado que o empregador não poderá se recusar a pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Férias coletivas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As férias coletivas, numa empresa, podem ser concedidas a todos os trabalhadores, a determinados estabelecimentos, ou somente a certos setores, em dois períodos anuais, nenhum deles inferior a 10 dias. A empresa deverá comunicar o Ministério do Trabalho e Emprego, com antecedência de 15 dias, enviando cópia da comunicação aos sindicatos representativos da respectivas categorias profissionais , e afixando cópia de aviso nos locais de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso o empregado tenha sido admitido há menos de 12 meses, suas férias serão computadas proporcionalmente e, ao término, inicia-se a contagem de novo período aquisitivo. No caso de férias coletivas, o abono deverá ser objeto de acordo entre o empregador e o sindicato da categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Empregado doméstico&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei 11.324/2006, que alterou a Lei 5.859/1972, dispõe que o empregado doméstico terá direito a férias anuais remuneradas de 30 dias com, pelo menos, 1/3 a mais que o salário normal, após cada período de 12 meses de trabalho, prestado à mesma pessoa ou família. A norma aplica-se para períodos aquisitivos de férias iniciados após 20/07/2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Constituição Federal, em seu parágrafo 7º, assegura ao empregado doméstico o direito às férias anuais previstas no inciso XVII do mesmo artigo, não o excepcionando do direito ao recebimento das férias proporcionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Férias em outras línguas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Português: férias&lt;br /&gt;Inglês: vacation&lt;br /&gt;Alemão: Urlaub&lt;br /&gt;Dinamarquês: ferie&lt;br /&gt;Espanhol: vacacion&lt;br /&gt;Francês: vacances&lt;br /&gt;Italiano: vacanza&lt;br /&gt;Sueco: semester&lt;br /&gt;Tcheco: prázdniny&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Terminologia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Período aquisitivo (P.A.): é compreendido entre a admissão ou último vencimento das férias e os próximos 12 (doze) meses de relação contratual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Período de gozo (P.G.): é o período de descanso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Período de concessão (P.C.): é o período que a empresa tem como fluência para conceder o gozo às férias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Obrigações do Empregador&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dar aviso de férias ao empregado com no mínimo 30 dias de antecedência ao gozo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pagar o abono pecuniário, se solicitado 15 dias antes do término do período aquisitivo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pagar a primeira parcela de 13º salário, se solicitado em janeiro do exercício ao gozo das férias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pagar as férias com dois dias de antecedência ao início do gozo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acrescentar aos cálculos das férias o adicional de 1/3 previsto na Constituição;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Considerar a integração das horas extras, demais adicionais e salário variável como parte do cálculo das férias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Familiares no mesmo emprego podem gozar férias no mesmo período, desde que não acarrete prejuízos à empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Cláudia Valente/cf)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-1899834527221955496?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/1899834527221955496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/tst-ferias-direito-ao-descanso-reune_04.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1899834527221955496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1899834527221955496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/tst-ferias-direito-ao-descanso-reune_04.html' title='TST - Férias: direito ao descanso reúne costume, lei e jurisprudência'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-2383441038418662687</id><published>2011-07-01T19:09:00.001-07:00</published><updated>2011-07-01T19:09:57.839-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST - Relatório de 2010 revela avanços da Justiça do Trabalho</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12559"&gt;Notícias do TST - 01/07/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Relatório de 2010 revela avanços da Justiça do Trabalho&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No ano passado, o Tribunal Superior do Trabalho julgou mais processos do que recebeu. No total, foram apreciados 211.979 casos, ou seja, 113,4% do número de processos distribuídos (186.923). Isso significa que o Tribunal conseguiu reduzir a quantidade de ações pendentes de julgamento. Esse é um dos dados que constam do Relatório Geral da Justiça do Trabalho do ano de 2010, apresentado hoje (1º/07) pelo presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, na sessão do Órgão Especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente explicou que este ano o documento foi elaborado em novo formato: além de fornecer os tradicionais dados estatísticos, traz também uma descrição mais completa das diversas atividades desempenhadas pela Justiça do Trabalho, com informações sobre eficiência operacional, melhoria de infraestrutura física e tecnológica, qualificação de juízes e servidores e projetos socioambientais. Segundo o ministro Dalazen, o objetivo é oferecer ao público em geral e, em especial, aos magistrados, gestores e servidores um panorama das principais iniciativas da Justiça do Trabalho no ano de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira parte do Relatório contém informações estatísticas da atividade judicante da Justiça do Trabalho, a segunda parte descreve as mais relevantes atividades administrativas desenvolvidas pelo TST e pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho e a terceira parte dedica espaço aos principais projetos realizados pelos Tribunais Regionais do Trabalho no cumprimento das respectivas missões institucionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com o Relatório, nos Tribunais Regionais, o percentual de processos julgados em comparação com o número de casos distribuídos ficou em 102,87%. Já o primeiro grau de jurisdição julgou 99,18% das ações distribuídas. Na avaliação do ministro Dalazen, esses números revelam desempenho exemplar da Justiça do Trabalho que está comprometida com o desfecho rápido das demandas que lhe são submetidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o trabalhador, o resultado dos julgamentos realizados na Justiça do Trabalho possibilitou a quitação de débitos trabalhistas da ordem de R$ 11,2 bilhões – um crescimento de 10,3% nos valores pagos em 2010 em comparação com 2009. Porém, destacou o presidente, a fase de execução processual persiste como o maior desafio da Justiça do Trabalho, na medida em que o índice de congestionamento nesse momento é de 69%. Ainda pelo Relatório, a Justiça do Trabalho arrecadou R$3,1 bilhões a título de custas processuais, emolumentos, imposto de renda e contribuição previdenciária (27,58% da sua despesa orçamentária).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a apresentação do Relatório, o ministro Milton de Moura França, que presidiu o TST no período ao qual se referem as informações do documento, parabenizou o ministro João Oreste Dalazen pelo trabalho de aprimoramento da administração do Tribunal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lilian Fonseca)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-2383441038418662687?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/2383441038418662687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/tst-relatorio-de-2010-revela-avancos-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/2383441038418662687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/2383441038418662687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/07/tst-relatorio-de-2010-revela-avancos-da.html' title='TST - Relatório de 2010 revela avanços da Justiça do Trabalho'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-9200695196595818579</id><published>2011-06-30T20:21:00.001-07:00</published><updated>2011-06-30T20:21:49.709-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Vale do Rio Doce cria "lista suja” e é condenada por dano moral coletivo</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12547&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 30/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Vale do Rio Doce cria "lista suja” e é condenada por dano moral coletivo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por ter pressionado empresas terceirizadas e contratadas a dispensar ou não admitir empregados que haviam ajuizado reclamação trabalhista contra ela, criando assim uma “lista suja”, a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) foi condenada ao pagamento de indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 800 mil, revertida ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A condenação, imposta pela Justiça do Trabalho da 17ª Região (ES), foi mantida pela Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em agosto de 2006, a 12ª Vara do Trabalho de Vitória recebeu a denúncia contra a Vale do Rio Doce em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho da 17ª Região (ES), que pedia a condenação da empresa. A conduta discriminatória empresarial foi confirmada pelo juízo de primeiro grau, e a Vale do Rio Doce foi condenada ao pagamento de indenização pelo dano causado aos trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ter o recurso indeferido no Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região, a empresa recorreu à instância superior, mas a condenação acabou sendo mantida. O ministro Emmanoel Pereira, relator que examinou o recurso na Quinta Turma do TST, informou que o acórdão regional foi conclusivo ao afirmar que a Vale, de fato, praticou ato lesivo contra trabalhadores que reclamaram seus direitos na Justiça. Segundo o Regional, a conduta da empresa foi “uma violência contra as normas protetivas do trabalho”. Ao final, o relator não conheceu do recurso ante o entendimento de que ele não satisfazia as exigências necessárias à sua admissibilidade. A decisão foi unânime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Mário Correia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=704230&amp;amp;ano_int=2009&amp;amp;qtd_acesso=13629843" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR-103600-95.2006.5.17.0012&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-9200695196595818579?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/9200695196595818579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-vale-do-rio-doce-cria-lista-suja-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/9200695196595818579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/9200695196595818579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-vale-do-rio-doce-cria-lista-suja-e.html' title='TST: Vale do Rio Doce cria &quot;lista suja” e é condenada por dano moral coletivo'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3872646415417446865</id><published>2011-06-30T20:06:00.000-07:00</published><updated>2011-06-30T20:06:28.907-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Presidente do TST alerta para baixo índice de advogados com certificação digital</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12554"&gt;Notícias do TST - 30/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Presidente do TST alerta para baixo índice de advogados com certificação digital&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro João Oreste Dalazen, alertou hoje para o “baixo índice atual de certificação digital dos advogados”. De acordo com as informações colhidas pelo ministro, apenas 52 mil dos 250 mil advogados militantes inscritos na OAB dispõem da certificação. Desses, 30% se concentram no Paraná. “Portanto, aproximadamente apenas um quinto dos advogados que dela vão depender, muito em breve, contam hoje com certificação digital”, destacou o presidente do TST durante a realização do 11º Congresso Nacional de Direito do Trabalho e Processual do Trabalho do TRT da 15ª Região em Campinas (SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A certificação digital é uma tecnologia de identificação que permite realizar transações eletrônicas com garantia de integridade, autenticidade e confidencialidade, e é necessária para a atuação do advogado no processo eletrônico. “É urgente, pois, que se intensifiquem os esforços para obtenção da certificação digital dos advogados”, ressaltou o ministro Dalazen, ao alertar para o risco de que o pouco interesse pela certificação possa “se constituir um grave problema na implantação do PJe (Processo Judicial Eletrônico), e não apenas na Justiça do Trabalho.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o ministro, a implantação do processo eletrônico na Justiça do Trabalho tem sido marcada por altos e baixos, com adversidades alheias à vontade da instituição. Exatamente por isso, a Justiça do Trabalho decidiu adotar, em sintonia com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o modelo do PJe, desenvolvido pela Justiça Federal da 5ª Região (Pernambuco).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro revelou que o TST, o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e os TRTs promovem um verdadeiro mutirão para adaptar o PJe às funcionalidades do processo trabalhista na fase de conhecimento. “O cronograma elaborado, seguido à risca até aqui, prevê a implantação do PJe na fase de conhecimento em primeiro grau, em Vara do Trabalho piloto, impreterivelmente até o dia 5 de dezembro de 2011”, afirmou ele. A expectativa é desenvolver também o PJe para o processo em segundo grau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Integra ainda o nosso plano de gestão a continuidade do desenvolvimento do PJe também para a fase de execução, com um objeto mínimo e simplificado, a fim de que a implantação possa ser factível no médio prazo”, afirmou o presidente. Para a adaptação do PJe, o TST, com a cooperação dos TRTs, conta com uma equipe trabalhando de forma exclusiva - além de um comitê gestor integrado, inclusive, por advogado e membro do Ministério Público do Trabalho (MPT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Execução&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro Dalazen voltou a enfatizar a questão da execução, “o grande ponto de estrangulamento do processo trabalhista”. O problema, para o ministro, reside “no disciplinamento normativo precário e anacrônico”. Como forma de minimizar a situação, o TST enviou ao Congresso Nacional projeto de lei “destinado a disciplinar o cumprimento da sentença trabalhista brasileira e a execução dos títulos extrajudiciais”, texto elaborado por uma comissão de magistrados instituída pelo presidente do TST. O projeto traz, entre outras novidades, a possibilidade de parcelamento dos débitos trabalhistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro citou também o projeto de lei que cria a Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas (CNDB), necessária para que as empresas possam participar de licitação pública, e que aguarda a sanção da presidente Dilma Rousseff. “Outra profunda reforma a que a Justiça do Trabalho não pode furtar-se a aderir é em relação à Proposta de Emenda Constitucional nº 15, em trâmite no Senado Federal”, ressaltou ele, referindo-se à PEC que propõe antecipar o trânsito em julgado das decisões em grau de recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pretende-se, como se vê, em relação ao STF e ao STJ, romper com um sistema recursal estruturado em três ou quatro graus de jurisdição, antes do trânsito em julgado”, afirmou o ministro, ao revelar que o relator da matéria, senador Aloysio Nunes Ferreira Filho, preocupado “com o tratamento diferenciado que seria conferido à Justiça do Trabalho e ao TST, gentilmente procurou-me e instou-me a oferecer um contributo ao substitutivo que apresentará”, muito em breve. “Nesse sentido venho de manifestar-lhe, em caráter pessoal, plena adesão à ideia, sugerindo-lhe que se acresça o artigo 113-A à Constituição Federal”. O artigo teria o seguinte teor: “Aplica-se ao recurso de revista admissível das decisões proferidas pelos Tribunais Regionais do Trabalho o dispositivo do artigo 105-A e no seu parágrafo único”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Augusto Fontenele)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3872646415417446865?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3872646415417446865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/presidente-do-tst-alerta-para-baixo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3872646415417446865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3872646415417446865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/presidente-do-tst-alerta-para-baixo.html' title='Presidente do TST alerta para baixo índice de advogados com certificação digital'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-1897749896335386219</id><published>2011-06-30T19:59:00.001-07:00</published><updated>2011-06-30T19:59:42.886-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News STF'/><title type='text'>STF: III Pacto Republicano será firmado em agosto</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div id="barraTitulo" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: url(http://www.stf.jus.br/portal/util/imagem/barraTitulo.gif); background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat no-repeat; color: #385260; font-family: Arial; font-size: 16px; font-weight: bold; height: 37px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; position: relative; vertical-align: top;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=183279"&gt;Notícias STF&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #385260; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;Quinta-feira, 30 de junho de 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: #385260; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;III Pacto Republicano será firmado em agosto&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="float: left; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;img src="http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/bancoImagemSco/bancoImagemSco_AP_183281.jpg" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;Em reunião realizada na manhã desta quinta-feira (31) no gabinete da Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), foi acordado que as propostas que compõem o III Pacto Republicano serão encaminhadas para Congresso Nacional pelos chefes dos Três Poderes na reabertura dos trabalhos legislativos, em agosto.&amp;nbsp; O objetivo do Pacto, proposto pelo presidente do STF, ministro Cezar Peluso, em fevereiro de 2011, é assegurar um sistema de justiça mais ágil, acessível e efetivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;Participaram da reunião com o ministro Peluso o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o senador Ricardo Ferraço – autor da PEC 15/2011 (PEC dos recursos) –, o secretário executivo da Casa Civil da Presidência da República, Beto Vasconcelos, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o deputado Paulo Teixeira, líder do PT, o deputado Arthur Maia (PMDB-BA), e o consultor do Senado Federal Bruno Dantas, além de outros consultores, assessores e autoridades do Judiciário, Legislativo e Executivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;Durante a reunião foram discutidos os termos das propostas que integram o III Pacto Republicano. Entre elas o destaque é a chamada PEC dos recursos, idealizada pelo ministro Peluso, e apresentada ao Senado Federal pelo senador Ferraço, com o propósito de acabar com os recursos protelatórios, assegurando a execução das sentenças com decisão em segunda instância.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;Primeiros pactos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;A proposta para firmar um III Pacto Republicano levou em conta os avanços alcançados a partir dos I e II Pactos firmados, respectivamente, em 2004 e 2009.&amp;nbsp;Na segunda edição do acordo,&amp;nbsp;a preocupação foi assegurar a uniformização da jurisprudência no âmbito dos Juizados Especiais Cíveis quando houver divergência entre as decisões proferidas pelas Turmas Recursais, para evitar decisões divergentes em ações que envolvam situações idênticas. Já em 2004, o I Pacto Republicano resultou na aprovação da Emenda Constitucional nº 45, que entre outros avanços estabeleceu o instituto da Repercussão Geral.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-1897749896335386219?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/1897749896335386219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/stf-iii-pacto-republicano-sera-firmado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1897749896335386219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1897749896335386219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/stf-iii-pacto-republicano-sera-firmado.html' title='STF: III Pacto Republicano será firmado em agosto'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-8877127151310249159</id><published>2011-06-29T20:26:00.000-07:00</published><updated>2011-06-29T20:26:01.111-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST considera ilícita terceirização em call center da TIM</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12531&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 29/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;TST considera ilícita terceirização em call center da TIM&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por maioria de votos, a Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho restabeleceu decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região que reconheceu o vínculo de emprego de um operador de&amp;nbsp;&lt;i&gt;call center&lt;/i&gt;&amp;nbsp;contratado pela A &amp;amp; C Centro de Contatos S. A. diretamente com a tomadora de serviços, a TIM Nordeste S.A. A SDI-1 reiterou a posição consolidada na Súmula 331 do TST, que só considera lícita a terceirização no caso de trabalho temporário, serviços de vigilância, conservação e limpeza e outros serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador de serviços. No caso do&amp;nbsp;&lt;i&gt;call center&lt;/i&gt;&amp;nbsp;em empresas de telefonia, o entendimento é que se trata de atividade-fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relatora do processo, ministra Maria de Assis Calsing, iniciou sua fundamentação observando que a discussão principal, no caso, diz respeito a uma “aparente contrariedade” entre a Súmula 331 do TST e os dispositivos legais que regulamentam a concessão dos serviços públicos e a organização e o funcionamento das empresas de telecomunicações. O ponto central é o artigo 25 da Lei nº 8.987/1995, que regulamenta a concessão de serviços públicos, e o artigo 94, inciso II, da Lei das Telecomunicações (Lei nº 9.472/1997). Os dois permitem às concessionárias a terceirização de “atividades inerentes, acessórias ou complementares ao serviço”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com base nesses dispositivos, as empresas de telecomunicações passaram a defender a ideia de que estaria autorizada a terceirização em relação a todas as suas atividades, inclusive as atividades-fim”, observa a ministra em seu voto. Ela citou precedente em que o ministro Barros Levenhagen observa que a legislação sobre o tema se caracteriza por uma “extremada ambiguidade”, e que a “mera interpretação gramatical não se sustenta” se for interpretada conjuntamente com o artigo 170 da Constituição (&lt;i&gt;caput&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e inciso VIII), que lista os princípios gerais que regem a ordem econômica (“fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa”, tendo por fim “assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social”, observando, entre outros, o princípio da busca do pleno emprego). Para o ministro Levenhagen, “a pretensa licitude” da terceirização de atividade-fim da área de telefonia sem prévia definição em lei resultaria “na desvalorização ou precarização do trabalho humano e no comprometimento da busca pelo pleno emprego”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo esse entendimento, a ministra Maria de Assis Calsing concluiu que, não havendo autorização legislativa para a terceirização ampla e irrestrita, as empresas de telecomunicações devem observar o disposto na Súmula 331, itens I e III, do TST. Sendo assim, votou no sentido de dar provimento ao recurso do atendente de&amp;nbsp;&lt;i&gt;call center&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e restabelecer a decisão regional que reconheceu seu vínculo de emprego diretamente com a TIM. Seu voto foi seguido pelos ministros Augusto César de Carvalho, José Roberto Freire Pimenta, Delaíde Miranda Arantes, Barros Levenhagen, Lelio Bentes Corrêa, Horácio Senna Pires, Rosa Maria Weber e João Oreste Dalazen. Ficaram vencidos os ministros João Batista Brito Pereira, Milton de Moura França, Maria Cristina Peduzzi, Renato de Lacerda Paiva e Aloysio Corrêa da Veiga, que votavam no sentido de negar provimento ao recurso e manter decisão da Oitava Turma do TST que negou o vínculo de emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Audiência pública&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sessão da SDI-1 de segunda-feira (27), o julgamento desse processo foi suspenso em virtude de pedido de vista regimental do presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen. Na ocasião, ele manifestou sua intenção de realizar audiência pública sobre o tema – a primeira a ser realizada pelo TST depois da mudança em seu Regimento Interno que passou a prever a possibilidade de realização de audiências públicas em casos de complexidade, relevância e repercussão social. Hoje, porém, o ministro trouxe novamente o processo a julgamento e explicou que, com base na experiência do Supremo Tribunal Federal, as audiências públicas devem ser anteriores ao julgamento, e não num caso, como este, em que a maioria dos ministros já havia proferido seu voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-8877127151310249159?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/8877127151310249159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-considera-ilicita-terceirizacao-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/8877127151310249159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/8877127151310249159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-considera-ilicita-terceirizacao-em.html' title='TST considera ilícita terceirização em call center da TIM'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-6288556730336809939</id><published>2011-06-28T20:02:00.001-07:00</published><updated>2011-06-28T20:02:45.297-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST colabora com CNJ para agilizar ações trabalhistas iniciadas na Justiça Federal</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;28/06/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;TST colabora com CNJ para agilizar ações trabalhistas iniciadas na Justiça Federal&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A assessoria da Presidência do Tribunal Superior do Trabalho auxiliará a Corregedoria Nacional de Justiça no exame de recursos em reclamações trabalhistas em trâmite na Justiça Federal. A medida foi adotada pelo presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, a partir de consulta formulada pela corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, que está tomando medidas para que esses recursos, propostos na Justiça Federal antes da Constituição Federal de 1988, sejam julgados nos Tribunais Regionais Federais, pondo-se fim às pendências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ofício encaminhado à Presidência do TST, a corregedora nacional consultou sobre a possibilidade de o Tribunal auxiliar na conclusão desses processos, indicando três servidores para elaborar relatório e proposta de voto. A participação de assessores do TST seria útil devido à especialidade da matéria. A Corregedoria Nacional já levantou a existência de 69 recursos no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, co sede em Brasília, a maioria relativa a cálculos de liquidação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na resposta à consulta, o presidente do TST expressou a satisfação do Tribunal “em colaborar na consecução de tão importante medida de prestígio à celeridade e à eficiência”, e solicita o envio dos processos para a realização dos trabalhos. A solução desses processos faz parte de uma das metas estratégicas do Conselho Nacional de Justiça, que pretende solucionar o acervo de processos com vários anos de tramitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-6288556730336809939?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/6288556730336809939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-colabora-com-cnj-para-agilizar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6288556730336809939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6288556730336809939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-colabora-com-cnj-para-agilizar.html' title='TST colabora com CNJ para agilizar ações trabalhistas iniciadas na Justiça Federal'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-7219134220440299652</id><published>2011-06-17T18:21:00.000-07:00</published><updated>2011-06-17T18:21:16.619-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>CSJT: Aprovada Política de Comunicação Social para Órgãos da JT</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12485"&gt;Notícias do TST - 17/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Aprovada Política de Comunicação Social para Órgãos da JT (atualizada)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) aprovou nesta sexta-feira (17/06) resolução que institui a Política Nacional de Comunicação Social no âmbito do Conselho Superior da Justiça do Trabalho e da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus. O documento traz objetivos e diretrizes que deverão ser seguidos na elaboração e execução de ações de Comunicação Social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a resolução, o CSJT e os Tribunais Regionais do Trabalho deverão dar amplo conhecimento à sociedade das decisões judiciais e administrativas. Além disso, deverão divulgar os direitos do cidadão e os serviços colocados à disposição da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Resolução também prevê a utilização de diversas ferramentas tecnológicas de divulgação, a adequação de mensagens a diferentes públicos e o uso de meios de acessibilidade. O CSJT e os Órgãos da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus também deverão estabelecer orçamento, em rubrica própria, para as ações de Comunicação Social, observada a racionalidade na aplicação de recursos públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os setores de Comunicação Social passam a ter a responsabilidade de gerenciar o fluxo de informação com os públicos interno e externo, em áreas de atuação como Divulgação, Imprensa, Comunicação Interna, Marketing e Publicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para coordenar as ações de Comunicação Social em nível nacional, foi instituído o Comitê Gestor de Comunicação Social da Justiça do Trabalho, que deverá orientar os tribunais na elaboração de planejamentos anuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resolução, aprovada por unanimidade, foi apresentada pelo presidente do CSJT, ministro João Oreste Dalazen, e é resultado de proposta elaborada por Grupo de Trabalho instituído em abril de 2011. O grupo foi composto por assessores de Comunicação Social do CSJT, TST e TRTs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Patrícia Resende/CSJT)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-7219134220440299652?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/7219134220440299652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/csjt-aprovada-politica-de-comunicacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/7219134220440299652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/7219134220440299652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/csjt-aprovada-politica-de-comunicacao.html' title='CSJT: Aprovada Política de Comunicação Social para Órgãos da JT'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-4578154026627081554</id><published>2011-06-16T19:02:00.000-07:00</published><updated>2011-06-16T19:02:05.338-07:00</updated><title type='text'>Vólia Bomfim: Trabalhador avulso que comparece à escalação tem d...</title><content type='html'>&lt;a href="http://voliabomfim.blogspot.com/2011/06/trabalhador-avulso-que-comparece.html?spref=bl"&gt;Vólia Bomfim: Trabalhador avulso que comparece à escalação tem d...&lt;/a&gt;: "O trabalhador avulso, como  todos os outros, tem direito a receber vale-transporte. O direito  permanece mesmo para aqueles que comparecem a..."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-4578154026627081554?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://voliabomfim.blogspot.com/2011/06/trabalhador-avulso-que-comparece.html?spref=bl' title='Vólia Bomfim: Trabalhador avulso que comparece à escalação tem d...'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/4578154026627081554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/volia-bomfim-trabalhador-avulso-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4578154026627081554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4578154026627081554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/volia-bomfim-trabalhador-avulso-que.html' title='Vólia Bomfim: Trabalhador avulso que comparece à escalação tem d...'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-916837713628956471</id><published>2011-06-15T20:49:00.000-07:00</published><updated>2011-06-15T20:49:36.661-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Ministério da Saúde assina protocolo com TST para evitar acidentes de trabalho</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12466"&gt;Notícias do TST - 15/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Ministério da Saúde assina protocolo com TST para evitar acidentes de trabalho&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esteve hoje (16) no Tribunal Superior do Trabalho para formalizar a adesão do Ministério ao Protocolo de Cooperação Técnica lançado durante as comemorações dos 70 anos de criação da Justiça do Trabalho. O documento, de iniciativa do TST, tem por objetivo empreender esforços para a adoção de medidas de prevenção de acidentes de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a assinatura do documento, o Ministério da Saúde se compromete a reforçar as políticas públicas em defesa da segurança e da saúde no trabalho em todo país. O ministro Padilha, após assinar o protocolo, ressaltou para os ministros João Oreste Dalazen, presidente do TST, e Maria Cristina Peduzzi, vice-presidente, “a importância de se estabelecer essa parceria com o Judiciário”, tendo em vista o aumento do número de acidentes de trabalho no Brasil nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de 2001 a 2009, o número de acidentes no país mais do que duplicou. Para se ter uma ideia, só em 2009 foram registrados 723mil e 542 casos. Esses acidentes resultaram em 2,5 mil mortes no ano – o que significa quase sete mortes por dia. E de acordo com o Ministério da Saúde, o número de atendimentos por causa de acidentes de trabalho ou relacionados ao trabalho saltou de 72.078 casos em 2009 para 81.113 em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o encontro, o ministro João Oreste Dalazen destacou os efeitos perversos dos acidentes de trabalho na vida e na família dos trabalhadores, por isso a necessidade de uma verdadeira cruzada contra os acidentes. O ministro também vê com apreensão o aumento do número de acidentes de trabalho no Brasil. Ele acredita que as estatísticas reflitam apenas parte do problema, pois muitos casos ficariam sem registro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 3 de maio, esse protocolo foi assinado ainda pelos ministros do Ministério do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, do Ministério da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, e da Advocacia-Geral da União, Luis Inácio Lucena Adams, além do próprio ministro Dalazen, na condição de presidente do TST e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.&lt;br /&gt;Entre as medidas pedagógicas a serem adotadas, o ministro Dalazen chamou a atenção para a campanha do Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho que está sendo veiculada em diversos meios de comunicação desde o dia 11 de maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, o presidente do TST lembrou que, com o desenvolvimento de políticas para reduzir o número de acidentes, o Judiciário se beneficia também com a diminuição do número de processos. “Um acidente de trabalho a menos é um processo a menos na Justiça”, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Protocolo terá vigência de um ano, podendo ser prorrogado por igual período. Em princípio, não haverá transferência de recursos financeiros entre os assinantes do documento, pois cada participante será responsável pelos respectivos custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lilian Fonseca)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-916837713628956471?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/916837713628956471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/ministerio-da-saude-assina-protocolo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/916837713628956471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/916837713628956471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/ministerio-da-saude-assina-protocolo.html' title='Ministério da Saúde assina protocolo com TST para evitar acidentes de trabalho'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3847132463280572831</id><published>2011-06-15T20:12:00.000-07:00</published><updated>2011-06-15T20:12:58.012-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Senado aprova certidão negativa de débitos trabalhistas</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12468"&gt;Notícias do TST - 15/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Senado aprova certidão negativa de débitos trabalhistas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O plenário do Senado Federal aprovou hoje (15) o projeto de lei que cria a Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas. O projeto, que vai agora para sanção da presidenta Dilma Rousseff, altera o texto da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei de Licitações (8.666/93) e institui a necessidade de certidão negativa na Justiça do Trabalho para que as empresas possam participar de licitações públicas e ter acesso a programas de incentivos fiscais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro João Oreste Dalazen, que defende o aperfeiçoamento das regras processuais atuais, acredita que a aprovação da certidão negativa é importante devido ao grande número de processos que se encontram atualmente em fase de execução na Justiça do Trabalho. “São 2,5 milhões de trabalhadores que aguardam o recebimento de direitos trabalhistas reconhecidos judicialmente”, ressaltou ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senador Casildo Maldaner, relator da matéria na de Comissão de Assuntos Sociais do Senado, afirmou que: “A aprovação do projeto representa um avanço na proteção dos direitos dos trabalhadores, além de um incentivo à agilização dos processos judiciais no país”. Ele destacou, ainda, que a lei não prejudicará os empresários, pois a certidão só não poderá ser emitida às empresas que tiverem sentença transitada em julgado, ou seja, sem direito a recurso, e não tenham apresentado bem como garantia para pagamento do débito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto agora irá para a sanção da presidenta Dilma Rousseff. Inicialmente, o projeto de lei foi aprovado pelo Senado e depois enviado para votação na Câmara dos Deputados. Retornou ao Senado devido a alterações feitas pelos deputados no texto original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Augusto Fontenele)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3847132463280572831?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3847132463280572831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/senado-aprova-certidao-negativa-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3847132463280572831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3847132463280572831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/senado-aprova-certidao-negativa-de.html' title='Senado aprova certidão negativa de débitos trabalhistas'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-8501464050644867184</id><published>2011-06-13T18:13:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T18:13:31.902-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Supervisora rebaixada ao cargo de menor aprendiz é indenizada em R$ 10 mil</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12447"&gt;Notícias do TST - 13/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Supervisora rebaixada ao cargo de menor aprendiz é indenizada em R$ 10 mil&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma supervisora de call center da empresa Teleperformance CRM S/A, rebaixada de cargo a ponto de ser colocada para substituir um menor aprendiz, vai receber R$ 10 mil de indenização por danos morais. A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ao manter a condenação imposta pelo Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região/PR, entendeu que o valor aplicado é razoável e proporcional ao dano sofrido pela trabalhadora, estando dentro dos parâmetros da jurisprudência da Corte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trabalhadora foi admitida pela empresa em dezembro de 2001, com salário de R$ 2 mil, e demitida sem justa causa em novembro de 2007. Na ação trabalhista proposta em 2009, ela relata que foi abruptamente transferida de setor e de cargo porque vinha sendo citada como paradigma em ações trabalhistas com pedidos de equiparação salarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a petição inicial, a trabalhadora que antes ocupava papel de destaque na empresa, supervisionando uma equipe com 25 empregados, foi colocada para substituir um menor aprendiz, em uma função inferior às suas aptidões profissionais. Durante 17 meses, ficou limitada à realização de pequenas tarefas que ocupavam parte do seu turno de trabalho e no restante do tempo permanecia ociosa, impedida de auxiliar os colegas nas outras tarefas do setor de Recursos Humanos, para onde foi transferida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação, que ela descreve como “humilhante e vexatória”, lhe causou depressão profunda, a ponto de ser afastada para tratamento psiquiátrico, pelo INSS. Após ter sido demitida, sem justa causa, acionou a Justiça do Trabalho com pedido de quitação de horas extras e indenização por danos morais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 16ª Vara do Trabalho de Curitiba, após ouvir o depoimento das testemunhas, que confirmaram a situação da empregada e os motivos para a transferência, condenou a empresa a pagar R$ 5 mil à trabalhadora a título de danos morais. Mas ela considerou o valor muito aquém do pretendido, e recorreu ao TRT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O colegiado Regional concordou com os argumentos da trabalhadora e decidiu dobrar o valor da condenação imposto pela sentença. “Acredito que o valor de R$ 10.000,00, correspondente a 4,94 vezes à referida remuneração, é mais condizente com a situação econômica da ré e reforça a duplo caráter da indenização por dano moral, qual seja, o pedagógico e compensatório”, destacou o acórdão regional. A empresa, insatisfeita, recorreu ao TST. Alegou inexistência de dano e pediu a diminuição do valor da indenização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro Guilherme Caputo Bastos, relator do acórdão no TST, manteve o valor da condenação por considerá-lo razoável e proporcional ao dano. Segundo ele, a quantia está dentro dos parâmetros da jurisprudência do TST. Ele destacou em seu acórdão alguns julgados que balizaram seu entendimento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Ampla divulgação pela imprensa de fatos desabonadores em relação aos reclamantes, empregados de uma instituição bancária – Valor de uma remuneração mensal&lt;br /&gt;(SD-1,&amp;nbsp;&lt;a href="http://aplicacao5.tst.jus.br/consultaunificada2/inteiroTeor.do?action=printInteiroTeor&amp;amp;highlight=true&amp;amp;numeroFormatado=RR%20-%2034000-29.1997.5.17.0003&amp;amp;base=acordao&amp;amp;numProcInt=73826&amp;amp;anoProcInt=2003&amp;amp;dataPublicacao=18/12/2009%2007:00:00&amp;amp;query=" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;E-ED-RR-340/1997-003-17-00.9&lt;/a&gt;, Relator juiz convocado Douglas Alencar Rodrigues, DJ de 18/12/2009);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Morte de empregado em decorrência de acidente de trabalho – R$ 50.000,00&lt;br /&gt;(3ª Turma,&amp;nbsp;&lt;a href="http://aplicacao5.tst.jus.br/consultaunificada2/inteiroTeor.do?action=printInteiroTeor&amp;amp;highlight=true&amp;amp;numeroFormatado=RR%20-%20106900-46.2006.5.03.0015&amp;amp;base=acordao&amp;amp;numProcInt=362439&amp;amp;anoProcInt=2008&amp;amp;dataPublicacao=05/02/2010%2007:00:00&amp;amp;query=" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR 106900-46.2006.5.03.0015&lt;/a&gt;, relatora ministra Rosa Maria Weber, DJ de 16/12/2009);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Morte de empregada de 37 anos por esmagamento de crânio em esteira de câmara de climatização, agravada pelo fato de ter a empregada um filho de 8 anos – R$ 220.000,00&lt;br /&gt;(7ª Turma,&amp;nbsp;&lt;a href="http://aplicacao5.tst.jus.br/consultaunificada2/inteiroTeor.do?action=printInteiroTeor&amp;amp;highlight=true&amp;amp;numeroFormatado=RR%20-%20173000-37.2007.5.02.0318&amp;amp;base=acordao&amp;amp;numProcInt=760882&amp;amp;anoProcInt=2009&amp;amp;dataPublicacao=26/02/2010%2007:00:00&amp;amp;query=" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR 173000-37.2007.5.02.0318&lt;/a&gt;, relatora juíza convocada Doralice Novaes, julgamento em 24/02/2010);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Morte de empregado no transporte de cargas – R$ 160.000,00&lt;br /&gt;(4ª Turma, relator ministro Fernando Eizo Ono, DJ de 05/02/2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Doença profissional por contato com amianto por mais de 30 anos – R$ 175.000,00&lt;br /&gt;(6ª Turma,&amp;nbsp;&lt;a href="http://aplicacao5.tst.jus.br/consultaunificada2/inteiroTeor.do?action=printInteiroTeor&amp;amp;highlight=true&amp;amp;numeroFormatado=RR%20-%20109300-76.2006.5.01.0051&amp;amp;base=acordao&amp;amp;numProcInt=526324&amp;amp;anoProcInt=2008&amp;amp;dataPublicacao=06/08/2010%2007:00:00&amp;amp;query=" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR-109300-76.2006.5.01.0051&lt;/a&gt;, relator ministro Aloysio Corrêa da Veiga, DJ de 04/12/2009);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) Dispensa por ser portador do vírus HIV – R$ 30.000,00&lt;br /&gt;(6ª Turma,&amp;nbsp;&lt;a href="http://aplicacao5.tst.jus.br/consultaunificada2/inteiroTeor.do?action=printInteiroTeor&amp;amp;highlight=true&amp;amp;numeroFormatado=AIRR%20-%20232440-77.2002.5.02.0046&amp;amp;base=acordao&amp;amp;numProcInt=249302&amp;amp;anoProcInt=2006&amp;amp;dataPublicacao=05/02/2010%2007:00:00&amp;amp;query=" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;AIRR-2324/2002-046-02-40.3&lt;/a&gt;, relator ministro Godinho Delgado, DJ de 05/02/2010);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) Perda auditiva neurossensorial de grau leve a moderada – R$ 20.000,00&lt;br /&gt;(7ª Turma,&amp;nbsp;&lt;a href="http://aplicacao5.tst.jus.br/consultaunificada2/inteiroTeor.do?action=printInteiroTeor&amp;amp;highlight=true&amp;amp;numeroFormatado=RR%20-%2027700-46.2005.5.15.0029&amp;amp;base=acordao&amp;amp;numProcInt=639400&amp;amp;anoProcInt=2009&amp;amp;dataPublicacao=12/03/2010%2007:00:00&amp;amp;query=" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR-27700-46.2005.5.15.0029&lt;/a&gt;, relatora juíza convocada Doralice Novaes, julgada em 10/02/2010);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;h) Vigilante exposto a dois assaltos em instituição bancária – R$ 50.000,00&lt;br /&gt;(2ª Turma,&amp;nbsp;&lt;a href="http://aplicacao5.tst.jus.br/consultaunificada2/inteiroTeor.do?action=printInteiroTeor&amp;amp;highlight=true&amp;amp;numeroFormatado=RR%20-%20106700-06.2004.5.03.0081&amp;amp;base=acordao&amp;amp;numProcInt=59131&amp;amp;anoProcInt=2005&amp;amp;dataPublicacao=18/09/2009%2007:00:00&amp;amp;query=" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR-1067/2004-081-03-00.1&lt;/a&gt;, relator ministro Renato de Lacerda Paiva, DJ de 18/09/2009).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Cláudia Valente)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=240904&amp;amp;ano_int=2010" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR - 3478000-58.2009.5.09.0016&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-8501464050644867184?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/8501464050644867184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-supervisora-rebaixada-ao-cargo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/8501464050644867184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/8501464050644867184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-supervisora-rebaixada-ao-cargo-de.html' title='TST: Supervisora rebaixada ao cargo de menor aprendiz é indenizada em R$ 10 mil'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-8693652802818036260</id><published>2011-06-13T18:09:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T18:09:51.238-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Residência médica está fora da competência da Justiça do Trabalho</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Notícias do TST - 1/6/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Residência médica está fora da competência da Justiça do Trabalho&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho declarou nula a condenação imposta pela Justiça do Trabalho à Clínica Raskin Ltda., de Campinas (SP), em reclamação trabalhista movida por médica residente para o pagamento de bolsa-auxílio. Para a Turma, a residência médica é atividade vinculada ao ensino, e não uma relação de trabalho – fora, portanto, da competência da Justiça do Trabalho, definida no artigo 114, inciso I, da Constituição Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP), a clínica foi descredenciada do programa de residência médica por apresentar insuficiências estruturais, entre elas inexistência de supervisão e de ambulatórios. O TRT15 observou que, nas circunstâncias descritas, mesmo que a residente tenha concorrido com algum tipo de denúncia para o descredenciamento da clínica, essa seria legítima, na eventual existência de irregularidades. Dessa análise, resultou a condenação da clínica ao pagamento de bolsa mensal de residência médica, no valor de R$ 1.916,45, parcelas vencidas e vincendas, até a conclusão do programa, nos termos do artigo 38 da Resolução nº 02/2005 e do art. 3º, parágrafo 3.º, da Resolução n.º 3/2007 da Comissão Nacional de Residência Médica, do Ministério da Educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A clínica, contudo, insurgiu-se contra a condenação. Sustentou a incompetência da Justiça do Trabalho para julgar ações decorrentes de contrato de residência médica e alegou que, no período em que esteve no programa de residência, a médica recebeu a bolsa normalmente. Após sua transferência para o Hospital da Universidade de Taubaté, cessaram as responsabilidades da clínica, que já estava descredenciada pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira, relator do recurso, buscou embasamento no artigo 1.º da Lei n.º 6.932, de 1981, que define a residência médica como modalidade de ensino de pós-graduação, sob a forma de curso de especialização. O relator observou que, sendo essa uma atividade vinculada ao ensino, “não reúne trabalhador à pessoa física ou jurídica que o remunere, essencialmente, pelo serviço prestado, assim recusando a qualificação de relação de trabalho.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo unanimemente as conclusões do ministro Bresciani, a Terceira Turma, ante o reconhecimento da incompetência da Justiça do Trabalho para processar e julgar a ação, conheceu do recurso da clínica e determinou o encaminhamento dos autos à Justiça Comum do Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Raimunda Mendes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=113222&amp;amp;ano_int=2010&amp;amp;qtd_acesso=3831111" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR-29500-53.2008.5.15.0046&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-8693652802818036260?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/8693652802818036260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-residencia-medica-esta-fora-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/8693652802818036260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/8693652802818036260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-residencia-medica-esta-fora-da.html' title='TST: Residência médica está fora da competência da Justiça do Trabalho'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-49308517392470847</id><published>2011-06-13T18:07:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T18:07:05.075-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Turma entende irregular terceirização de suporte de atendimento da TIM</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12369&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 30/05/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Turma entende irregular terceirização de suporte de atendimento da TIM&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As concessionárias de serviços de telefonia não estão autorizadas por lei a terceirizar atividades essenciais ao negócio. Com esse fundamento, a Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu a existência de vínculo de emprego entre um trabalhador e a TIM Celular, apesar de ele ter sido contratado por outra empresa para prestar serviços à operadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Turma acompanhou, à unanimidade, voto do ministro Aloysio Corrêa da Veiga, no sentido de que a terceirização, no caso, foi ilegal, pois o trabalhador exercia funções próprias da atividade-fim da concessionária de telefonia, o que não teria amparo na legislação. O colegiado verificou que o empregado fora contratado pela Líder Terceirização para executar serviços de suporte de atendimento, cadastros e atualizações de dados de natureza administrativa para a TIM (função conhecida como “back office”), ou seja, para atuar em atividades essenciais ao desenvolvimento da tomadora dos serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os julgamentos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a sentença de origem, o trabalhador vem obtendo o reconhecimento do vínculo de emprego diretamente com a TIM. Para o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG), a terceirização de atividade-fim da concessionária é ilegal, uma vez que não existe autorização para contratos dessa natureza na legislação do setor (Leis nº 8.987/95 e nº 9.472/97).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No recurso de revista ao TST, a TIM defendeu a existência de autorização legal para a concessionária do ramo de telecomunicações terceirizar as atividades inerentes, acessórias ou complementares ao serviço objeto da concessão. Sustentou que a terceirização era lícita, e o reconhecimento do vínculo diretamente com a TIM implica a extensão ao ex-empregado terceirizado dos benefícios previstos nos instrumentos coletivos da categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora tenha opinião diferente quanto à possibilidade de contratação de trabalhadores terceirizados para execução de tarefas próprias à atividade-fim de empresa tomadora de serviços, o relator adotou o entendimento majoritário da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do TST, que declarara a irregularidade da terceirização de mão de obra em atividades finalísticas das empresas do setor elétrico. Naquele julgamento, os ministros consideraram que a Lei nº 8.987/95, de caráter administrativo, ao tratar de concessão de prestação de serviços públicos, não autorizou a terceirização nas situações como a dos autos. Por outro lado, a legislação trabalhista protege o trabalho prestado em benefício de outro, de forma não eventual, oneroso e sob subordinação jurídica, como na hipótese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro Aloysio ainda esclareceu que, em relação ao comando do artigo 94 da Lei nº 9.472/97 (Lei Geral das Telecomunicações), que autoriza a concessionária a “contratar com terceiros o desenvolvimento de atividades inerentes, acessórias ou complementares ao serviço”, a SDI-1 interpretou que o dispositivo não possibilita a terceirização de atividade-fim, mesmo no ramo de concessionárias públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o relator, a precarização ou intermediação de mão de obra não pode ser confundida com a terceirização. “Considerada ferramenta eficaz no mundo globalizado, a terceirização tem sua origem na transferência da responsabilidade por determinado serviço de uma empresa para outra, permitindo negócios mais eficientes e competitivos”, assinalou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, como ficou provado no Regional que o empregado, na qualidade de auxiliar administrativo, exercia a função de “back office”, atuando exclusivamente para a TIM (ao ponto de ter recebido treinamento para atuar na brigada de incêndio da empresa), o ministro Aloysio concluiu que, de fato, ele trabalhava na atividade-fim da empresa tomadora de serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, uma vez demonstrada a terceirização de atividade essencial da empresa concessionária de serviço público, a Turma negou provimento ao recurso da empresa e manteve a decisão do TRT que reconhecera o vínculo de emprego do trabalhador diretamente com a tomadora dos serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lilian Fonseca)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=42216&amp;amp;ano_int=2011&amp;amp;qtd_acesso=884205" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR-776-91.2010.5.03.0114&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-49308517392470847?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/49308517392470847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-turma-entende-irregular.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/49308517392470847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/49308517392470847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-turma-entende-irregular.html' title='TST: Turma entende irregular terceirização de suporte de atendimento da TIM'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-6245012849617802014</id><published>2011-06-08T19:47:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T19:47:16.157-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Transferências sucessivas não se confundem com transferência definitiva</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12421&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 08/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Transferências sucessivas autorizam pagamento de adicional&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Finasa Promotora de Vendas Ltda. terá de pagar o adicional de transferência a um ex-empregado que, contratado em Curitiba (PR), foi transferido para Florianópolis (SC), voltou para Curitiba, retornou a Florianópolis e, por fim, foi para Blumenau (SC), onde foi dispensado. A alegação de que a última transferência foi definitiva, porque subsistiu por três anos até a rescisão contratual, não convenceu a Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho a reformar a decisão que condenou a empresa ao pagamento do adicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anteriormente, a Quarta Turma do TST não conheceu do recurso de revista da Finasa, por considerar que o acórdão do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC) estava de acordo com os termos da Orientação Jurisprudencial 113 da SDI-1. O Tribunal Regional entendeu ser devido o pagamento do adicional de transferência no período em que o reclamante trabalhou na cidade de Blumenau, por se tratar de transferência com natureza provisória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;SDI-1&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o ministro João Batista Brito Pereira, relator dos embargos, “sendo as transferências sucessivas e para locais distintos do da celebração do contrato de trabalho, até a rescisão, fica evidenciada a natureza transitória dessas transferências, o que autoriza o pagamento do adicional respectivo”. A empresa só não terá que pagar o adicional pelo período em que o empregado estava em Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator destacou que o fato de o trabalhador ser dispensado em cidade diferente daquela em que foi contratado “não caracteriza, por si só, a definitividade da transferência”. Segundo o ministro Brito Pereira, essa circunstância é apenas um elemento que, aliado a outros, como o tempo de permanência no local, pode caracterizar a transferência definitiva – situação em que a empresa é dispensada de pagar o adicional. No caso em questão, devido ao curto período de tempo entre as transferências, não foi possível concluir pela definitividade da transferência. “Ao contrário, ficou evidenciada sua natureza transitória, o que autoriza o pagamento do adicional”, observou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua fundamentação, o relator citou precedentes seus e da ministra Maria Cristina Peduzzi relativos ao tema. Por fim, em decisão unânime, a SDI-1 conheceu do recurso de embargos por divergência jurisprudencial e, no mérito, negou-lhe provimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lourdes Tavares)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=243910&amp;amp;ano_int=2006&amp;amp;qtd_acesso=4024493" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;E-ED-RR - 673700-83.2003.5.12.0037&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-6245012849617802014?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/6245012849617802014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-transferencias-sucessivas-nao-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6245012849617802014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6245012849617802014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-transferencias-sucessivas-nao-se.html' title='TST: Transferências sucessivas não se confundem com transferência definitiva'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-5706857699200111379</id><published>2011-06-08T19:40:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T19:40:34.275-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Usiminas pagará 500 salários mínimos a engenheiro demitido por justa causa</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12418&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 08/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Usiminas pagará 500 salários mínimos a engenheiro demitido por justa causa&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho, por maioria, não conheceu de recurso das Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais (Usiminas), que tentava reverter a condenação por danos morais e materiais no valor de 500 salários mínimos imposta pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP). O valor deverá ser pago a um engenheiro que, após 20 anos de serviço, teve sua demissão por justa causa tornada pública pela empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O engenheiro, na inicial da reclamação trabalhista, narra que foi admitido em 1973 como “engenheiro estagiário”, e demitido, por justa causa, em abril de 1993. Afirma que foi lesado pela Usiminas, que publicou sua dispensa por justa causa no boletim informativo. Por isso, disse que foi obrigado a encerrar precocemente sua carreira de engenheiro metalúrgico na cidade de Santos (SP), pois outros empregadores, cientes do ocorrido por meio de consulta à Usiminas, não lhe deram nova oportunidade de emprego. Teve negada ainda a renovação de seu contrato de trabalho como autônomo junto à Receita Federal no Porto de Santos, onde trabalhava desde 1974.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Usiminas defendeu-se sustentando que o engenheiro foi demitido por justa causa depois que uma sindicância interna constatou sua negligência na condução das atividades pertinentes à função de confiança que exercia. Acrescentou que o boletim informativo no qual consta a justa causa foi distribuído em alguns setores da Usiminas, às pessoas interessadas sobre o resultado da sindicância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 70ª Vara do Trabalho de São Paulo (SP) reconheceu a conduta culposa da Usiminas e considerou, para fixar o valor da indenização em 500 salários mínimos, o valor do último salário e o tempo de vigência do contrato de trabalho do engenheiro. O valor foi considerado razoável pelo juízo para penalizar exemplarmente a Usiminas, sem prejuízo de continuidade da sua atividade econômica, bem como para indenizar o reclamante pela lesão moral sofrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa recorreu ao Regional, que manteve a sentença. O TRT2 considerou o valor razoável por se tratar de empresa industrial de grande porte, siderúrgica que atua com destaque no cenário nacional. Observou que o autor da ação era empregado de posição elevada e de nível superior, acrescentando que a conduta da empresa causou evidentes prejuízos na sua reputação profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Usiminas recorreu ao TST. Pedia a redução do valor para 50 salários mínimos por considerar exorbitante o valor fixado na sentença e mantido. No julgamento do recurso pela Quarta Turma, o relator, ministro Fernando Eizo Ono, observou que o Regional demonstrou, em seu acórdão, que o valor fixado era compatível com a gravidade do ato danoso, com a lesão produzida e com a condição econômica da empresa e do empregado. Salientou que o recurso não deveria ser conhecido pela alegada violação ao artigo 5º, inciso X, da Constituição Federal. O dispositivo, que define como invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas e assegura o direito a indenização em caso de violação, não trata da matéria em discussão, que era a quantificação da indenização devida por dano moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O voto do relator foi seguido pela ministra Maria de Assis Calsing. Ficou vencido o ministro Milton de Moura França, que reduzia o valor para 100 salários mínimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Dirceu Arcoverde)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=38873&amp;amp;ano_int=2007&amp;amp;qtd_acesso=1739785" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;RR-156240-49.2005.5.02.0070&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-5706857699200111379?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/5706857699200111379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-usiminas-pagara-500-salarios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/5706857699200111379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/5706857699200111379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/tst-usiminas-pagara-500-salarios.html' title='TST: Usiminas pagará 500 salários mínimos a engenheiro demitido por justa causa'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasília - DF, Brasil</georss:featurename><georss:point>-15.7801482 -47.92916980000001</georss:point><georss:box>-16.0562532 -48.41852830000001 -15.5040432 -47.43981130000001</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-5191450409027246435</id><published>2011-06-04T10:06:00.000-07:00</published><updated>2011-06-04T10:06:11.183-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News STF'/><title type='text'>Ótimo exemplo: Caixa Econômica Federal desiste de cerca de 500 processos junto ao STF</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div id="barraTitulo" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: url(http://www.stf.jus.br/portal/util/imagem/barraTitulo.gif); background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat no-repeat; color: #385260; font-family: Arial; font-size: 16px; font-weight: bold; height: 37px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; position: relative; vertical-align: top;"&gt;fonte: &lt;a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=181169"&gt;Notícias STF&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #385260; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;Sexta-feira, 03 de junho de 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: #385260; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;Caixa Econômica Federal desiste de cerca de 500 processos junto ao STF&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="float: left; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;img src="http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/bancoImagemSco/bancoImagemSco_AP_181163.jpg" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;Nesta sexta-feira (3), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, recebeu representantes da Caixa Econômica Federal&amp;nbsp;que vieram oficializar a desistência de cerca de 500 processos que tramitam na Corte.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;De acordo com o ministro Cezar Peluso, isso representa uma diminuição significativa no trabalho do Tribunal, pois corresponde ao número de processos distribuídos durante dois meses. “É como se o ano de trabalho no STF fosse reduzido em dois meses”, afirmou.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;Ele disse ainda que a atitude da Caixa abre precedentes para que órgãos públicos e empresas privadas tenham a mesma atitude para reduzir a litigiosidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;“A atitude simbólica da Caixa mostra que as empresas privadas podem também fazer um esforço para resolver a litigiosidade, deixar de vir a juízo e encontrar outros meios de resolver as suas pendências. Permite, portanto, que a estrutura atual possa responder a muitos outros segmentos da população sem sobrecarregar o Poder Judiciário”, enfatizou o ministro.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;Maior litigante&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e divulgada no STF&amp;nbsp;em maio revelou que a Caixa aparece em primeiro lugar como a instituição mais litigante. Os dados mostram que, em cada 100 processos, a Caixa recorre em 97%, representando, somente no STF, um total de 211.420 recursos nos últimos 21 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;De acordo com o diretor jurídico da Caixa, Jailton Zaon, existem atualmente 600 recursos de autoria da instituição tramitando no STF e, agora, a intenção é ficar com “um número menor que 100”. Esses processos que devem continuar tratam, principalmente, de casos sobre caderneta de poupança, tema&amp;nbsp;com previsão de ser analisado em breve pelo Plenário do Supremo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;“A Caixa está se dispondo&amp;nbsp;a deixar no Supremo apenas as questões relevantes para a instituição e que efetivamente mereçam a douta apreciação dos ministros do Supremo”, afirmou Zanon.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;Já os recursos que serão dispensados tratam, em sua maioria, de causas já pacificadas e de menor valor como FGTS e Sistema Financeiro Habitacional.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;“A Caixa, por motivos diversos, foi uma das campeãs em recursos, e queremos que ela seja uma das instituições que tenha menos recursos, senão a que tem menos recursos”, afirmou.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;PEC dos Recursos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;A iniciativa da Caixa, de acordo com o diretor jurídico, é colaborar com a busca empreendida pelo presidente do Supremo para diminuir a taxa de litigância no Judiciário e, com isso, ampliar o acesso à Justiça por parte da sociedade, bem como diminuir o tempo de tramitação dos processos.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;Para viabilizar essa mudança, o ministro Peluso apresentou ao Congresso Nacional a PEC dos Recursos (Proposta de Emenda à Constituição 15/2011), que tem o objetivo de regulamentar a redução do tempo de tramitação dos processos no Judiciário brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;Novos recursos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;Além da desistência dos processos já existentes, a Caixa anunciou que, a partir da próxima semana, vai estabelecer um filtro para evitar que novos recursos cheguem à Suprema Corte.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;“Estamos implantando na nossa área jurídica uma metodologia na qual o advogado da Caixa, para recorrer ao Supremo, terá de pedir autorização superior da administração ou da diretoria jurídica, invertendo-se a lógica que se tem na Administração Pública de que o advogado público tem que recorrer sempre, e até a última instância”, explicou Zanon ao lembrar que, atualmente, para não recorrer, o advogado precisa de autorização superior.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;“Agora é ao contrário. Para recorrer, ele vai ter que justificar, demonstrar a relevância do caso e a possibilidade de apreciação pelo Supremo. Só então poderá interpor o recurso”, garantiu.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;“Com essas duas medidas esperamos que a Caixa possa colaborar com a luta que é do Supremo, que é de Vossa Excelência, que é do Estado, e que é da sociedade, de diminuição da litigiosidade”, finalizou Zanon ao afirmar que a Caixa tem 150 anos e não quer estar em litígio com a sociedade. “Tudo o que pudermos fazer, em colaboração com o Judiciário, para reduzir essa litigiosidade, a Caixa vai estar sempre à disposição. Podem contar conosco”, afirmou.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;"&gt;&lt;span style="font-size: smaller; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;"&gt;CM,DV/EH&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-5191450409027246435?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/5191450409027246435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/otimo-exemplo-caixa-economica-federal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/5191450409027246435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/5191450409027246435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/06/otimo-exemplo-caixa-economica-federal.html' title='Ótimo exemplo: Caixa Econômica Federal desiste de cerca de 500 processos junto ao STF'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3358722755484609679</id><published>2011-05-31T21:19:00.000-07:00</published><updated>2011-05-31T21:19:12.904-07:00</updated><title type='text'>Jornal da Globo - Vídeos - Série especial mostra os desafios do crescimento do ensino universitário no país</title><content type='html'>&lt;a href="http://g1.globo.com/videos/jornal-da-globo/v/serie-especial-mostra-os-desafios-do-crescimento-do-ensino-universitario-no-pais/1517065/"&gt;Jornal da Globo - Vídeos - Série especial mostra os desafios do crescimento do ensino universitário no país&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3358722755484609679?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://g1.globo.com/videos/jornal-da-globo/v/serie-especial-mostra-os-desafios-do-crescimento-do-ensino-universitario-no-pais/1517065/' title='Jornal da Globo - Vídeos - Série especial mostra os desafios do crescimento do ensino universitário no país'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3358722755484609679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/jornal-da-globo-videos-serie-especial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3358722755484609679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3358722755484609679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/jornal-da-globo-videos-serie-especial.html' title='Jornal da Globo - Vídeos - Série especial mostra os desafios do crescimento do ensino universitário no país'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3956854793501816593</id><published>2011-05-31T21:01:00.000-07:00</published><updated>2011-05-31T21:01:36.317-07:00</updated><title type='text'>Notícias STF :: STF - Supremo Tribunal Federal</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=180880"&gt;Notícias STF :: STF - Supremo Tribunal Federal&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3956854793501816593?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=180880' title='Notícias STF :: STF - Supremo Tribunal Federal'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3956854793501816593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/noticias-stf-stf-supremo-tribunal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3956854793501816593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3956854793501816593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/noticias-stf-stf-supremo-tribunal.html' title='Notícias STF :: STF - Supremo Tribunal Federal'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-1866699844453053899</id><published>2011-05-30T18:01:00.000-07:00</published><updated>2011-05-30T18:01:23.190-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Anteprojeto que altera CLT pretende dar mais efetividade ao processo do trabalho</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12359&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 26/05/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Anteprojeto que altera CLT pretende dar mais efetividade ao processo do trabalho&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Tribunal Superior do Trabalho (TST) aprovou na última terça-feira, em sessão de seu Órgão Especial, anteprojetos de lei a serem encaminhados ao Legislativo com a finalidade de dar maior efetividade à prestação jurisdicional. Dentre as iniciativas, a proposta de alteração de dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que tratam da execução pode ser considerada a de maior relevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto propõe, dentre outras, inovações na relação de títulos executivos extrajudiciais, amplia a possibilidade de atuação de ofício dos juízes na busca da efetivação do cumprimento de sentenças ou títulos extrajudiciais e incentiva a prática de atos por meio eletrônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira alguns pontos da proposta apresentada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Considera como título extrajudicial, com possibilidade de cobrança direta pela Justiça do Trabalho, o compromisso firmado entre empresas e a Fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Reforça a possibilidade do juiz adotar, de ofício, todas as medidas necessárias para o cumprimento das sentenças ou dos títulos extrajudiciais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Havendo mais de uma forma de cumprimento da sentença ou de execução, permite ao juiz adotar sempre a que atenda às peculiaridades do caso, à duração razoável do processo e, sobretudo, ao interesse do credor;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Exige que a impugnação do cálculo pelo devedor seja acompanhada da comprovação do pagamento do valor incontroverso, aquele que o devedor admite como sendo de direito do credor, sob pena de ser multado em 10%;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Estabelece também a rejeição da impugnação se os fatos, matérias e valores não estiverem bem delimitados, e não confere efeito suspensivo às impugnações, salvo se houver grave perigo de dano, a ser constatado pelo magistrado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Prevê que a multa de 10% para a hipótese do devedor não pagar o devido em 10 dias em seja aumentada em até 20% ou reduzida à metade pelo juiz (10%), de acordo o comportamento da parte ou sua capacidade econômico-financeira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Possibilita o parcelamento do débito em até seis vezes, com o depósito de 30% do valor devido;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Prevê, como regra, a execução definitiva da sentença pendente de recurso de revista ou extraordinário, salvo em casos excepcionais em que resultar manifesto risco de grave dano, de difícil ou incerta reparação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Incentiva a prática de atos por meio eletrônico, independentemente de carta precatória, salvo se o ato, por natureza, demandar atuação do juízo de outra localidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Institui a possibilidade da remoção do bem penhorado para depósito público ou privado, com as despesas pagas pelo devedor;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Prevê a criação de banco eletrônico unificado de penhora pelos Tribunais do Trabalho, com a preferência da alienação por meio eletrônico. Incentiva as praças e leilões unificados, de forma a abranger várias execuções, ainda que de tribunais distintos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Prevê a possibilidade de emissão de certidão de crédito, com arquivamento definitivo do processo, nas hipóteses de insucesso da execução, com a inclusão dos nomes dos obrigados em banco de dados de devedores e a possibilidade de nova cobrança, tão logo seja possível;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Prevê expressamente a possibilidade de união de processos contra o mesmo devedor (coletivização da execução) e estabelece o procedimento a ser adotado (no processo mais antigo, mediante juntada de certidão de crédito dos demais);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Regula a execução das condenações em sentenças coletivas de direitos individuais homogêneos por meio de ações autônomas, individuais ou plúrimas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Prevê a aplicação ao processo do trabalho das regras de direito comum, sempre que disso resultar maior efetividade do processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/ASCS/arquivos/qcclt.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;Confira aqui, ponto a ponto, as alterações propostas.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Augusto Fontenele e Alexandre Machado)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-1866699844453053899?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/1866699844453053899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-anteprojeto-que-altera-clt-pretende.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1866699844453053899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1866699844453053899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-anteprojeto-que-altera-clt-pretende.html' title='TST: Anteprojeto que altera CLT pretende dar mais efetividade ao processo do trabalho'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3089063699153308953</id><published>2011-05-25T19:43:00.000-07:00</published><updated>2011-05-25T19:43:30.070-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST modifica texto da Súmula nº 331</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Notícias do TST - 24/05/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;TST modifica texto da Súmula nº 331&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em 24 de novembro de 2010, o Supremo Tribunal Federal declarou a constitucionalidade do artigo 71, §1º, da Lei nº 8.666/93, também conhecida como Lei de Licitações. O dispositivo prevê que a inadimplência de empresas contratadas pelo Poder Público em relação a encargos trabalhistas, fiscais e comerciais não transfere para a Administração Pública a responsabilidade por seu pagamento, nem pode onerar o objeto do contrato ou restringir a regularização e o uso das obras e edificações, inclusive perante o Registro de Imóveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão foi tomada no julgamento da Ação Declaratória de Constitucionalidade nº 16, ajuizada pelo governador do Distrito Federal, em face da Súmula nº 331 do Tribunal Superior do Trabalho que, no item IV, responsabiliza subsidiariamente a Administração pública direta e indireta pelos débitos trabalhistas, quando contrata serviço de terceiro. A súmula tem servido de fundamento para que empregados de empresas terceirizadas que prestam serviços a entes públicos tenham satisfeitos os seus créditos trabalhistas em caso de inadimplência da empresa contratada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ocasião, o presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, ressaltou que o resultado do julgamento “não impedirá o TST de reconhecer a responsabilidade com base nos fatos de cada causa”. Houve consenso entre os ministros no sentido de que o TST não poderá generalizar os casos e terá que investigar com mais rigor se a inadimplência tem como causa principal a falha ou a falta de fiscalização pelo órgão público contratante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, tendo em vista o pronunciamento do Supremo, os ministros do Tribunal Pleno do TST alteraram o texto da súmula. Por unanimidade, o item IV ficou com a seguinte redação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“IV- O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador de serviços quanto àquelas obrigações, desde que haja participado da relação processual e conste também do título executivo judicial”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por maioria de votos, vencidos os ministros Aloysio Corrêa da Veiga, Rosa Maria Weber, Vieira de Mello Filho e Dora Maria da Costa, o TST ainda acrescentou o item V à Súmula nº 331:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“V- Os entes integrantes da administração pública direta e indireta respondem subsidiariamente, nas mesmas condições do item IV, caso evidenciada a sua conduta culposa no cumprimento das obrigações da Lei nº 8.666/93, especialmente na fiscalização do cumprimento das obrigações contratuais e legais da prestadora de serviço como empregadora. A aludida responsabilidade não decorre de mero inadimplemento das obrigações trabalhistas assumidas pela empresa regularmente contratada.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, à unanimidade, o Pleno aprovou também o item VI, que prevê:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“VI – A responsabilidade subsidiária do tomador de serviços abrange todas as verbas decorrentes da condenação referentes ao período da prestação laboral.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, à unanimidade, os ministros rejeitaram a proposta de incorporar a redação da Orientação Jurisprudencial nº 383 da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais à Súmula nº 331. A OJ estabelece que “a contratação irregular de trabalhador, mediante empresa interposta, não gera vínculo de emprego com ente da Administração Pública, não afastando, contudo, pelo princípio da isonomia, o direito dos empregados terceirizados às mesmas verbas trabalhistas legais e normativas asseguradas àqueles contratados pelo tomador dos serviços, desde que presente a igualdade de funções. Aplicação analógica do art. 12, “a”, da Lei nº 6.019, de 03.01.1974.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lilian Fonseca)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3089063699153308953?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3089063699153308953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-modifica-texto-da-sumula-n-331.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3089063699153308953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3089063699153308953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-modifica-texto-da-sumula-n-331.html' title='TST modifica texto da Súmula nº 331'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-1779688600998784069</id><published>2011-05-25T19:37:00.001-07:00</published><updated>2011-05-25T19:37:33.538-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Nova súmula trata de guia de recolhimento de depósito recursal</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12331&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 24/05/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Nova súmula trata de guia de recolhimento de depósito recursal&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho aprovou hoje (24) proposta de edição de nova súmula relativa à utilização da Guia GFIP para o depósito recursal, nos seguintes termos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;DEPÓSITO RECURSAL. UTILIZAÇÃO DA GUIA GFIP. OBRIGATORIEDADE.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dissídios individuais o depósito recursal será efetivado mediante a utilização da guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social – GFIP, nos termos dos §§ 4o e 5o do art. 899 da CLT, admitido o depósito judicial, realizado na sede do juízo e à disposição deste, na hipótese de relação de trabalho não submetida ao regime do FGTS.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-1779688600998784069?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/1779688600998784069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-nova-sumula-trata-de-guia-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1779688600998784069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1779688600998784069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-nova-sumula-trata-de-guia-de.html' title='TST: Nova súmula trata de guia de recolhimento de depósito recursal'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3907331857168476883</id><published>2011-05-25T19:32:00.002-07:00</published><updated>2011-05-25T19:32:44.263-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST altera Súmula 327, que trata de prescrição de aposentadoria</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12330&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 24/05/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;TST altera Súmula 327, que trata de prescrição de aposentadoria&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Tribunal Pleno do Tribunal Superior do Trabalho aprovou hoje (24) alteração na Súmula 327, que trata de prescrição de complementação de aposentadoria e que fica agora com a seguinte redação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA. DIFERENÇAS. PRESCRIÇÃO PARCIAL.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pretensão a diferenças de complementação de aposentadoria sujeita-se à prescrição parcial e quinquenal, salvo se o pretenso direito decorrer de verbas não recebidas no curso da relação de emprego e já alcançadas pela prescrição, à época da propositura da ação”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3907331857168476883?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3907331857168476883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-altera-sumula-327-que-trata-de_25.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3907331857168476883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3907331857168476883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-altera-sumula-327-que-trata-de_25.html' title='TST altera Súmula 327, que trata de prescrição de aposentadoria'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-7765696180806692912</id><published>2011-05-25T19:32:00.000-07:00</published><updated>2011-05-25T19:32:10.675-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST altera Súmula 327, que trata de prescrição de aposentadoria</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12330&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 24/05/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;TST altera Súmula 327, que trata de prescrição de aposentadoria&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Tribunal Pleno do Tribunal Superior do Trabalho aprovou hoje (24) alteração na Súmula 327, que trata de prescrição de complementação de aposentadoria e que fica agora com a seguinte redação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA. DIFERENÇAS. PRESCRIÇÃO PARCIAL.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pretensão a diferenças de complementação de aposentadoria sujeita-se à prescrição parcial e quinquenal, salvo se o pretenso direito decorrer de verbas não recebidas no curso da relação de emprego e já alcançadas pela prescrição, à época da propositura da ação”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-7765696180806692912?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/7765696180806692912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-altera-sumula-327-que-trata-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/7765696180806692912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/7765696180806692912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-altera-sumula-327-que-trata-de.html' title='TST altera Súmula 327, que trata de prescrição de aposentadoria'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-1943589557145802637</id><published>2011-05-25T19:24:00.001-07:00</published><updated>2011-05-25T19:24:49.365-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST aprova nova súmula sobre notificação de advogado sem indicação expressa</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12329&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 24/05/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;TST aprova nova súmula sobre notificação de advogado sem indicação expressa&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Tribunal Pleno do Tribunal Superior do Trabalho aprovou hoje (24) nova súmula que dispõe sobre intimação, publicação em nome de advogado diverso daquele expressamente indicado, com a seguinte redação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;INTIMAÇÃO. PLURALIDADE DE ADVOGADOS. PUBLICAÇÃO EM NOME DE ADVOGADO DIVERSO DAQUELE EXPRESSAMENTE INDICADO. NULIDADE.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havendo pedido expresso de que as intimações e publicações sejam realizadas exclusivamente em nome de determinado advogado, a comunicação em nome de outro profissional constituído nos autos é nula, salvo se constatada a inexistência de prejuízo.”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-1943589557145802637?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/1943589557145802637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-aprova-nova-sumula-sobre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1943589557145802637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/1943589557145802637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-aprova-nova-sumula-sobre.html' title='TST aprova nova súmula sobre notificação de advogado sem indicação expressa'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-6260249439496195894</id><published>2011-05-25T19:22:00.000-07:00</published><updated>2011-05-25T19:22:16.278-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Pleno altera Súmula sobre supressão de horas extras</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=12328&amp;amp;p_cod_area_noticia=ASCS"&gt;Notícias do TST - 24/05/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Pleno altera Súmula sobre supressão de horas extras&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho aprovou a alteração da redação da Súmula nº 291 que trata da indenização por supressão de horas extras. A nova redação inclui a indenização no caso de supressão parcial de serviço suplementar prestado com habitualidade durante pelo menos um ano. A Súmula assegura ao empregado o direito à indenização correspondente a um mês das horas suprimidas para cada ano ou fração superior a seis meses de prestação acima da jornada normal. O cálculo deve observar a média das horas extras efetivamente trabalhadas nos últimos 12 meses, multiplicadas pelo valor da hora extra vigente no dia da supressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova redação é a seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;HORAS EXTRAS. SUPRESSÃO. INDENIZAÇÃO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A supressão total ou parcial, pelo empregador, de serviço suplementar prestado com habitualidade, durante pelo menos 1 (um) ano, assegura ao empregado o direito à indenização correspondente ao valor de 1 (um) mês das horas suprimidas, total ou parcialmente, para cada ano ou fração igual ou superior a seis meses de prestação de serviço acima da jornada normal. O cálculo observará a média das horas suplementares nos 12 (doze) meses anteriores à mudança, multiplicada pelo valor da hora extra do dia da supressão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-6260249439496195894?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/6260249439496195894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/pleno-altera-sumula-sobre-supressao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6260249439496195894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/6260249439496195894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/pleno-altera-sumula-sobre-supressao-de.html' title='Pleno altera Súmula sobre supressão de horas extras'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-4966035485649347844</id><published>2011-05-23T18:27:00.000-07:00</published><updated>2011-05-23T18:28:33.136-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Presidente do TST defende no Senado mudanças na legislação trabalhista</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#E6E6E6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12319"&gt;Notícias do TST - 23/05/2011&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em;"&gt;&lt;b&gt;Presidente do TST defende no Senado mudanças na legislação trabalhista&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; padding-bottom: 0em; padding-left: 0em; padding-right: 0em; padding-top: 6px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro João Oreste Dalazen, defendeu hoje (23) a necessidade de alterações na legislação trabalhista e, sobretudo, na legislação processual trabalhista. “As leis clamam por aperfeiçoamento”, afirmou, ao discursar perante o Senado Federal na Sessão Especial da Casa em homenagem aos 70 anos da Justiça do Trabalho no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sessão Especial foi realizada a pedido dos senadores José Pimentel e Eunício Vieira. “Nós, da Justiça do Trabalho, ficamos extremamente tocados com esse gesto e seremos sempre reconhecidos por esse registro que tanto nos honrou”, agradeceu o ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como exemplo mais visível da necessidade de mudanças, Dalazen citou a execução trabalhista e lembrou que 2,5 milhões de trabalhadores aguardam o recebimento de direitos trabalhistas reconhecidos judicialmente. “Não nos parece razoável que o credor cível, regido pelo Código de Processo Civil, disponha hoje de um arsenal de meios de coerção do devedor muito maior que o titular de um crédito trabalhista, de natureza alimentar”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro antecipou que o TST encaminhará ao Executivo anteprojeto de lei que visa a atualizar e revisar as normas da CLT a fim de conferir maior eficiência à execução trabalhista, dentro das propostas do III Pacto Republicano, e pediu desde já “a inestimável cooperação” dos senadores na apreciação da matéria, a exemplo do que ocorreu com o projeto de certidão negativa de débito trabalhista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Passado e presente&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu discurso, o presidente do TST lembrou que, em suas sete décadas de existência, a Justiça do Trabalho “agigantou-se em sua estrutura e fortaleceu-se no seu papel perante a sociedade brasileira”. E observou que, nesse período histórico relativamente curto, o mundo e o Brasil passaram por transformações radicais, de grande impacto no universo do trabalho. “A Revolução Industrial já é passado”, afirmou. “Hoje, o Direito do Trabalho é afetado pelos efeitos das novas tecnologias da informação no ambiente de trabalho e, claro, por extensão, o Direito Processual do Trabalho e a Justiça do Trabalho.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como desdobramento dessa evolução, Dalazen observa que o processo judicial, em autos de papel, “tem seus dias contados rumo à inexorável virtualização”. Segundo o presidente do TST, até o final do próximo ano a tramitação das ações trabalhistas será totalmente eletrônica, das Varas do Trabalho ao TST, com a adoção de um sistema nacional e unificado de processo eletrônico que se encontra em desenvolvimento. “Decerto que, então, faremos uma benfazeja e silenciosa revolução na Justiça do Trabalho brasileira, mais que a decorrente de qualquer lei”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a galeria de fotos&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/ASCS/fotos/solenidadesenado_20110523/index.htm" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia na íntegra o discurso do ministro João Oreste Dalazen&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/ASCS/arquivos/70anosjt/discurso70anospresdal.pdf" style="color: #0036d7; font-family: verdana, tahoma, arial; font-weight: normal; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; margin-right: 0em; margin-top: 0em; text-decoration: none;"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-right: 5em; width: 770px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="right" colspan="12" style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana, tahoma, arial; font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-4966035485649347844?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/4966035485649347844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/presidente-do-tst-defende-no-senado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4966035485649347844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4966035485649347844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/presidente-do-tst-defende-no-senado.html' title='Presidente do TST defende no Senado mudanças na legislação trabalhista'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-2104236687241929612</id><published>2011-05-16T10:01:00.000-07:00</published><updated>2011-05-16T10:01:18.424-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Direito Aeronáutico garante indenização à família de piloto morto em serviço</title><content type='html'>&lt;h3&gt; Notícias do Tribunal Superior do Trabalho&lt;img align="absbottom" height="32" hspace="0" src="http://www.tst.jus.br/imagens/cabec.gif" vspace="0" width="152" /&gt;                        &lt;/h3&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#e6e6e6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;16/05/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12275"&gt;&lt;b&gt;Direito Aeronáutico garante indenização à família de piloto morto em serviço&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Ao rejeitar recurso da Lasa Engenharia e Prospecções e, com essa decisão, manter a obrigação da empresa de indenizar a família (mãe e irmã) de um piloto de avião morto em acidente aéreo, a Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho aplicou ao caso princípios da Convenção de Varsóvia, que teve origem na capital da Polônia, durante a Conferência Internacional de Direito Privado Aéreo, em 1929. O documento unificou regras relativas ao transporte aéreo internacional.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator do agravo de instrumento da empresa, ministro Maurício Godinho Delgado, explicou que o governo brasileiro ratificou a convenção por meio do Decreto nº 20.704/1931, assinado pelo então presidente da República, Getúlio Vargas. O importante, frisou o ministro, é que a convenção previu a responsabilidade civil objetiva (ou seja, responsabilidade sem culpa) nas relações inerentes à aviação e inspirou o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA – Lei nº 7.565/86) com essa inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo CBA, o transportador responde pelo dano decorrente de morte ou lesão de passageiros, tripulantes e empregados que viajarem na aeronave acidentada, sem prejuízo de eventual indenização por acidente de trabalho (artigos 256 e 257). Como o código também dispõe sobre valores máximos de indenização em OTNs (Obrigações do Tesouro Nacional), o relator esclareceu que essa parte da norma não foi recepcionada pela Constituição de 1988, quando garantiu direito de reparação proporcional ao dano (artigo 5º, inciso V).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com o ministro Godinho, é possível concluir que tanto a Constituição quanto o Código Civil de 2002, ao fixar que a indenização se mede pela extensão do dano (artigo 944), revogaram a limitação do valor da indenização a ser paga pelo transportador, mas não a responsabilidade objetiva prevista no Código Aeronáutico. Nessas circunstâncias, portanto, cabe ao julgador arbitrar os valores em cada caso analisado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Justiça fixa indenização em R$204mil&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ), que examinou as provas do processo, o valor da indenização a ser paga pela empresa à família do piloto falecido a título de dano moral foi de R$ 204 mil (mais juros e correção monetária), levando-se em conta o salário médio de um piloto de aviação comercial (R$6mil) e a diferença entre a expectativa da média de vida do brasileiro (70 anos) e a idade do empregado na época da morte (37 anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O piloto da Lasa morreu em janeiro de 2001, quando o avião da companhia, guiado por outro profissional, chocou-se com a Serra Preta, no Estado da Bahia. Embora a sentença de origem tenha julgado improcedente o pedido de reparação por danos morais feito pela mãe e a irmã do ex-empregado, o Regional, ao examinar recurso, decidiu pela condenação, por entender que a sociedade empresarial responde pelos danos causados em função de sua atividade, independentemente de culpa (artigo 932 do Código Civil de 2002), e a dor moral, na hipótese, é presumida, sem necessidade de prova do prejuízo concreto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa pretendia rediscutir a matéria num recurso de revista no TST, contudo o Regional barrou o apelo – daí a interposição do agravo de instrumento. A Lasa negou ter agido com culpa ou dolo no acidente que provocou a morte de três pilotos. Sustentou ainda que o Regional baseou seus fundamentos no Código Civil de 2002, mas os fatos se passaram em 2001, na vigência do antigo Código. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O laudo da autoridade aérea&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, afirmou o ministro Maurício Godinho, a responsabilidade objetiva do novo Código não pode ser aplicada ao processo em discussão, porque a lei não tem efeito retroativo. Entretanto, na hipótese, também houve aplicação da responsabilidade subjetiva pelo TRT, na medida em que o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) reconheceu a conduta culposa da empresa no que diz respeito à utilização indiscriminada dos flaps pelos pilotos (prática tolerada pela empresa sem qualquer medida para coibi-la) e na ausência de fiscalização rigorosa das escalas de voo, concluiu o relator. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O laudo do Cenipa revelou, entre outras coisas, que as condições meteorológicas eram desfavoráveis à realização do voo, com rajadas de vento que contribuíram para desestabilizar o aparelho. O profissional que pilotava o avião na hora do acidente não tinha habilitação para atuar como instrutor na técnica de voo realizada (aerolevantamento geofísico), e, além disso, os pilotos excediam as horas de voo, as escalas de horário não eram rigorosamente fiscalizadas e eles usavam indiscriminadamente os flaps da aeronave para transpor obstáculos, o que não é recomendado, uma vez que essa prática pode comprometer a estabilidade do aparelho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, o ministro Maurício Godinho não constatou as violações constitucionais e legais alegadas pela parte que poderiam autorizar o exame do recurso de revista, nem divergência jurisprudencial. Em consequência, o relator negou provimento ao agravo da empresa, adotando os fundamentos do acórdão do TRT com esses acréscimos. A decisão foi acompanhada, à unanimidade, pelos demais ministros da Sexta Turma.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lilian Fonseca)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=485526&amp;amp;ano_int=2008&amp;amp;qtd_acesso=9452559"&gt; AIRR-70240-10.2006.5.01.0015&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-2104236687241929612?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/2104236687241929612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-direito-aeronautico-garante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/2104236687241929612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/2104236687241929612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-direito-aeronautico-garante.html' title='TST: Direito Aeronáutico garante indenização à família de piloto morto em serviço'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-7051801670093066810</id><published>2011-05-16T09:58:00.000-07:00</published><updated>2011-05-16T09:58:43.497-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>Semana do TST revê jurisprudência e procedimentos</title><content type='html'>&lt;h3&gt; Fonte: Notícias do Tribunal Superior do Trabalho&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12278"&gt;&lt;img align="absbottom" height="32" hspace="0" src="http://www.tst.jus.br/imagens/cabec.gif" vspace="0" width="152" /&gt;&lt;/a&gt;                        &lt;/h3&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#e6e6e6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;16/05/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Semana do TST revê jurisprudência e procedimentos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;De hoje (16) até sexta-feira (20), o Tribunal Superior do Trabalho suspende suas atividades judicantes regulares para que os 27 ministros discutam diversos pontos polêmicos ou não consensuais de sua jurisprudência e revejam normas institucionais. O objetivo é melhorar a qualidade da prestação jurisdicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As discussões, de acordo com a regulamentação da Semana do TST, serão fechadas, e os ministros se dividem em dois grupos: o de normatização e o de jurisprudência. O primeiro vai analisar e elaborar proposta de revisão das normas internas do TST (inclusive seu Regimento Interno e o do Conselho Superior da Justiça do Trabalho - CSJT) e elaborar anteprojetos de lei voltados para o aperfeiçoamento processual, com prioridade para a execução trabalhista. Dele farão parte dez ministros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo de jurisprudência, composto por 16 ministros, vai analisar e aprovar propostas de edição, revisão ou cancelamento de súmulas, orientações jurisprudenciais e precedentes normativos do TST. Ao final, uma reunião plenária apreciará as propostas, e suas deliberações serão posteriormente ratificadas pelo Tribunal Pleno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pontos polêmicos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos resultados esperados da Semana do TST é a definição jurisprudencial de temas ainda não pacificados pela Corte. Alguns deles estão relacionados à terceirização, como a responsabilidade subsidiária de entes públicos nos contratos de terceirização de mão de obra. A jurisprudência atual (Súmula 331), no sentido de que o Estado é responsável pelas dívidas trabalhistas dos terceirizados, diverge da posição recentemente adotada pelo Supremo Tribunal Federal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os temas que devem ser discutidos estão o prazo prescricional para ações que envolvam complementação de aposentadoria, o adicional de risco para portuários em terminais privativos, os critérios para pagamento de horas &lt;i&gt;in itinere&lt;/i&gt;, os requisitos para a interposição de recurso por fax, a equiparação dos operadores de telemarketing com os telefonistas, o uso de celular em casos de sobreaviso e a questão dos honorários de sucumbência (pagamento de honorários, pela parte vencida, aos advogados vencedores da causa). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A proposta é promover uma reflexão profunda e pontual sobre a jurisprudência, e também elaborar normas que aperfeiçoem os julgamentos do TST e deem maior eficiência e celeridade ao processo trabalhista”, afirma o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen. A última iniciativa semelhante ocorreu em 2003, quando o TST examinou todas as suas súmulas e OJs e promoveu mais de cem alterações. “Desta vez, porém, a proposta é examinar pontualmente os casos em que há dúvidas sobre o acerto de determinadas teses”, explica o ministro Dalazen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carmem Feijó)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-7051801670093066810?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/7051801670093066810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/semana-do-tst-reve-jurisprudencia-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/7051801670093066810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/7051801670093066810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/semana-do-tst-reve-jurisprudencia-e.html' title='Semana do TST revê jurisprudência e procedimentos'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-3656085769528437684</id><published>2011-05-14T21:05:00.000-07:00</published><updated>2011-05-14T21:05:45.975-07:00</updated><title type='text'>Destaques TST - 3º Bl. - Discurso Pres. João Oreste Dalazen - 70 Anos - ...</title><content type='html'>&lt;iframe height="344" src="http://www.youtube.com/embed/G1AO0L8CMq0?fs=1" frameborder="0" width="425" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-3656085769528437684?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/3656085769528437684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/destaques-tst-3-bl-discurso-pres-joao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3656085769528437684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/3656085769528437684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/destaques-tst-3-bl-discurso-pres-joao.html' title='Destaques TST - 3º Bl. - Discurso Pres. João Oreste Dalazen - 70 Anos - ...'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/G1AO0L8CMq0/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-2558410251621308850</id><published>2011-05-09T14:36:00.000-07:00</published><updated>2011-05-09T14:36:31.155-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: SDI-1 reconhece coação em pedido de demissão de gerente de Câmara de Comércio</title><content type='html'>&lt;h3&gt; Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12231"&gt;Notícias do Tribunal Superior do Trabalho&lt;/a&gt;&lt;img align="absbottom" height="32" hspace="0" src="http://www.tst.jus.br/imagens/cabec.gif" vspace="0" width="152" /&gt;                        &lt;/h3&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#e6e6e6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;09/05/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;SDI-1 reconhece coação em pedido de demissão de gerente de Câmara de Comércio&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Uma ex-gerente da Câmara Americana de Comércio para o Brasil conseguiu, por decisão da Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho, a declaração de nulidade de sua dispensa por vício de manifestação da vontade (coação). A decisão, que converteu a demissão em dispensa imotivada, reformou entendimento da Sexta Turma do TST, que havia negado o pedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ação trabalhista, a funcionária pediu a anulação de sua dispensa e o consequente pagamento dos direitos. Alegou que, durante uma reunião de trabalho, foi pressionada psicologicamente a deixar o emprego, sob a ameaça de ser dispensada por justa causa. A Câmara, em sua defesa, alegou que a funcionária, na realidade, teria ferido seu código de ética, ao realizar convênio com uma faculdade para a concessão de isenção nas mensalidades, onerando a entidade, que deveria arcar com o pagamento. O Tribunal Regional da 10ª Região (DF/TO) deu razão à Câmara de Comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sexta Turma do TST entendeu não ter havido coação, pois, segundo se extraía do acórdão regional, a funcionária teria pedido demissão diante da possibilidade de dispensa por justa causa. Para a Turma, o acórdão do TRT10 não comprovou a ocorrência, por parte da entidade, de simulação para que a empregada pedisse demissão. Na realidade descrita no processo, ela somente não foi dispensada por justa causa porque a Câmara concordou em aceitar seu pedido de demissão, por considerá-lo benéfico para a funcionária. Negou,  portanto, provimento ao recurso. A empregada recorreu à SDI-1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Conhecimento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relatora dos embargos, ministra Maria de Assis Calsing, não conheceu do recurso por considerar inespecíficas as decisões trazidas para configurar a divergência jurisprudencial. O ministro Horácio de Senna Pires pediu vista regimental em 17 de março. Na retomada do julgamento, na sessão de quinta-feira (05), abriu a divergência no sentido favorável ao conhecimento, que venceu por maioria. Ficaram vencidos, nesse ponto, além da relatora, os ministros Augusto César de Carvalho, Milton de Moura França e Maria Cristina Peduzzi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mérito&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Superado o conhecimento, a SDI-1 passou a analisar o mérito. O ministro Horácio Pires divergiu mais uma vez do entendimento da relatora e se posicionou a favor do provimento do recurso da ex-funcionária da Câmara de Comércio. Ele observou que o caso tratava de nulidade do pedido de dispensa pela ocorrência de coação, e ressaltou que o princípio da proteção ao trabalhador e ao emprego é a própria razão do Direito do Trabalho. Para Horácio Pires, “todo ato que signifique desfazimento de direitos por contra própria implica a existência de coação, ainda que consista no simples medo da perda do emprego”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o ministro, portanto, o pedido de dispensa deveria ser considerado nulo. Conforme observou, dos elementos extraídos dos depoimentos das testemunhas, ficou comprovado que a funcionária “foi vítima de coação, ainda que de forma indireta, para pedir dispensa, ante a comprovação do estado emocional a que foi submetida naquela reunião”. Nesse caso, em se tratando de vício a contaminar a manifestação da vontade, o juiz pode se utilizar de indícios e circunstâncias – como o depoimento das testemunhas de que os fatos teriam ocorrido em sala fechada. O ministro destacou, ao final, que a Câmara de Comércio, ao não despedir a funcionária, convalidou o perdão tácito da possível falta que teria sido praticada por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Relatora&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a relatora, não se demonstrou a coação. A ministra observou que, segundo consta dos autos, a funcionária confessara ter aberto uma empresa própria para prestar serviços à Câmara de Comércio, o que teria ferido o código de conduta da empresa, principalmente para ela, que se encontrava na posição de gerente. A quebra do código foi considerada uma falta grave, passível, portanto, de dispensa por justa causa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a relatora, no momento em que foi comunicada da dispensa, a gerente teria chorado e pedido que lhe fosse dada a oportunidade de pedir demissão. A ministra considerou ainda, que a funcionária teria contribuído, com suas ações, para a perda do emprego. Posicionou-se pela manutenção da decisão da Turma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Decisão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tese divergente do ministro Horácio Pires foi a vencedora. A SDI-1 considerou, por maioria, nulo o pedido de dispensa. Determinou, assim, o retorno dos autos à Vara do Trabalho de origem para o exame dos pedidos iniciais com base na dispensa imotivada, bem como o pedido de dano moral. Ficaram vencidos no mérito além da relatora, os ministros, Milton de Moura França, Lelio Bentes Corrêa e Maria Cristina Peduzzi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Dirceu Arcoverde)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=20696&amp;amp;ano_int=2007&amp;amp;qtd_acesso=385933"&gt; E-ED-RR78740-53.2005.5.10.0014 &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-2558410251621308850?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/2558410251621308850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-sdi-1-reconhece-coacao-em-pedido-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/2558410251621308850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/2558410251621308850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-sdi-1-reconhece-coacao-em-pedido-de.html' title='TST: SDI-1 reconhece coação em pedido de demissão de gerente de Câmara de Comércio'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-4845415340898609942</id><published>2011-05-09T14:31:00.000-07:00</published><updated>2011-05-09T14:31:13.573-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Gestante que recusou retorno ao emprego ganha direito a indenização</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;h3&gt; Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12232"&gt;Notícias do Tribunal Superior do Trabalho&lt;/a&gt;&lt;img align="absbottom" height="32" hspace="0" src="http://www.tst.jus.br/imagens/cabec.gif" vspace="0" width="152" /&gt;                        &lt;/h3&gt;&lt;table align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th bgcolor="#e6e6e6" class="MenuEsquerdaTitulo"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;09/05/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Gestante que recusou retorno ao emprego ganha direito a indenização&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Por conta do princípio da proteção à maternidade, a garantia de emprego à gestante é um direito fundamental. Logo, a recusa da empregada a retornar ao trabalho não é suficiente para se admitir que houve renúncia à estabilidade. Com esse entendimento, a Subseção 1 de Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou embargos da Flapa Mineração e Incorporações Ltda. e manteve decisão que a condenou ao pagamento da indenização do período garantido pela estabilidade provisória a uma empregada gestante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contratada como auxiliar de escritório em 2000, ela foi dispensada em 2008, sem justa causa, quando estava grávida de sete semanas. No decorrer do contrato de trabalho, segundo afirmou, foi vítima de assédio moral por uma das sócias da empresa, que a tratava de modo desrespeitoso, agressivo e constrangedor, com uso de xingamentos. Por isso, além da indenização substitutiva pela estabilidade provisória da gestante, com todas as verbas, como se trabalhando estivesse, desde a dispensa até cinco meses após o parto, a auxiliar pediu também indenização por assédio moral.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na audiência de conciliação, a Flapa lhe propôs retornar ao trabalho, mas ela recusou, com a alegação de assédio moral. Ao julgar seus pedidos, a 37ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte deferiu a indenização da estabilidade gestacional, mas rejeitou o pedido de indenização por assédio moral. Ambas recorreram ao Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG), que excluiu da condenação a indenização relativa à estabilidade por entender que, ao recusar a proposta de retorno ao emprego, a auxiliar renunciou ao direito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No TST, a a Sétima Turma reformou o acórdão e determinou o pagamento da indenização, com base no artigo 10, inciso II, letra “b”, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), que proíbe a dispensa sem justa causa da empregada gestante desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. A Flapa recorreu então à SDI-1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator dos embargos, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, afirmou que o TST tem decidido, de forma reiterada, que a gestante não pode renunciar à proteção prevista no ADCT. Ele entende, também, não ser razoável que a empregada, sendo protegida pela impossibilidade de dispensa arbitrária, seja privada da estabilidade constitucionalmente prevista por haver se recusado a voltar ao emprego. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, o ministro observou em seu voto o fato de que não cabe à empresa o “arrependimento unilateral” por dispensar a trabalhadora quando há inibição objetiva, e que o retorno da auxiliar ao trabalho, diante da suspeita de assédio moral, não era recomendável. “A gestação é período em que a mãe necessita de um ambiente de equilíbrio para trabalhar, o que não lhe poderia ser entregue”, assinalou. Com ressalvas de entendimento dos ministros Renato de Lacerda Paiva, Maria Cristina Peduzzi e Augusto César de Carvalho, os ministros da SDI-1 acompanharam o relator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Lourdes Côrtes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=18822&amp;amp;ano_int=2010&amp;amp;qtd_acesso=363469"&gt;RR-119700-60.2008.5.03.0137&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;small&gt;Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.&lt;br /&gt;Permitida a reprodução mediante citação da fonte&lt;br /&gt;Secretaria de Comunicação Social do Tribunal Superior do Trabalho&lt;br /&gt;Tel. (61) 3043-4907&lt;/small&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-4845415340898609942?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/4845415340898609942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-gestante-que-recusou-retorno-ao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4845415340898609942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/4845415340898609942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-gestante-que-recusou-retorno-ao.html' title='TST: Gestante que recusou retorno ao emprego ganha direito a indenização'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-7342676062358261869</id><published>2011-05-07T18:17:00.000-07:00</published><updated>2011-05-07T18:17:22.089-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News TST'/><title type='text'>TST: Justiça Itinerante homologa 100% de acordos no canteiro de Jirau</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;Com 100% de acordos entre as partes e pagamento de indenizações trabalhistas a nove operários terceirizados da usina de Jirau, a Justiça do Trabalho itinerante realizou na última quarta-feira (4) as primeiras audiências da história dos 25 anos de atuação do TRT de Rondônia e Acre no canteiro de obras de uma hidrelétrica. As audiências foram conduzidas pelo juiz substituto da 2ª Vara do Trabalho de Porto Velho, Francisco Montenegro Neto, que, em entrevista à Rádio Justiça, na manhã de quinta-feira (5), fez um balanço das atividades.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Francisco Montenegro, mais importante do que resolver demandas individuais, sem relativizar a relevância que cada processo tem, a presença institucional da Justiça do Trabalho em Jirau transmite segurança e ajuda a coibir o acirramento dos ânimos, o que é muito bom para evitar novos incidentes e garantir o prosseguimento normal daquela que é hoje a maior obra do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC).&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Vara Itinerante foi instalada dia 14 de abril, no canteiro de obras de Jirau, com o objetivo de prestar orientação e esclarecimentos sobre os direitos e deveres dos operários e, se fosse o caso, receber possíveis reclamações. A iniciativa do TRT da 14ª Região seguiu sugestão do presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro João Oreste Dalazen, após os incidentes verificados, em março, no local, com revoltas de trabalhadores e depredação de alojamentos e veículos.&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o juiz responsável pela condução dos trabalhos, o fato de a Justiça ir ao encontro dos trabalhadores gerou, como contrapartida, a sensibilização das empresas terceirizadas, que, apesar das dificuldades financeiras decorrentes da paralisação temporária das obras, vêm buscando acordos com seus empregados, inclusive com pagamento em dinheiro durante as audiências. Na próxima semana a equipe itinerante deve retornar ao local para dar sequência às atividades. Na avaliação de Montenegro, o trabalho foi o melhor possível, com 100% de acordos. “Conseguimos conciliações em todos os processos”, afirmou.&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os dois últimos acordos chamaram mais a atenção porque as reclamatórias envolviam pai e filho, Luís Carlos e Macelmo Bermudes, que trabalharam como arrendatário e motorista de caminhão para a Portal Construções Ltda. O acordo foi efetivado depois que os sócios da empresa comprovaram, durante a audiência, depósito bancário de R$ 21 mil na conta dos dois empregados. As partes trouxeram ainda para a audiência, como desdobramento da reclamação trabalhista, outros tipos de conflitos de natureza cível que também foram resolvidos por meio de acordo. Para Macelmo Bermudes, a iniciativa da Justiça do Trabalho foi “muito boa e importante, porque é uma forma rápida e especial da pessoa resolver a situação que às vezes o trabalhador é obrigado a passar no canteiro de obras”.&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As reclamações trabalhistas são registradas por uma equipe da Secretaria Judiciária do TRT14, com apoio da unidade móvel que atende reclamações e presta outros tipos de esclarecimentos sobre direitos básicos dos cidadãos nas duas margens do rio Madeira, todas as terças e quintas-feiras, das 9h às 16h. O atendimento se estenderá até 30 de junho de 2011.&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12230"&gt;Notícias do TST&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-7342676062358261869?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/7342676062358261869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-justica-itinerante-homologa-100-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/7342676062358261869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/7342676062358261869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tst-justica-itinerante-homologa-100-de.html' title='TST: Justiça Itinerante homologa 100% de acordos no canteiro de Jirau'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3245112610849237056.post-302535449320796591</id><published>2011-05-07T12:49:00.000-07:00</published><updated>2011-05-07T12:49:56.101-07:00</updated><title type='text'>Tribunal Superior do Trabalho</title><content type='html'>&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12228"&gt;Tribunal Superior do Trabalho&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3245112610849237056-302535449320796591?l=professorlauro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;p_cod_noticia=12228' title='Tribunal Superior do Trabalho'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorlauro.blogspot.com/feeds/302535449320796591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tribunal-superior-do-trabalho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/302535449320796591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3245112610849237056/posts/default/302535449320796591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorlauro.blogspot.com/2011/05/tribunal-superior-do-trabalho.html' title='Tribunal Superior do Trabalho'/><author><name>Professor Lauro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12013286854916487341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/__jwWtKQellU/S51mkrhTsKI/AAAAAAAAF1Q/J8pOyJXInU8/S220/Lauro+Perfil3.jpg'/></author><thr:to
